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Opinião Literária: Dorothy Koomson - O Outro Amor da Vida Dele




O Outro Amor da Vida Dele
de Dorothy Koomson 
ISBN: 978-972-0-04344-3
Título Original: The Woman He Loved Before
Editor: Porto Editora
Edição ou reimpressão: 03-2016
Idioma: Português
Género: Romance
Páginas: 448
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Bertrand
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Goodreads: 4,4✰(aqui)



Sinopse:
Está a viver o amor com que sempre sonhou?
Libby tem uma vida perfeita com um marido maravilhoso e uma casa enorme em frente à praia. Mas, aos poucos, começa a duvidar do amor de Jack e não acredita que ele tenha realmente superado a morte da primeira mulher, Eve.
Quando o destino interfere na relação de ambos, Libby sente necessidade de conhecer melhor o homem com quem se casou e a aparentemente perfeita Eve.
A jovem esposa descobre algumas verdades assustadoras sobre aquela família. Com receio das consequências, Libby começa a desconfiar que também ela terá o destino da primeira mulher que Jack amou...
Pode um novo amor apagar uma grande paixão?

A Minha Opinião:
O meu primeiro contacto com este livro foi através de uma apresentação numa aula, onde uma colega minha apresentou esta história. Desde desse dia que fiquei fascinada pela história, principalmente quando ela no intervalo ainda me contou mais pormenores. Passado uns tempos encontrei uma promoção numa grande cadeia de supermercados, aproveitei e comprei o livro para satisfazer a minha curiosidade.
Uma das coisas mais curiosas sobre os livros da Dorothy Koomson é que a protagonista é sempre negra, assim tal como ela, e é algo que eu acho bastante interessante, porque se tornou uma imagem sua.
Inicialmente a história apresenta-nos Libby, uma mulher que seguiu os seus sonhos e tornou-se esteticista, e por outro lado Jack, um homem com quem Libby cria antipatia, por ser mimado e ter tudo o que quer. Contudo Jack fica obcecado por Libby, e depois de tanto insistir consegue que ela saia com ele. As coisas passam tão depressa que de repente já estão casados!
A história é bastante interessante, aborda imensos assuntos, como a prostituição, o abuso, chantagem e muitos outros, algo comum na autora, a abordagem de temáticas mais duras, dando ao leitor um choque de realidade. Depois temos todo o mistério ao redor a vida de Jack antes de ele se casar, principalmente porque ele ainda não ter ultrapassado a morte da sua primeira mulher, Eve.
A Autora conseguiu cativar-me facilmente, como fez com outros livros que li dela, bem como surpreender de todas as formas. A forma como nos apresenta a história, alternando entre o que aconteceu no passado e o que está a acontecer no presente, é feito de uma forma tão simples, mas ao menos tempo interessante, algo que eu como leitora aprecio bastante.
Quanto às personagens simpatizei rapidamente com a Libby, e a pouco a pouco foi acontecendo o mesmo com o Jack, à medida que fui percebendo melhor a história fui também aproximando da personagem a personagem.
Poderia continuar a falar da história, ou revelar mais alguma coisa, mas tenho medo de estragar a leitura a quem se possa interessar por este livro, pois aconselho todos a lerem!

Classificação

Outras Capas

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Viagem ao Passado: ABBA

Mais uma viagem, e esta vez até aos anos 70. Paramos em 1972 com a formação de um dos grupos pop suecos mais conhecidos de sempre, os ABBA. Apesar da sua formação apenas em 1974 atingiram a fama internacional ao ganhar festival da Eurovisão da canção nesse ano com a música "Waterloo".
O seu nome é um acrónimo juntando as primeiras letras do primeiro nome dos integrantes: Agnetha, Björn, Benny, Anni-Frid.
O grupo é ainda hoje considerado um dos maiores grupos com maior sucesso de todo o mundo, com vendas estimadas entre os 180 e os 400 milhões em todo o mundo.
As suas músicas foram base do musical "Mama Mia" que ainda hoje é um fenómeno no teatro e também no cinema.
Lançaram 8 álbuns de estúdio, 11 compilações, e 2 álbuns ao vivo.
O grupo teve como fim o ano 1982, em que dezembro foi o última aparição do quarteto.

As músicas dos ABBA continuam na cabeça de todos, como Mama Mia; Money, Money, Money; Dancing Queen; Take a Chance on Me; Voulez-Vous, e muitas outras. 

Até à próxima Viagem!
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Eurovisão, a Primeira Semi-final


Sou fã do Festival da Eurovisão desde que me lembro de ser gente. Claro que não sabia bem o que era, apenas que havia um dia por ano em que o Telejornal não dava às 20:00 horas e em vez disso desfilavam canções e muitos países da Europa.
Hoje em dia em Portugal o festival perdeu a importância que outrora teve, poucos ligam à participação portuguesa que normalmente fica nos últimos lugares. Talvez se deva ao facto de Portugal pertencer ao leque de países que em 60 edições nunca ganhou, e a partir daí o entusiasmo desvaneceu.
Este ano parece que talvez o jogo dê a volta novamente. Isto porque em tantos anos de Festival que nunca Portugal teve nos favoritos a ganhar, mas o que será que tem de tão especial que nunca teve das outras participações? Sinceramente não sei, talvez sejamos mesmo bons, ou a concorrência não seja tão forte como é habitual.
Desde de 2010, onde fomos representados pela Filipa Azevedo com a canção "Há Dias Assim", que não colocamos os pés numa final, mas também é verdade que durante estes 7 anos não participamos nem em 2013 como em 2016, supostamente por falta de interesse do público.
Finalmente este ano já lá estamos!

A nossa participação este ano:


O lema este ano do certame é "Celebrate Diversity", sinceramente acho que não se adequa minimamente visto que quase todos cantam em inglês. Na primeira Semi-final apenas Portugal cantou na seu idioma, e na segunda apenas a Hungria e a Bielorrússia o farão também.
Eu sou daquelas que acha que cada país deveria cantar na sua língua oficial, e depois vêm dizer que o inglês é universal. Sim é, mas onde está a diversidade onde as canções são todas em inglês e baladas, basicamente é tudo vira o disco e toca ao mesmo... Já houve em tempos a regra de ser obrigatório cantar na língua materna, mas rapidamente caiu.

Quanto às músicas apuradas para a final fiquei extremamente surpreendida pela não passagem da Finlândia, que nas comunidades era favorita. De resto achei que eram todas prováveis finalistas, afinal já existe uma certa regularidade nos países que passam à final, mas claro que há sempre algumas alterações.

Das finalista as minhas preferidas são:

Robin Bengtsson - I Can't Go On
O que mais gosto nesta música é a sonoridade, consegue meter-nos a dançar e fica na nossa cabeça. Contudo é um clássico, não mostra nada de diferente. É também uma das favoritas à vitória do concurso. 

Isaiah - Don't Come Easy
Mais uma vez o que me puxa nesta música é a sonoridade, porque no que toca à voz, principalmente na atuação, as coisas ficaram a desejar. A Austrália, mesmo não sendo da Europa e sendo esta a sua 3ª participação no festival, sempre levou músicas fortes, ficando em 2º lugar na final do ano anterior.

Sunstroke Project - Hey, Mamma!
É sem dúvida a música música mais alegre desta semi-final. O Ritmo consegue colocar qualquer pessoa a dançar. Nos últimos anos a Moldávia tem apresentado propostas que não cativavam, mas acho que finalmente estão a entrar no trilho certo.

Demy - This Is Love 
É verdade que é mais uma balada, mas esta foi das poucas da primeira semi-final que me cativou, porque tem ritmo, e isso para mim é essencial.

Estas foram as minhas preferências, claro sem contar com Portugal. Quinta-Feira é a segunda semi-final e ficaremos a conhecer os últimos 10 finalistas!


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Postcrossing


O Postcrossing é um projeto na internet que consiste na troca de postais entre membros registados no site.  Os participantes que enviam um postal para um utilizador no mundo, e  irão também receber pelo menos um de um outro utilizador de qualquer país do mundo.
Criado em Julho de 2005 por Paulo Magalhães, um jovem estudante português, este projeto tem sofrido pequenas alterações com vista ao seu aperfeiçoamento, e tem sido também assunto na imprensa um pouco por todo o mundo.
O objetivo deste projeto é permitir a qualquer pessoa receber postais de todo o mundo fazendo parte do postcrossing. A regra base é a seguinte: se enviar um postal, irá receber um de volta, de um outro postcrosser em algures no mundo. A motivação para  a troca de postais é porque existem muitas pessoas que gostam de receber correspondência física, e não apenas virtual, e esta é a forma de poder receber postais de todo o mundo, de países que nem sequer sabemos que existem.
O registo no site é gratuito, a única coisa que se paga é o envio, que ronda neste momento os 0,9€ (depende se é para a Europa, Portugal, Espanha, ou Resto do Mundo), e os postais, que se conseguem comprar por preços acessíveis.

Como Funciona?
O primeiro passo é inscrever-se no site: www.postcrossing.com. Depois de preencher a inscrição, onde colocamos a morada, uma descrição de nós, e do que gostaríamos de receber, vem a parte divertida: Pedir a primeira morada. Para isso basta na página inicial carregar em "Send a Postcard", a morada é totalmente aleatória.
O número de postais que se pode enviar ao mesmo tempo inicialmente são 5, contudo com o aumento do número de postais enviados, este número aumenta até aos 100 postais a viajar ao mesmo tempo.
Por fim, basta esperar que o nosso postal chegue e quando o outro utilizador o registar, através do ID que temos de escrever no postal, a alguém irá calhar a nossa morada, e receberemos um postal.

A Minha Experiência

Inscrevi-me no Postcrossing à 1 ano, apesar de já ter conhecimento dele desde dos meus tempos de secundário, onde uma professora tinha um grupo onde os alunos enviavam. Já recebi e enviei cerca de 50 postais, e muitos outros através do Swap.

O Swap é uma troca de cartas, postais, pequenas lembranças através do postcrossing. Não entra no registo e o site não se responsabilizam se alguma coisa correr mal (como por exemplo, não recebermos nada de volta). Contudo no perfil de cada utilizador diz se este está ou não disposto a swaps, e podemos entrar em contacto com ele.
Neste momento troco cartas com pessoas de um pouco de todo o mundo, como Japão, Rússia, Lituânia, Espanha, Áustria, Bélgica, Suécia e República Checa.
Foi das minhas grandes experiências, e das melhores coisas em que me inscrevi em 2016, principalmente porque conheci muitas pessoas, novas realidades, e paisagens magnificas.
Aconselho que participem porque nos dá oportunidade de viajar para locais onde seria muito complicado ir, sem sair de casa.

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Viagem ao Passado: Tina Turner


Desta vez iremos ainda mais para trás, viajaremos até meados dos anos 1950, em que Anna Mae Bullock, mais conhecida por Tina Turner, iniciou a sua carreira musical. Contudo só atingiu a fama em 1960, quando integrou o duo Ike & Tina Turner, que ficou conhecido pelo cover "Proud Mary".


Lançou o seu primeiro disco a solo em 1974 intitulado "Turner Turns the Country On"
Em 1983 lança o disco "Private Dancer". O álbum foi um sucesso mundial, alcançando o número três na Billboard 200 dos EUA.
Uma das artistas mais populares em todo o mundo, é considerada "A Rainha do rock 'n roll", sendo a artista feminina mais bem-sucedida no género, tendo vencido oito vezes o Grammy Awards, lançado 10 discos a solo e vendido mais de 200 milhões de cópias no mundo todo. A revista Rolling Stones classificou Tina Turner como uma das "10 Maiores Artistas de Todos os Tempos".
Dos seus grandes sucessos destaco o meu preferido, "Simple the Best", mas também
"What's Love Got To Do With It", "I Will Always Love You","I Don't Wanna Lose You" "Love Thing", "I Wanna Dance With Somebody" entre muitos outros sucessos.

Até à próxima viagem!
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Opinião Literária: Nicholas Sparks - No Teu Olhar



No teu Olhar
de Nicholas Sparks
Título Original: See Me
ISBN: 9789892333786
Edição: 11-2015
Editor: Edições Asa
Idioma: Português
Género: Romance
Páginas: 520
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Goodreads: 3,95✯ (aqui)

Sinopse:
Colin Hancock é jovem mas já viveu mais violência e abandono do que a maioria das pessoas. Foi perante o abismo que tomou a corajosa decisão de começar de novo. Agora, o emprego num restaurante da moda pode não o satisfazer, mas o sonho de se tornar professor parece cada vez mais perto de se concretizar. Dar às crianças o carinho e a atenção que ele próprio não teve é o seu grande e único objetivo… mesmo que o preço a pagar seja a solidão.
Maria Sanchez também deseja, acima de tudo, uma vida calma. Filha de imigrantes mexicanos, aprendeu desde cedo o valor do trabalho árduo, da ética e da lealdade. Para ela, bastam-lhe o emprego num prestigiado escritório de advogados e uma noite tranquila em casa para repor as energias. Nem a insistência da sua irmã surte efeito. Com uma profissão tão arriscada, Maria aprecia a segurança que o isolamento lhe dá.
Colin e Maria não foram feitos um para o outro. Ele representa tudo aquilo que ela despreza, é o típico meliante que ela está habituada a ver atrás das grades. E quando se cruzam numa noite de tempestade, o fosso que os separa é profundo e evidente. Mas, a partir desse momento fortuito, as suas vidas não voltarão a ser as mesmas.
Conseguirão eles ver para além das aparências? Ler nos olhos do outro o que de mais profundo lhe vai na alma? Ceder à persistente memória daquela noite?

A Minha Opinião:
Colin e Maria não são minimamente parecidos, mas quando numa noite de tempestade ele a ajuda e posteriormente a irmã os apresenta, o destino deles estava destinado. 
Gostei muito da forma como o autor criou o Colin, a personagem tinha história, e tinha um percurso e ainda o estava a percorrer. Colin tinha um passado triste e violento, mas estava a tentar mudar, e sem dúvida que o seu sonho de ser professor era bonito, e fora no curso que conhecera a irmã de Maria, era também lutador, sendo aí que começa a história. 
Enquanto Maria, era uma latina, filha de imigrantes Mexicanos, sabia bem o que era o trabalho árduo. Trabalhava como advogada, mas estava pouco satisfeita com o seu trabalho na firma. Uma das coisas que gostei na personagem da Maria, foi que não era uma dozela em apuros, tinha personalidade e isso é essencial para que nos conectemos com as personagens.
Eu sou fã incondicional do Nicholas Sparks, e este livro é sem dúvida o meu preferido dele até ao momento. É diferente de todos os outros, mantém o romance de que nos habituou, mas adicionou ação, suspense e mistério à história e isso só a tornou ainda mais interessante, quando normalmente os livros dele são para andar com um maço de lenços atrás. Não sei se é uma mudança na sua escrita para se reinventar, mas se for tem todo o meu apoio! Acabei por devorar o livro em pouco tempo e só via a altura de realmente chegar ao fim e resolver todos os enigmas. 
A própria forma como nos apresenta o enredo é maravilhosa, a terceira pessoa encaixa perfeitamente, e nem é uma narração que eu aprecie muito, mas a forma como é narrada, de uma forma neutra e omnipresente, faz com que entremos na história. 
Tanto a capa como a sinopse capta logo a atenção do leitor, pessoalmente prefiro a da versão portuguesa à americana. Acho que esta apela mais ao futuro leitor, mas uma coisa é certa nunca se julga um livro pela capa, mas pelo menos para mim é uma das razões que me faz pegar num livro completamente desconhecido e do qual não tenha qualquer referência. 
Sem dúvida que recomendo este livro, mesmo para quem não é propriamente fã de Nicholas Sparks ou mesmo de romances, este livro adiciona um pouco de thriller, que o faz ficar perfeito!


Classificação


Outras Capas

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Viagem ao Passado: Aerosmith


Esta semana voltaremos a viajar novamente até 1970, para conhecer outra banda de rock, mas desta vez americana, conhecida por: "A Maior Banda de Rock and Roll da América" formada por Joe Perry, Tom Hamilton, Steven Tyler, Joey Kramer e Ray Tabano, os Aerosmith
É a banda de rock norte-americana que mais vendeu em toda a história, com mais de 150 milhões de álbuns vendidos ao redor do mundo , incluindo 66.5 milhões vendidos, somente nos Estados Unidos.  Eles também detêm o recorde do maior número de álbuns com certificações de ouro e multiplatina de um grupo norte-americano.
 A banda conseguiu colocar 21 músicas no Top 40 da Billboard Hot 100, 9 músicas no topo do Hot Mainstream Rock Tracks, ganharem 4 Grammy Awards e 10 MTV Video Music Awards. Eles foram induzidos no Hall da Fama do Rock and Roll em 2001, e foram incluídos nas listas de 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos da Rolling Stone ficando na 59° posição.
Das suas músicas destaco “I Don't Want to Miss a Thing” a minha preferida, “Crazy”, “Cryin’”, “Angel” entre outras fantásticas.


Espero que tenham gostado da viagem, até ao próximo destino. 
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Série: Vidago Palace


Nome: Vidago Palace
Canal: RTP 1
Produtora: Portocabo
Idioma: Português, Galego
Onde ver: RTP Play

Sinopse:
Uma história passada durante o Verão de 1936 no Vidago Palace, repleta de romance, paixões, ódios, traições, mistério e suspense
Vidago Palace tem como pano de fundo o ano de 1936 e conta-nos uma história de amor entre dois jovens de classes diferentes, dispostos a enfrentar todos os obstáculos.
Uma história repleta de romance, paixões, ódios, traições, mistério e suspense.
1936. O Vidago Palace Hotel acaba de inaugurar o seu campo de golfe desenhado pelo célebre arquiteto escocês Philip Mackenzie Ross.
A combinação de um palácio com tratamentos termais e um campo de golfe de luxo acabaria por colocá-lo entre as estâncias europeias de maior prestígio nesse período, atraindo assim uma diversidade de clientes abastados, desde a mais fina aristocracia europeia até à mais robusta burguesia portuguesa. Todos apreciam especialmente as famosas festas nele organizadas e os longos passeios pela floresta envolvente.
Nesse verão de 1936, junta-se um lote especialmente heterogéneo e marcante de hóspedes. Famílias portuguesas, espanholas, francesas, inglesas e alemães convivem ao longo das férias no Hotel. Muitos trazem os criados que se instalam no 3º piso do Hotel.
A Europa está em convulsão. Os ventos de guerra já sopram. Hitler prepara o terreno para a II Guerra Mundial. A Espanha está em plena guerra civil.
Este é o pano de fundo para uma história repleta de romance, paixões, ódios, traições, mistério e suspense.
Uma história integralmente passada no Verão de 1936 no Vidago Palace.

A minha Opinião:

Desde já é de frisar a parceria com a TVG, que leva esta série para um novo nível. Tem por isso a presença de atores galegos, que dão à história veracidade. 
Vi a série desde do primeiro dia, e apaixonei-me pelo amor do Pedro e da Carlota. Tudo começa como um momento de constrangimento para ela, mas o amor dele já vinha de trás. Apesar da classe social da Carlota, apesar da família estar falida, ela é uma rapariga simples, que acredita que viverá o seu verdadeiro amor. 
É nos demonstrado o peso da classe social na época, e também o poder do nome da família, e o que são capazes de fazer para o manter. Daí vem a mãe de Carlota, a condessa de Vimieiro, e aquela que lidera a família, obrigando a filha a casar com César Augusto, um herdeiro de uma basta fortuna.
É uma mini-série histórica, que nos dá o retrato daquela época, não apenas pela história de amor, mas pela veracidade do que acontecia naquela altura, como os Jogos Olímpicos de Berlim, a Guerra Civil Espanhola, entre outros, o que nos leva para a história de fundo, que permite nos conectar com a própria história. 
De negativo apenas destaco o facto de estarem constantemente a introduzir memórias que aparecem "do nada" e para os mais distraídos podem baralhar-se. 

Classificação:

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Cinema: Ladrões com Muito Estilo

Título original: Going in Style
De: Zach Braff 
Com: Morgan Freeman, Joey King, Ann-Margret, Matt Dillon, Michael Caine, John Ortiz 
Género: Comédia
Duração: 96 Minutos
Ano: 2017
País: Estados Unidos da América



Sinopse:
"Há já várias décadas que Willie, Joe e Albert (Morgan Freeman, Michael Caine e Alan Arkin, respectivamente) são amigos inseparáveis. Reformados e com pouco que fazer, levam uma vida tranquila e rotineira. Mas quando descobrem que, por culpa do banco, perderam todo o dinheiro que lhes garantia uma reforma condigna, ficam sem saber o que fazer. É então que Joe, ao testemunhar um aparatoso assalto a um banco, encontra aí a solução para todos os problemas. Se, a princípio, os companheiros acham a ideia estapafúrdia, depressa o desespero e a atraente visão de viver uns últimos anos sem preocupações financeiras os convence a alinhar no plano. O grande problema é que nenhum deles sabe, sequer, empunhar uma arma…

Com assinatura do actor e realizador Zach Braff ("Garden State", "Dava Tudo para Estar Cá") e argumento de Theodore Melfi, uma comédia de acção que tem por base a história já antes contada no filme "A Quadrilha do Reumático", realizado por Martin Brest, em 1979." in PÚBLICO

Trailer:


Minha Opinião:
Fui para o cinema com muitas expectativas, o trailer mostrava que o filme iria ser realmente de comédia, o poster adoçava ainda mais o apetite, e para cereja no topo do bolo, o leque de atores, que era sem dúvida de luxo. 
Logo no início do filme, levamos com o choque de uma realidade que a todos nos vai ser íntima, ser idoso, ser vulnerável ao mundo, e de não ter no governo o apoio para o qual trabalhámos. São 3 homens, 3 amigos, com percursos de vida diferentes, mas com algo em comum alguém da amizade, e com o antigo trabalho em comum. E quando vêem toda a sua vida por água abaixo, quando ficam sem a sua reforma.
A ideia é peregrina, é doida, mas sem dúvida que ninguém acreditaria que seria possível. Leva-nos para outra questão: Não estaremos a subestimar os idosos? Afinal eles têm tanto a ensinar, e ninguém lhes dá o devido valor.
Acima de tudo este filme não é apenas mais uma comédia, é daqueles em que saímos do cinema e andamos ali, dias e dias a matutar no que nos foi transmitido. 
Ri-me, encolhi-me na cadeira, e sinceramente vivi aquele filme como nunca o tinha feito.


A Minha Avaliação:



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Opinião Literária: Joanne Harris - Maligna


Maligna
de Joanne Harris

ISBN: 9789892316383
Título Original: The Evil Seed
Editor: Edições Asa
Edição ou reimpressão: 1992, 2011
Idioma: Português
Género: Terror, Romance
Páginas: 352
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Goodreads: 2,98✯ (aqui)


Sinopse:
Algo dentro de mim recorda e não esquecerá...
Alice e Joe têm em comum a paixão pela arte - ela é pintora e ele é músico - e, em tempos, estiveram também unidos pelo amor que sentiam um pelo outro. As suas vidas seguiram diferentes rumos, mas o reencontro é inevitável. Joe tem agora uma nova namorada, Ginny, que provoca em Alice uma intensa perturbação. A beleza etérea e singular de Ginny repele-a, e o seu sinistro grupo de amigos atemoriza-a.
Os hábitos estranhos da jovem deixam Alice suficientemente inquieta para levar a cabo uma investigação por conta própria. E o que descobre vai mudar tudo. Ginny tem em seu poder um velho diário que conta a trágica história de amor de Daniel Holmes e Rosemary Virginia Ashley, cujo poder de sedução não conhece limites. Só que Rosemary morreu há meio século… mas o seu magnetismo não está certamente extinto.
À medida que as histórias se entrelaçam, passado e presente fundem-se; Alice apercebe-se de que o seu ódio instintivo em relação à nova namorada de Joe pode não se dever apenas ao ciúme, já que algo em Ginny a arrasta irremediavelmente para um universo de insondável obsessão, vingança, sedução e sangue…
A Minha Opinião:
Primeiro de tudo comprei este livro numa feira do livro de uma grande superfície sem saber bem o que estava a comprar. O livro era barato, se não me engano pouco mais de 3€, a sinopse era interessante e porque não? É algo que faço bastante, comprar livros à descoberta.
Surpreendi-me logo nas Notas de Autora quando esta afirma que o livro costumava estar na secção de terror. Pensei em nem sequer continuar a ler, não era um género que apreciasse, mas resolvi ler o livro.
Na realidade não o encarei como um livro de terror, mas sim suspense e mistério. Adoro mistérios, e este não foi excepção. Além disso a forma como está organizado o livro é bastante interessante, mostra-nos os diferentes pontos de vista das personagens principais, que eu até a data nunca tinha visto num livro, dando-me ideias para um dos meus livros.
Passamos o livro a tentar perceber, o que de tão especial tem Rosemary para deixar os homens completamente encantados por ela, e a acompanhar Alice na sua própria investigação, que além de ser louca é também muito perigosa, afinal ela está a pisar terreno que desconhece.
De negativo apenas destaco os capítulos finais, pelo facto que serem misturados pontos de vista, que na minha opinião tornam complicado acompanhar o que se está a passar na cena.
Tirando isso, adorei o livro, é diferente do habitual e isso é sem dúvida um ponto muito positivo, além de ser escrito pela excelente Joanne Harris, que já nos habituou a excelentes obras, e sendo esta a sua primeira é sem dúvida um fantástico livro.
Boas Leituras!
Classificação


Outras Capas

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Viagem ao Passado: Queen


Viajaremos até aos meados de 1970, onde no Reino Unido era formado o grupo por Brian May, Freddie Mercury, John Deacon e Roger Taylor, chamado Queen. É citado como um dos expoentes do seu estilo, também sendo um dos recordistas de vendas de discos a nível mundial. A música da banda também é conhecida por ser altamente eclética, passeando por várias vertentes do rock.
Em 1991 faleceu o vocalista da banda, Freddie Mercury, aos 45 anos de idade vítima de SIDA, contudo ainda hoje é citado como principal influência de muitos outros cantores e bandas.
Os Queen já venderam mais de trezentos milhões de discos em todo do mundo, tendo lançado quinze álbuns inéditos, várias coletâneas e trabalhos em vídeo. O grupo foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em 2001 e ganharam uma estrela na Passeio da Fama de Hollywood em 2005.
As músicas mais conhecidas são sem dúvida “We are the Champions”, “I Want To Break Free”, “Don’t Stop Me Now”, “Bohemian Rhapsody” e muitas outras que continuam ainda bem presente na memória dos fãs. Pessoalmente são as minhas preferidas, principalmente “Don’t Stop Me Now”, pela sua musicalidade e energia.

Convido também a ver uma das audições para o Britain’s Got Talent em que uma orquestra fez um cover surpreendente da música “Don’t Stop Me Now”.

Espero que tenham gostado e até à próxima viagem!
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Bem Vindos


Muito bem vindos ao meu mundo! Aqui falarei um de um pouco de tudo, mas sem dúvida que o meu foco é a arte, os livros, cinema, TV, DIY.
Sinceramente espero que gostem e que sigam o blogue, tanto aqui como nas redes sociais!
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