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Opinião Literária: Aurélie Valognes - Não Há Rosas sem Espinhos

Não Há Rosas sem Espinhos
de Aurélie Valognes 
Título Original: Minute, papillon!
ISBN: 9789898761354
Edição ou reimpressão: 11-2018
Editor: 4 Estações Editora
Páginas: 264
Género: Romance
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Bertrand
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Goodreads: 3,68✰ (aqui)

Sinopse:
Rose, 36 anos, celibatária e dedicada a família, depois de perder o pai e o emprego, toma conhecimento que seu único filho de 18 anos, vai sair de casa para ir viver com a namorada. Rose desaba completamente. Busca então uma solução para a sua vida, trabalhar como baby-sitter de um lulu-da-pomerânia, Pépete, da prepotente Verónique Lupin e ainda cuidar da da mãe de Verónique, uma idosa rica e decrépita. O romance relata com muito humor e profundidade, por vezes até de forma comovente, o relacionamento sem bom senso de Rose com o filho, assim como com as duas mulheres com quem passa a conviver, aliás personagens memoráveis e coloridas.


A Minha Opinião

Este livro foi-me gentilmente cedido pela 4 Estações Editora, a quem eu agradeço, e é o segundo que eu leio da autora, sendo o primeiro o "Viver na Flauta", do qual gostei muito.
Este livro segue a vida de Rose, uma jovem de 36 anos, babysitter de profissão desde que o seu filho nasceu, e para quem vive. Após a passagem de ano os astros enganam-se muito quanto ao seu futuro, sendo algo que ela segue atentamente, e acaba por ficar sem emprego, o filho, com quem a relação andava conturbada sai de casa para ir viver com a namorada, e mundo dela desaba por completo. Quanto ao emprego, o assunto fica resolvido rapidamente, quando uma ricaça aparece à porta dela para lhe "impor" o emprego, que ela nem sabe bem o que é, a senhora não se explica, mas quanto ao filho as coisas só parecem piorar, e ela tem de conseguir equilibrar tudo para voltar a ter a sua vida de volta.
Esta história é um chick-lit autêntico, com uma personagem principal dramática e muito engraçada, mas que acaba por ter uma baixa autoestima, e por a felicidade dos outros acima da sua, e isso não é positivo, porque por norma as pessoas não lhe dão o devido valor.
Como fada madrinha desta Cinderela trintona, temos uma velhota adorável, Colette, que passa a vida no chuveiro e a desinfectar tudo dentro de casa, e sair dela, nem pensar. Se de inicio as duas senhoras não podem uma com a outra, acabam por se entender e tornarem-se amigas. Collete acaba por dar uns pontapés no traseiro a Rose, para que ela acredite nela, faça as coisas pela sua felicidade, e que queira melhorar a relação com o filho, porque Collete percebe-a melhor que ninguém.
O que eu tive pena no livro é que me soube a pouco, havia ainda tanto para contar, duplicando à vontade as páginas do livro e contando sempre coisas novas, porque quando o livro acabou, na minha opinião, a vida da Rose estava a começar. Talvez fosse esse o objetivo. 
Depois de ler dois livros da autora, acho que ela gosta sempre de acrescentar um velhinho com a cabeça avariada na história, e que ou são os protagonistas ou como neste caso a antagonista da história e a grande culpada para o final que teve. E também adoro os títulos dos capítulos bastante divertidos, e começamos logo a rir.
A escrita da autora é fluída, fácil de compreender, sem aqueles floreados e muita descrição. Isso facilita a leitura, a acompanhar com a edição, com uma letra grande, que faz com que não tenhamos de ler com uma lupa, torna a leitura muito mais agradável.
Em suma, eu gostei do livro, mas queria mais, se houve uma continuação eu ficava muito contente. Afinal a Rose ainda tinha tanto para viver, que eu quando li "FIM" nem quis acreditar.
Recomendo este livro a quem gosta de histórias dramo-divertidas, mas que no fim das contas, nos fazem pensar na nossa vida e no mundo em geral. 

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Nota: Ao clicar nas imagens será dirigido para a opinião de outros livros da autora. Estará sempre atualizado, fazendo com que possa haver mais livros do que os que aparecem na imagem.

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Opinião Literária: Aurélie Valognes - Viver na Flauta

Viver na Flauta
de Aurélie Valognes
Título Original: Mémé dans les orties
ISBN: 9789898761385
Edição ou reimpressão: 05-2018
Editor: 4 Estações Editora
Idioma: Português
Páginas: 248
Género: Romance, Humor
Compre na 
Wook
Livro (aqui) Ebook (aqui)
Bertrand
Livro (aqui) Ebook (aqui)
Goodreads: 3,57✮ (aqui)

Sinopse:
Um romance repleto de vida que vai fazê-lo sorrir do princípio ao fim. Ferdinand Brun é um homem estranho. Não tira prazer de estar vivo, e permanece obstinadamente aborrecido. À semelhança de um parasita, ele passa o tempo a planear as partidas mais malvadas possíveis. Mas um dia as coisas mudam e a sua única amiga, Daisy, a cadela, desaparece. A vida de Ferdinand desmorona. Quando Juliete e Béatrice entram no seu mundo, Ferdinand dá por si a ter de aceitar todas as mudanças radicais...
Aurélie Valognes é uma figura proeminente da ficção francesa de entretenimento. Nasceu e cresceu perto de Paris, em França. Após uma carreira inicial como gestora de marca, foi viver para Milão. Neste período reativou a sua paixão pela escrita. O seu primeiro romance, Mémé dans les orties foi originalmente publicado na Amazon e tornou-se num best-seller. Descoberta pelo editor Michel Lafont, a obra é publicada e torna-se um êxito nas livrarias e, tal como na Internet, desfruta rapidamente de sucesso. A publicação em livros faz disparar as vendas para centenas de milhares de exemplares e a obra é traduzida para muitos idiomas em vários países. E publicada em Portugal com o título de Viver na Flauta.

A Minha Opinião:
Primeiro quero agradecer à 4 Estações Editora por me ter disponibilizado o livro, para dar a minha opinião aqui no blogue.
Este livro conta a história de Ferdinand, um velhote rabugento, divorciado e sovina, com um prazer em arreliar os outros, e preparar as partidas mais maldosas, o que faz com que ninguém goste dele no prédio, principalmente a porteira que quer que ele se vá embora. A única pessoa de quem ele gosta é da Daisy, a sua cadela, que está lá sempre para ele, e que é a sua melhor companhia, e quando esta desaparece o seu mundo vira-se de cabeça para baixo, já não há razões para viver. Acaba por ser atropelado por um espelho do autocarro e vai parar ao hospital, fazendo com que a filha lhe faça um ultimato, ou ele fica simpático e começa a cuidar da casa e de si, ou leva-o para um lar. Nessa altura aparece um novo vizinho, um viúvo com duas filhas, e a mais velha, Juliette, enfia-se na casa de Ferdinand sem que este dê permissão, porque é teimosa e quer domar o velhote, e amansar o seu coração.
O Ferdinand é das personagens mais engraçadas que eu já vi, ele tem uma maneira de ver a vida muito interessante, muito poupado, para ele os filhos são um gasto de dinheiro, não gosta que ninguém lhe toque à campainha, pois diz que ainda tem que ser ele a pagar a electricidade para o virem chatear. Ou seja ele é um rabugento de primeira!
Os títulos dos capítulos são muito divertidos, e é este o fundo o livro, muita animação, num prédio cheio de pessoas da terceira idade, com uma porteira que vigia cada um dos moradores como se fosse um cão de vigia, e que não deixa que ninguém quebre nenhuma regra.
Aconselho este livro a quem adora ler livros divertidos, que mostra que a idade não define uma pessoa, e acima de tudo que estamos sempre a tempo de mudar as coisas, de nos aproximar-mos da família e de tentar corrigir os erros do passado. 
A Minha Classificação:



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