Crítica Literária: John Green - Cidades de Papel

20:11 Liliana Silva 1 Comments

Cidades de Papel
de John Green

ISBN: 9789722352925
Edição ou reimpressão: 04-2014
Editor: Editorial Presença
Páginas: 304
Género: Romance

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Livro: 15,90€ 

Sinopse:
Quentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman são vizinhos e amigos de infância, mas há vários anos que não convivem de perto. Agora que se reencontraram, as velhas cumplicidades são reavivadas, e Margot consegue convencer Quentin a segui-la num engenhoso esquema de vingança. Mas Margot, sempre misteriosa, desaparece inesperadamente, deixando a Quentin uma série de elaboradas pistas que ele terá de descodificar se quiser alguma vez voltar a vê-la. Mas quanto mais perto Quentin está de a encontrar, mais se apercebe de que desconhece quem é verdadeiramente a enigmática Margot.

Cidades de Papel é um romance entusiasmante, sobre a liberdade, o amor e o fim da adolescência.

Criticas da Imprensa:
«Diálogos genuínos – e genuinamente divertidos - …mistério… e personagens secundários encantadores. Uma combinação de sucesso.»
Kirkus Reviews

«Este livro fez-me refletir mais profundamente sobre a vida e sobre como as pessoas reagem às coisas de forma diferente.»

The Guardian

A Minha Opinião:
Eu devo ser das poucas pessoas que nunca li "A Culpa é das Estrelas" acho que é um livro tão triste que nunca tive coragem de me aventurar nele, contudo já me entrelacei noutras obras do John Green. Eu nunca vi o filme, e sinceramente até tenho medo de o ir ver.
O livro conta a história de Margot, uma rapariga que não tem medo de nada, que tem as melhores histórias da escola, e todas comprovadas, tudo isto através dos olhos de Quentin, ou Q. como é chamado. Foram amigos em crianças, mas a vida separou-os e um acidente também. Desde daí que Q. tem um fascínio por Margot, para não dizer paixão.
Ele é bom aluno, ajuizado, mas quando Margot lhe faz uma proposta louca ele aceita, porque era ela.
Quanto às personagens, acho que eles eram extremos, afinal a Margot é completamente louca, enquanto o Q. mais contido, mas ele foi ao extremo.
A história não me cativou por completo, eu gostei, principalmente do mistério, de tentar resolver o enigma juntamente com o Q., mas não consegui entrar completamente na história, nem perceber algumas coisas. Por exemplo, eu consegui compreender a Margot, mas a forma de ela resolver os problemas estava longe de ser a melhor. E admito que o final estava bem longe do que eu esperava.
Resumindo, para quem gosta de histórias com adolescentes, eu aconselho!
A Minha Classificação:

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