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Opinião Literária: Grace Burrowes - Sarilhos com Duques

Sarilhos com Duques
(Noivas da Regência #1)
de Grace Burrowes 
Título Original: The Trouble with Dukes
ISBN: 9789897419515
Edição ou reimpressão: 06-2018
Editor: Quinta Essência
Páginas: 336
Coleção: Noivas da Regência
Género: Romance, Romance de Época
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Bertrand
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Goodreads: 3,63✯ (aqui)


Sinopse
Dizem as más línguas que o novo duque de Murdoch, Hamish McHugh, é um brutamontes e um assassino. e pior do que isso… escocês!!! Seria impensável deixá-lo sozinho com uma mulher de bem. Mas Meghan Windham consegue detetar em Hamish algo especial…

No campo de batalha não havia guerreiro mais feroz do que ele. Mas o palco de guerra agora é bem diferente: a temporada social londrina! Mas Hamish é capaz de tudo para agradar às suas irmãs… até mesmo ter aulas de dança com a jovem Miss Windham. e embora ela não se deixe intimidar pelo temperamento dele, Hamish pressente que também Meghan trava uma luta…

Por ela, Hamish está disposto a pegar em armas mais uma vez…
Por ela, é bem capaz de perder o coração…
Sarilhos com Duques apresenta-nos a belíssima série Noivas da Regência - bem como a talentosa Grace Burrowes, que depressa se tornará uma preferida dos nossos leitores…

A Minha Opinião
Neste livro nós conhecemos a Meghan Windham, uma jovem solteira, cegueta sem óculos, e que vive acorrentada a erros do passado. Era jovem, inocente e foi facilmente ludibriada pelo seu apaixonado, que mais tarde virou sapo. Agora vive a temporada de Londres rezando que ele encontre outra jovem para chatear em vez dela. Por outro lado temos Hamish McHugh um escocês, recentemente promovido a duque, duque de Murdoch, mas todos têm medo dele, por ser associado a actos violentos quando andou na guerra. Com esses boatos ele vive bem, mas com a ideia de ser duque e ter de conviver com os seus pares não, ele não aprecia particularmente os ingleses. Até que conhece Meghan, salvando-lhe os preciosos óculos que se preparavam para ficar estilhaçados no chão. Depois desse primeiro encontro casual, mais se seguem, inicialmente Hamish é obrigado pelas irmãs a socializar com os Windham, e consequentemente com Meghan, mas rapidamente gosta da sua companhia.

Este é o segundo livro que leio da autora, o primeiro foi o segundo da série, mas em nada dava a entender o que acontecia neste, logo, foi uma surpresa todos os acontecimentos. Também já tinha ouvido falar muito deste livro, uma opiniões menos boas, outras melhores, mas admito que parti com uma certa reticência para a leitura. 
Uma das coisas que tenho a apontar é que a autora não se limita a um romance de época simples, inclui pontos de vista para além das personagens principais, e tem sempre um objetivo que não é necessariamente o amor das duas personagens, e talvez isso não agrade a toda a gente e torne um pouco confuso. 
Dito isto, eu no inicio do livro, aí nas primeiras 100 páginas, não estava a perceber muito bem o que estava acontecer e qual era o objetivo do livro, mas depois entrei na história completamente e apaixonei-me pelas personagens. 

A Meghan vive com o preconceito de não ver bem, naquela época usar óculos não era bem visto, e fora da família existe quem goze com ela, todavia ela tem outra particularidade, caiu de amores por um jovem todo atraente e bem parecido que só se queria aproveitar dela, mais nada e agora está nas mãos dele, naquele tempo também não era hábito essas liberdades, e é mesmo por isso que ela agora está com as opções de futuro limitadas, só para evitar um escândalo. 
Já o Hamish parece um escocês grandalhão e mauzão, mas é apenas aparência, ele faz tudo pela família, só para eles estarem bem e felizes, diz que isso o faz feliz também. Com a Meghan ele engraça logo desde inicio, mas como pretende voltar para a sua casinha na Escócia, tenta não dar muito valor aos sentimentos, mas não consegue. Eu cá achei-o super fofo!

Eu gostei bastante do livro, não me arrebatou, mas trouxe algo novo. Todo o livro vai além da relação deles, tem também mistério e isso foi interessante de ver. Talvez ainda tivesse algumas arestas a limar, mas não deixa de ser uma boa história, que nos cativa e que nos faz torcer para que tudo corra bem no final. Não é um erótico, para quem não gosta desse género, este livro é uma boa aposta, contém cenas sexuais, mas muito ao de leve. 
Por isso, para quem gosta de romances de época, leiam este, é uma autora que escreve diferente, mas que nos trás uma história com mais dimensões e com os costumes da sociedade londrina bem patentes.


Classificação

Edições Pelo Mundo Fora

Leitura com Apoio
Opinião de Outros Livros da Série
Nota: Ao clicar nesta imagem será dirigido para as diversas opiniões de outros livros da série. Estará sempre atualizado, fazendo com que possa haver mais livros do que os que aparecem na imagem.

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Opinião Literária: Luanne Rice - O Último Beijo

O Último Beijo
(Hubbard's Point/Black Hall #6)
de Luanne Rice
Titulo Original: Last Kiss
ISBN: 9789898228123
Edição ou reimpressão: 04-2009
Editor: Quinta Essência
Páginas: 348
Género: Romance
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Goodreads: 3,85✮ (aqui)


Sinopse
A força incomparável do verdadeiro amor numa história marcante de uma comunidade a braços com um mistério devastador e de uma mulher que recupera o amor que acreditava estar perdido para sempre.

Um jovem de dezoito anos sai de casa, numa noite de Verão, e é encontrado morto - assassinado - menos de vinte e quatro horas depois. As pessoas lamentam o trágico acontecimento, mas a vida contínua. Contudo, e se o jovem fosse o nosso filho? Ou o nosso verdadeiro amor?
Quase um ano após a morte do filho, a cantora e compositora Sheridan ainda não consegue tocar uma única nota. Refugiada na casa de praia, vive paredes-meias com as memórias e com uma dor demasiado profunda para partilhar com quem quer que seja. Nem tão poço consegue consolar a namorada de Charlie, Nell Kilvert. A jovem, por seu lado, não descansará enquanto não descobrir o que aconteceu de facto ao seu amor, decide, então, chamar alguém que vai mudar a vida de todos - a alma gémea de Sheridan, Gavin Dawson.
Num barco ao largo de Hubbard’s Point, Gavin observa a casa da mulher que sempre amou. Sheridan havia também, um dia, acreditado no poder do amor. Mas essa crença morreu com o filho…

Profundamente emotivo, O Último Beijo evoca o poder do passado para sarar os corações partidos, mas também para reabrir velhas feridas, numa inesquecível história de amor.


Sobre a Autora
Luanne Rice é autora de mais de duas dezenas de livros, marcando regularmente presença na lista dos mais vendidos do New York Times, Washington Post e USA Today. A sua escrita, descrita pelo New York Times Book Review como uma «rara combinação de realismo e romance», tem fascinado milhões de leitores em todo o mundo. A autora está publicada em 25 países, com mais de 25 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Em Portugal, depois de A minha verdade é o amor, surge agora Espero por ti este Inverno. 
Rice desde cedo revelou talento para a escrita, tendo publicado o primeiro poema aos 11 anos e a primeira história aos 15. Depois de uma passagem pela Universidade do Connecticut, teve vários trabalhos até se dedicar em exclusivo à escrita. 
Luanne Rice vive entre Nova Iorque e Old Lyme, no Connecticut, na casa onde costumava passar os Verões quando era criança.


A Minha Opinião
Admito que peguei neste livro sem pensar muito bem no que estava a trazer da biblioteca, mas essa é também a magia de requisitar livros, não pensar no que trazemos.

A história deste livro tem como base uma morte, a de Charlie, a do filho de Sheridan. Ela refugiou-se em casa, não quer ver ninguém, basicamente o mundo morreu para ela, mas Nell, a namorada de Charlie, das poucas pessoas com quem Sheridan, ainda fala, não acredita na versão da polícia, e quer descobrir o que realmente aconteceu com Charlie, por isso contrata um detetive privado, Gavin Dawson. O problema é que Gavin está muito mais ligado ao caso, não fosse Sheridan o amor da sua vida. O seu objetivo é descobrir o que realmente aconteceu a Charlie e reconquistar Sheridan.

Eu não sabia o que esperar, e sendo muito sincera a capa induz para um tipo de romance que está longe de ser o que realmente o livro retrata. Sim, é um romance, mas com uma grande componente de mistério por detrás. Conhecemos toda a história do Gavin e da Sheridan, onde tudo começou, como acabou, e a de Charlie e Nell. São dois amores de gerações diferentes, mas intenso de igual forma. 

A parte de mistério, arrastou-se um bocado, na realidade parecia que o Gavin não saia da cepa torta e não investigava, só mais para o fim é que se começa a ver ele a começar a trabalhar a sério. Foi surpreendente o desfecho, não era algo que eu esperava, mas sinceramente eu nem sabia o que esperar, porque foi tão baseado no romance, que eu não fazia ideia do que tinha acontecido ao Charlie. 

A razão pela qual dou as 4 estrelas é pela parte do romance, pela intensidade de tudo vivido pelos dois casais, mais pela Sheridan e o Gavin, que é um romance que vem desde tenra idade. Ela consegue extrair o melhor dele, algo que ele não dá a mais ninguém. Digamos que ele sempre foi problemático, e nunca teve problemas em ir ao focinho a alguém, e que sempre foi a Sheridan o seu porto seguro, e por quem ele faz tudo. 
Contudo também tenho que dizer que me entediou em algumas partes devido às descrições, e à falta de diálogos.

Em suma, é um livro que recomendo para quem gosta de romance, mas também de mistério. A autora conseguiu juntá-los de forma inteligente, prendendo o leitor desde do inicio. 



Classificação

Capas pelo Mundo Fora

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Opinião Literária: Julie Garwood - O Segredo

O Segredo
(Highlands' Lairds #1)
de Julie Garwood 
Título Original: The Secret
ISBN: 9789897801587
Edição ou reimpressão: 07-2019
Editor: Quinta Essência
Páginas: 416
Género: Romance, Romance de Época
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Goodreads: 4,26✯ (aqui)



Sinopse
Judith Hampton tenciona ir à Escócia para acompanhar a sua querida amiga de infância, Frances, num dos momentos mais importantes da sua vida. Um plano simples que esbarra num obstáculo ancestral: Judith é inglesa e Frances é escocesa… e todos sabem que ingleses e escoceses são inimigos figadais! 

Frances envia o seu cunhado, Iain Maitland, para acompanhar a amiga na viagem. Embora vá a contragosto, Iain não tarda a perceber que Judith não só é lindíssima como absolutamente encantadora! A atração entre os dois é inegável, e depressa dá lugar a sentimentos mais profundos. Mas Judith tem um outro motivo - que mantém em segredo - para visitar as Terras Altas escocesas… algo que poderia arruinar o mais glorioso dos amores.


Sobre a Autora
Tendo crescido numa família de ascendência irlandesa, não é de admirar que Julie Garwood tenha uma veia de contadora de histórias. Só se pôde dedicar à escrita, porém, quando todos os seus filhos passaram a frequentar a escola. Já escreveu ficção juvenil, romances históricos e ficção contemporânea, e desde então figura com frequência nas listas de bestsellers. Atualmente encontram-se em circulação mais de quarenta milhões de exemplares dos seus livros, traduzidos para dúzias de línguas em todo o mundo. Mas, quer a história se passe na escócia medieval, na Regência inglesa, no Velho Oeste ou na Louisiana dos dias de hoje, os seus temas são recorrentes: família, lealdade e honra (com um bocadinho de humor à mistura). Julie vive no Kansas, e está sempre a trabalhar no livro seguinte.


Minha Opinião
Acho que temos um dos melhores do ano!!

Iain Maitland é o chefe do Clã Maitland, e quando o irmão se vê numa enrascada com o concelho por ter feito uma promessa à sua adorável esposa, Ian toma o seu partido, e acaba numa viagem a Inglaterra para ir buscar a melhor amiga da cunhada. Uma parte dele acha que ela não quererá ir, e faz questão de a levar à força só pelo trabalho que ela lhe deu, mas espanta-se ao reparar que ela realmente faz tenção de os acompanhar até à Escócia. 
Já Judith nunca pensou sequer em não ir, uma vez que prometeu à sua melhor amiga que estaria com ela no parto, o que não pensou era que fosse encontrar escoceses tão mal humorados e pouco simpáticos. Só que nem assim se deixa ir abaixo, não são os seus sentimentos que interessam mas os da sua amiga, e aliás, eles podem nem ser muito simpáticos, mas não consegue esconder que acha Ian atraente, e ele pouco a pouco lá se vai habituando à sua forma de ser e começa a pensar que não terá coragem de a levar de volta. 

Dizer que parti para este livro com expectativas altas é eu eufemismo, eu não esperava nada menos que maravilhoso, fantástico e que me deixasse de queixo caído. Verificaram-se as três! As minhas altas expectativas não vinham de opiniões que tinha lido, mas do outro livro que li da autora e que amei do fundo do coração, A Noiva. Entre os dois, escolher apenas um seria um sacrilégio, porque cada um tem os ingredientes certos para amolecer o meu coração de pedra. 

Este livro traz ao de cima ainda mais as rivalidades entre ingleses e escoceses, mas ao mesmo tempo uma amizade que transpôs toda a fúria entre ambos. Frances e Judith, duas crianças que se conheceram num festival dos clãs, para elas não havia nenhuma rivalidade, a amizade é que valia a pena, e mantiveram-na sempre. É algo admirável numa altura em que se dava tanta atenção às aparências, mas a verdade é que os defeitos que ambos os povos acusavam, para elas não existiam, foram bem recebidas nos dois lados da barricada. 
E tal como impressionou Iain, impressionou-me a mim, a lealdade que tinham uma para com a outra. Promessas que nunca quebraram, por mais que fosse fácil fazer. 

Depois toda a relação entre o Iain e a Judith. Apesar de ser resmungão, o Iain, é muito simpático para ela, preocupa-se com ela, e todas as intenções de se afastar dela, mal chegassem aos seus terrenos, acabam defraudadas, porque ele simplesmente não consegue. Às vezes é mauzinho para ela, não sendo completamente honesto nas suas palavras, e noutras vezes é ela que não se apercebe do que ele realmente lhe está a dizer. 
Já a Judith é obstinada por natureza, lida bem com a forma como é tratada pelas mulheres quando chega à Escócia, sendo algumas delas bem maldosas, mas tem um lado sentimental. Na minha opinião, ela apenas se preocupa com as ações das pessoas que ela realmente gosta. Depois teve um grave problema em adaptar-se às regras do clã, que para ela não fazem sentido (nem para mim!), acabando por arranjar alguns problemas. 
Juntos eles têm uma química única e fantástica, sendo um dos meus casais literários favoritos.

Não esquecendo o título e também a sinopse, que levam para um segredo, que desde cedo é revelado pela autora ao leitor, e mesmo tema de conversa entre as duas amigas, ou seja, o segredo é basicamente com Iain e o clã. É quando ele é revelado que se vê toda a intensidade da relação deles, e então o final partiu-me o coração, quase que libertei umas lágrimas, porque de tudo o que eu pudesse imaginar, nunca pensei naquilo.

Adorei, amei, e já o voltei a ler, não na totalidade, mas as partes que mais gostei, porque simplesmente não conseguia sair daquela história. Só para terem noção eu li o livro numas 5 horas, se tanto, porque eu não conseguia parar, sem saber como acabava. 
Resumindo, se gostarem de romances de época, leiam este livro, porque ele tem um misto de tudo o que faz um romance deixar-nos com o coração na boca e lágrimas nos olhos.


Classificação


Leitura com Apoio

Opinião de Outros Livros da Autora
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Outras Capas pelo Mundo

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Opinião Literária: Tillie Cole - Mil Beijos

Mil Beijos
de Tillie Cole 
Título Original: A Thousand Boy Kisses
ISBN: 9789897800894
Edição ou reimpressão: 05-2019
Editor: Quinta Essência
Páginas: 368
Género: Romance, Young and Adult
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Goodreads: 4,27✯ (aqui)


Sinopse:
Um rapaz.
Uma rapariga.
Um elo que se forma num segundo. Um amor que nem o tempo ou a distância poderão destruir, pois é eterno… 

O jovem Rune Kristiansen está de regresso a Blossom Grove, na Georgia. Foi nessa pacata vila que, com apenas cinco anos, conheceu o amor da sua vida: Poppy Litchfield. Foi lá que cresceram juntos, que planearam um futuro a dois. Quando Rune foi obrigado a partir, os jovens trocaram juras de amor eterno. Poppy prometeu esperar… e subitamente, deixou de dar notícias.

O que terá levado Poppy a remeter-se ao silêncio? 
Como pode ela ter esquecido tudo o que viveram juntos? 
Para poder avançar com a sua vida, Rune está decidido a deslindar o mistério do afastamento de Poppy. E também completar uma estranha e já antiga missão.

Mas Rune não podia adivinhar que o pior golpe ainda está para vir…. 


Depois de ler Mil Beijos, dificilmente irá esquecer o nome da sua autora, Tillie Cole. Vai rir, vai chorar, e vai reviver também o grande amor da sua vida…

A Minha Opinião
Eu não sei o que esperava quando comecei a ler este livro. Eu já há muito que ouvia falar dele nos blogues internacionais, mas não sabia do que falava ao certo, apenas que era uma história de adolescentes e que era muito boa. 

Mas vamos então à história, em que acompanhamos Poppy e Rune, desde dos seus 5 anos, que são vizinhos e que a partir do momento em que se conhecem ficam inseparáveis. Poppy e Rune juntos para sempre e para a eternidade. Aos 8 anos, a avó de Poppy falece, mas antes dá-lhe um frasco para para ela encha com mil beijos do seu amor, e Poppy fica a pensar que são muitos e que tem que começar depressa, só que Rune não fica nada contente por ela ir beijar outros meninos, e ali fazem uma promessa de que os lábios pertencem um ao outro. 
Depois somos transportados para a adolescência, onde eles vivem felizes, até Rune ser obrigado a voltar para a Finlândia devido ao trabalho do pai e se afastar de Poppy e aí tudo muda, porque Rune entra numa espiral de raiva, e quando deixa de ter noticias dela tudo fica pior, até que um dia volta para os EUA, e procura as respostas para todas as suas perguntas, apesar de não gostar delas. 

Este livro faz-me lembrar o livro Um Momento Inesquecível do Nicholas Sparks, e quem já leu este vai já ter uma ideia do que fala o Mil Beijos, ou melhor, um dos temas que mais aborda. A diferença para mim é que eu não gostei lá muito do livro do Sparks, mas adorei a adaptação ao cinema e adorei o Mil beijos. 

Tentar definir e falar deste livro é complicado. Vi opiniões de pessoas que não gostaram, têm as suas razões, mas eu não encontro nada que não tenha gostado, e daí as 5 estrelas. 
Adorei o romance deles quando eram mais novos, e toda a questão do frasco no inicio, foi tão mas tão fofa, até eu me apaixonei pelo Rune, apesar de ter sido a primeira vez que não o consegui imaginar na cabeça. Tenho a dizer que achei parvo para ele toda a sua vida se resumir à Poppy, mas quando se é adolescente as emoções são diferentes, e ele não condiciona de qualquer forma, respeita-a ao máximo, só a quer feliz e acho que isso muito bonito. A questão da rebeldia, eu compreendo, e apesar de achar exagerado, não sei como reagiria no lugar dele. De repente mudar de vida para o outro lado do oceano, e deixar tudo para trás? Não é fácil, apesar de ele ter disparado para todos os lados e magoado quem não merecia. 
Quanto à Poppy, é uma força da natureza, e acima de tudo passa-nos uma imagem muito zen e de que aceita o que a vida lhe dá. Acho que ensina muita coisa ao leitor, faz-nos ver a nossa vida em prespetiva e refletir. Viver o presente e não o passado. Todos nós dizemos isso, mas só quando a vida nos mostra que tem de ser assim para que possamos ser felizes é que realmente o fazemos. A Poppy também não pensa muito no futuro, aproveita cada momento, e se o amanhã não vier, viveu aquele momento que vale por uma vida inteira. 

No que diz respeito ao final não posso dizer que me surpreendeu, mas arrepiou, porque foi tudo escrito de uma maneira tão triste, mas ao mesmo tempo tão serena e realista, que eu tive de parar a leitura porque não dava mais. A autora encara o voltar para casa, de uma forma bonita e que faz pensar em muita coisa, e na forma como nós o encaramos. Arrisco-me até a dizer que parte do encanto deste livro vem da escrita da autora, que nos transporta para o momento em que tudo se passa. 

No momento em que estou a escrever isto (29/7/19), a edição portuguesa encontra-se esgotada, e é tão bom ver que os portugueses lêem, e que estão a comprar este livro, e que por isso, provavelmente, haverá uma nova edição, pelo menos eu espero. São poucos os livros que conseguem estes feitos, mas é a prova que ainda os há.

É um livro triste, arrisco-me a dizer que quem não deitar uma lágrimazinha tem um coração de gelo. A autora tenta mostrar que o verdadeiro amor é feito de pequenos momentos, daquilo que conseguimos ter, e que devemos viver a vida que podemos ter, ao máximo, às vezes há desvios ao plano inicial, mas temos de nos adaptar. 
O livro prometia fazer rir e chorar, e cumpriu. Num instante as lágrimas rebentam e noutro solta-se uma gargalhada, porque a vida é assim, feita de momentos tristes e de outros alegres. E é verdade, nunca esquecerei o nome de Tillie Colle, nem da Poppy e do Rune, e por isso nem preciso de dizer que recomendo muito que leiam.

Classificação

Capas pelo Mundo Fora
Não foram muito criativos na capa na maioria dos países. Tirando as apresentadas, a capa é igual à americana só mudando o nome do livro

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Opinião Literária: Cheryl Holt - O Herói Acidental

O Herói Acidental
(Série Homens Perdidos #2)
de Cheryl Holt
Título Original: Heart's Desire
ISBN: 9789897801266
Edição ou reimpressão: 05-2019
Editor: Quinta Essência
Páginas: 432
Coleção: Série Homens Perdidos
Género: Literatura Erótica; Romance de Época
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Goodreads: 4,04✯(aqui)

Sinopse:
Matthew Harlow acaba de se se tornar um herói nacional. Perante o dramático naufrágio de um navio, ele manteve a calma necessária para salvar os passageiros, entre os quais se incluíam membros da realeza. A sua nova condição de celebridade não lhe agrada minimamente, pois Matthew não passa de um soldado, um capitão no exército do rei. Mas o seu talento para a liderança não passa despercebido a ninguém, bem como a sua aparência distinta. Duas características pouco comuns num homem como ele, órfão e desconhecedor das suas origens …

Clarissa Merrick é pobre e solteira. Vive à mercê da crueldade dos primos na sua propriedade de Greystone… propriedade essa que acabou de ser concedida a Matthew pelos seus feitos heróicos. Mas quando Clarissa conhece o jovem capitão, a sua vida nunca mais será a mesma. A começar pelo facto de ficar sem teto! 

Mas os planos de Matthew são outros, e Clarissa faz parte deles… 
Conseguirá ela ajudá-lo a encontrar as respostas que tanto procura?


A Minha Opinião
Eu não acredito que Portugal é o único país que tem uma edição deste livro além da Americana, pelo menos no goodreads. É ótimo ver que as editoras Portuguesas apostam, primeiro em autoras que o público português gosta, e em séries que não estão a ser traduzidas noutros países.
Eu mal vi que este livro ia sair em Portugal, fiquei logo de antenas no ar, e assim que tive oportunidade pedi à editora, e esta muito gentilmente cedeu-me o exemplar, e estou muito agradecida. Eu já tinha lido o primeiro livro desta série, A Dama e o Vagabundo, (podem ler a minha opinião clicando na capa do livro que está no fim deste post), e tinha adorado, por isso as minhas expectativas estavam altas para este livro.

Mas vamos então à história, nela acompanhamos o Capitão Harlow, que recentemente tinha salvo pessoas que estavam a bordo de um navio que estava a afundar e passou a ser considerado um herói nacional, e o Rei para lhe agradecer, ofereceu-lhe uma propriedade rural que era de um devedor da coroa, Greystone. Matthew nem está muito interessado, não está preparado para uma vida no campo, mas o irmão mais novo, Rafe, convence-o a aceitar. Quando lá chegam percebem que os antigos donos ainda não deram corda aos sapatos e continuam lá, fazendo de conta que não vão ser expulsos a qualquer momento.
Uma das habitantes é Clarissa, uma jovem orfã, que foi aceite lá pelo antigo Merrick, mas está longe de pertencer à grande classe, é posta de parte pelos senhores de Greystone, e ela habituou-se a ser maltratada por eles. Quando Matthew chega, ela não vai com a sua cara, ele é arrogante, mandão, e acha que manda nela, mas a pedido dos primos, que nada merecem, acaba por se aproximar dele e talvez que não seja assim tão mandão...

Vou começar pelo que menos gostei no livro, que foi ele não se ter focado mais na relação da Clarissa com o Matthew. Claro que é o ponto principal, mas além dele, temos os famosos primos, que pelo estilo são tipo as irmãs da Cinderela, maus e feios, e também outra rapariga que foi acolhida pelo Merrick (também aquela casa mais parecia um orfanato) e o irmão de Matthew, Rafe. No meio deste imbróglio todo, temos aqueles dois, e parece que tudo anda demasiado depressa. Daí não ter dado as 5 estrelas, como se bem me lembro dei ao outro.

Quanto ao que mais gostei, é simples, a relação entre a Clarissa e o Matthew. Sim é rápida, mas algo nele a despertou para ela desde do primeiro momento. Talvez a sua determinação e o facto de não o tentar bajular seja a principal razão. Afinal ela tem mais impacto na vida dele do que alguma vez ele iria admitir.
Depois temos toda a história deles propriamente dita. Quem já leu as minhas opiniões sobre os romances de época certamente já sabe que eu não dou importância ao final propriamente dito, nós à partida já sabemos que eles acabam juntos, e esperemos que seja sempre assim, se não for, ficamos tristes, por isso o que interessa é a viagem. E neste caso a viagem é interessante, pondo à prova as normas da sociedade e também o que eles sentem. Apenas desvendo um bocadinho do véu, ele está longe de ser tão durão como faz parecer, pelo menos para ela.
Claro que não podemos esquecer a busca dos Blair pelos seus irmãos, e como é de esperar temos aqui o irmão gémeo do Michael, agora a questão é como é que eles se vão encontrar? Pois terão que ler para descobrir!!
Da vida do Michael sabemos pouco mais do que nos foi oferecido no livro anterior, não me importava de saber mais um bocadinho, espero que no próximo haja mais desenvolvimento sobre como está a vida dos restantes irmãos. E sim, eu já estou a salivar pelo próximo livro, que pelas minhas investigações será do Bryce! Estou ansiosa por ler!!

Em suma, eu recomendo, como sempre, este livro aos ávidos por romances de época, tenho a certeza que irão adorar. A autora, apresenta-nos uma história de amor que faz lembrar os bad boys e as nerds, só que aqui temos um durão militar e uma donzela inocente, acreditem que no fundo é tudo a mesma coisa, porque nos faz suspirar por um final feliz.


Classificação


Capas pelo Mundo Fora
Um minuto de silêncio por esta capa, e já agora, por todas as outras da série, que são lindíssimas, e bastante chamativas 😆😜😜

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Opiniões de Outros Livros da Série
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Opinião Literária: Elizabeth Hoyt - Sedução Irresistível

Sedução Irresistível
(Lenda dos Quatro Soldados #3)
de Elizabeth Hoyt 
Título Original: To Beguile a Beast
ISBN: 9789897261046
Edição ou reimpressão: 02-2014
Editor: Quinta Essência
Idioma: Português
Páginas: 340
Género: Romance, Romance de Época
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Goodreads: 4,04✯(aqui)

Sinopse:
O solitário Sir Alistair Munroe tem estado escondido no seu castelo desde o regresso das Colónias, com cicatrizes interiores e exteriores. Porém, quando una misteriosa beldade se apresenta à sua porta, a paixão que manteve controlada durante anos começa a ganhar vida.
Para fugir a erros passados, a lendária beldade Helen Fitzwilliam afastou-se do luxo da sociedade e vai para um castelo escocês semiabandonado… onde aceita o cargo de governanta. Contudo, Helen está decidida a começar uma nova vida e não permitirá que nem o pó nem um homem ríspido com cicatrizes a afugentem.
Sob o belo exterior de Helen, Alistair descobre uma mulher cheia de coragem e sensualidade. Uma mulher que não recua diante do seu mau génio ou das suas cicatrizes. Porém, quando começava a acreditar na existência do amor verdadeiro, o passado secreto de Helen ameaça separá-los. Agora a bela e o monstro devem lutar pela única coisa que não julgavam possível encontrar: um final feliz.

A Minha Opinião
Depois de ter lido o último livro da série "Coração Selvagem", fiquei curiosa, e como sou uma pessoa diferente resolvi ler os restantes livros, só que vai ser em sentido contrário. Claro que tirando algumas pequenas informações, as histórias podem ser lidas noutra ordem, por isso não há problema, e até é giro ver personagens que já conheço do livro seguinte a ser introduzidas neste!
Este livro começa com Helen e os seus filhos a chegarem ao castelo de Alistair, e a serem recebidos com um grito por parte da filha de Helen, ao ver um homem sem um olho, e com três pedras na mão por Alistair que não percebe o que fazem eles ali, afinal não precisa de nenhuma governanta. Só que Helen está decidida a provar-lhe o contrário, mesmo quando ele a enfia numa carruagem para ir embora e ela mesmo assim volta, afinal aquele castelo está numa autêntica lástima.
Como um bom romance de época, em parte a história é previsível, mas também é isso que uma pessoa gosta!
Helen nunca teve de trabalhar na vida, e tudo aquilo que ela tem que fazer no castelo faz-a crescer enquanto pessoa, e gostei dessa evolução da personagem. O mesmo acontece com Alistair, é amargurado com a vida porque esta lhe deu razões para isso, não tem um olho, tem a cara desfigurada, quando anda na rua crianças e mulheres gritam, como havia ele de se manter na sociedade? Assim, fecha-se no seu castelo, com a sua cadela e tem um empregado que lhe faz alguns recados. Acima de tudo ele não acredita que alguém poderá olhar para ele e ver algo além do monstro que ele parece.
Foi uma leitura compulsiva, e cada vez mais estou fã da autora e quero ler mais coisas dela, e ela acabou de lançar um livro de outra série!
Mas, em suma, recomendo este livro, para quem gosta de romances de época e acima de tudo para quem gosta de um livro fofo, para descontrair e com algumas cenas picantes.

Classificação

Outras Capas

Opinião Sobre os Outros Livros da Série
Nota: Ao clicar nesta imagem será dirigido para as diversas opiniões de outros livros da autora. Estará sempre atualizado, fazendo com que possa haver mais livros do que os que aparecem na imagem.

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Opinião Literária: Grace Burrowes - Coração Ardente

Coração Ardente
(Noivas da Regência #2)
de Grace Burrowes 
Título Original: Too Scot to Handle
ISBN: 9789897800931
Edição ou reimpressão: 03-2019
Editor: Quinta Essência
Páginas: 352
Género: Romance; Romance de época
Compre na 
Wook
Livro (Aqui) Ebook (aqui)
Bertrand
Livro (Aqui) Ebook (aqui)
Goodreads: 3,82✭ (aqui)

Sinopse:
Colin MacHugh é um homem de muitos talentos. Foi capitão no exército, liderou homens, resolveu problemas e lutou com valentia. Agora, porém, a sua luta é outra… contra as jovens debutantes com ideias de arranjar marido.
Até ao dia em que conhece a intrigante Miss Anwen Windham, cuja natureza reservada é rara e suficientemente enigmática para o cativar. E quando ela lhe pede ajuda para angariar fundos para um orfanato, Colin não hesita em aceder…
De facto, o jovem escocês parece ter sido a escolha ideal. Para além de saber lidar com os pequenos malandros, parece genuinamente interessado nas ideias de Anwen. Por sua vez, a jovem dificilmente consegue resistir àquele encantador sotaque. Mas Colin tem inimigos dispostos a tudo para o derrubar. Se partir, será o fim do orfanato… Se ficar, poderá pôr em risco o seu futuro com Anwen… e até a própria vida.

Sobre a Autora:
Grace Burrowes foi sempre adepta da escrita e da leitura, mas também deu aulas de piano e de ballet, escreveu textos técnicos e tirou o curso de Direito. 
Foi só depois de a filha sair de casa que resolveu dedicar-se à ficção. 
Nesse momento abriu-se uma porta, pois Grace não parou mais de escrever… 
Atualmente vive numa zona rural de Maryland, EUA, e adora receber cartas dos fãs.

A Minha Opinião:
  Vou admitir que parti para este livro um pouco de pé atrás. Tinha lido algumas opiniões menos positivas sobre o primeiro da série e por isso estava com medo de não gostar, mesmo que pela sinopse pensasse o contrário.
  O livro segue a vida de Anwen Windham, uma jovem que toda a família pensa que é muito frágil, devido a na infância ter estado às portas da morte, mas na realidade é cheia de vitalidade e de ideias pouco próprias para uma jovem da sua classe social, mas ela pouco se importa com isso. Para ela importam os seus meninos do "Lar para Meninos de Rua" que está na ruína.
  Já Colin MacHugh é um escocês que acaba em Londres depois de o seu irmão ter virado duque, e das suas irmãs estão a desfrutar da temporada pela primeira vez. É independente, tem o seu próprio rendimento, não vive às custas de ninguém como os seus novos amigos de Londres, que o estão a ajudar a entrar nos costumes da sociedade inglesa. O seu amigo mais próximo tenta que ele fique encantado pela beleza da sua irmã, mas Colin só tem olhos para a Miss Anwen que não é nada menos que a cunhada do seu irmão.
  Eu gostei bastante deste livro, é diferente do que eu já li do género e isso é sem dúvida um ponto a favor. Esta história não se baseia unicamente na história de amor da Anwen e do Colin, mas em todo o mundo envolvente deles. De um lado temos o problema do orfanato, que está com falta de dinheiro e corre o risco de fechar, e Colin sensibilizado com a dor de Anwen e também com os rapazes acaba por se envolver na causa para a tentar salvar, e do outro lado temos o que eu chamo "as sangugas da sociedade", que não são mais nem menos que os novos amigos de Colin, que o pobre coitado pensa que realmente querem o seu bem, mas no fim de contas querem apenas lucrar à custa disso. A autora mostra muito bem a sociedade da época, de um lado as damas que se acham a última bolacha do pacote e que por isso recusam os cavalheiros que não têm dinheiro ou posição social, e do outro os cavalheiros que como não são duques, vivem à custa dos rendimentos trimestrais que estes lhes enviam, e que procuram uma dama com o objetivo de viver à custa do dote delas. Foi talvez o que mais me enervou no livro, principalmente por ter a noção que era mesmo o que acontecia. 
  Quando à relação entre o Colin e a Anwen propriamente dita, foi do que mais gostei no livro. Eles já se conhecem do livro anterior, já existe desde aí o interesse do Colin, mas é neste livro que ele toma a iniciativa, e a Anwen em vez de se fazer uma enjoadinha, mostra que está à frente do seu tempo. Além disso, pela primeira vez existem duas personagens que não andam com joguinhos e mentirinhas, coisas que se acompanham as minhas opiniões eu me tenho queixado. Pela primeira vez, vi dois adultos que partilham os problemas e que não os escondem, ouvindo os conselhos que o outro tem para dar. 
  Em suma, é um livro que recomendo, e fiquei fã da autora. É algo diferente do habitual, mas como sempre com muito amor à mistura, não deixando de aquecer os nossos corações. 
Classificação

Leitura com Apoio

Outras Capas
Eu gosto sempre de avaliar as capas, mesmo que nem sempre deixe aqui a minha opinião, mas tenho a dizer que a portuguesa é a mais bonita, apesar de nem me queixar muito destas, que face ao que já vi noutros livros são umas flores. 
Deixo só uma curiosidade, a última capa desta fila, a francesa, não é nada mais, nada menos que do mesmo photoshoot que a capa do "Nobre & Poderoso" da Madeline Hunter.

Já leram alguma coisa da autora? Ficaram curiosos com este livro? Deixem tudo nos comentários e até ao próximo post!
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Opinião Literária: Julia Quinn - O Casamento Inventado

O Casamento Inventado
(Rokesbys #2)
de Julia Quinn 
Título Original: The Girl with the Make-Believe Husband
ISBN: 9789892344010
Edição ou reimpressão: 02-2019
Editor: Edições Asa
Páginas: 336
Coleção: Série Rokesby
Romance: Romance, Romance de Época
Compre na 
Wook
Livro (aqui) Ebook (aqui)
Bertrand
Livro (Aqui) Ebook (aqui)
Goodreads: 3,86✮ (aqui)

Sinopse:
Enquanto dormias…
Órfã e com o irmão ferido nos campos de batalha da América, Cecilia Harcourt vê-se perante duas opções aterradoras: ir viver com uma tia solteirona ou casar com um primo maquiavélico. 
A jovem escolhe a opção… três: atravessar o Atlântico e ajudar o irmão a recuperar. Mas após uma semana de buscas, Cecilia não encontra o irmão e sim o melhor amigo dele, Edward Rokesby. O galante soldado está inconsciente e a precisar desesperadamente de cuidados. Para lhe salvar a vida, Cecilia recorre a uma pequena mentira…

Eu disse a todos que era tua mulher.
Ao recuperar a consciência, Edward constata que não recorda nada dos últimos três meses. Mas… decerto que se recordaria de ter casado... ou não? Mas se todos dizem que assim é… 

Se ao menos fosse verdade…
A mentira que Cecilia contou pode pôr em risco todo o seu futuro, mas ela fê-lo por amor... pois quanto mais tempo passa com o jovem, mais intensos (e verdadeiros!) são os sentimentos que nutre por ele. 
E quando a verdade vier ao de cima, quem sabe o que irá acontecer?

O próprio Edward poderá ter também algumas surpresas por revelar…

A Minha Opinião:
Desde já quero agradecer à LEYA por me ter disponibilizado o livro.
Este livro é o segundo de uma série familiar, o primeiro é "A Indomável Miss Bridgerton", contudo tirando as últimas duas páginas, não há qualquer problema em ler este primeiro, não há spoiler até chegar ao fim.
O livro começa com o Edward a acordar, sem saber onde está, nem em que mês está, e vê uma jovem senhora ao seu lado, e chama por ela. Cecília não quer acreditar que ele a reconhece, quando na verdade nunca se viram antes, mas a verdade é que isso ajuda à sua pequena mentira, de que é mulher dele. Quando chegou a Nova Iorque à procura do irmão, Cecília descobriu que Edward estava numa igreja que tinha sido transformada em hospital, e já que não podia fazer nada pelo seu querido irmão, tencionava ajudar o melhor amigo dele, só que só deixavam entrar família, e ela num devaneio grita que é mulher dele. A partir desse momento, e até Edward acordar ela pretendia esconder a verdade, só que ele acredita que realmente se casou, apesar de não ter qualquer memória de tal acontecimento, e sem coragem de contar a verdade, a mentira continua...
Eu apaixonei-me pelo Edward, ele é um autentico cavaleiro. Simpático, elegante, respeitador ele faz suspirar as mulheres que passam por ele e cá para mim até quem lê. Já Cecília, apesar de parecer frágil, a verdade é que se meteu num navio sozinha, e vemos ao longo da história que de burra não tem nada, e que tem sempre resposta na ponta da língua principalmente para o coronel Stubbs que lhe tenta dar a volta em relação ao desaparecimento da irmão.
Quanto ao desenrolar da história, acabei por gostar mais do anterior, talvez pelo factor novidade, mas este não ficou muito atrás. Durante toda a história vamos percebendo como se desenvolve a relação dos dois, mas também esperamos o momento da revelação da mentira, que vou ser sincera, me surpreendeu, porque já li muita história com mentiras e nunca vi um desenrolar destes. Todavia continuo a achar que era mais fácil contar a verdade, mas raramente acontece e assim também não tínhamos história, se pensarmos bem.
Em suma, recomendo o livro para os fãs deste género de romance. Vivemos intensamente o amor daqueles dois e ao mesmo tempo o que os atormenta, a falta de memória, a mentira do casamento, e o que os junta, o desaparecimento do irmão de Cecília, Thomas.
Classificação:

Leitura com o Apoio:

Outras Capas:

Opinião sobre Outros livros da Série:

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