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Opinião Literária: Brad Thor - O Mestre Espião

O Mestre Espião
(Scot Harvath #18)
de Brad Thor 
Título Original: Spy Master
ISBN: 9789722538213
Edição ou reimpressão: 10-2019
Editor: Bertrand Editora
Páginas: 376
Género: Policial e Thriller
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Bertrand
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Goodreads: 4,16✯ (aqui)

Sinopse
Um romance de espionagem num mundo marcado por novos antagonismos.

Por toda a Europa, uma organização secreta começou a atacar diplomatas e a semear o terror, o caos e a desunião. Os atentados perpetrados contra a democracia lembram os dos grupos subversivos dos anos setenta, mas nem tudo o que acontece é exatamente o que parece, sobretudo no obscuro mundo da espionagem internacional. Entretanto, nos EUA, um aliado externo exige conhecer a identidade do mais lendário dos agentes secretos. Os principais ingredientes para começar a Terceira Guerra Mundial encontram-se reunidos.

Com o seu mentor fora de jogo, Scot Harvath é obrigado a assumir o papel de líder que durante toda a sua carreira tentou evitar. Mas, tal como acontece com tudo o que faz, quer reescrever as regras à sua maneira - todas as regras. Lutar contra o inimigo com suas próprias armas já não chega. E falhar não é uma opção.

Scot Harvath é agora mais astuto, mais perigoso e mais letal do que nunca.

Críticas da Imprensa
«Um dos melhores thrillers de sempre.»
The Washington Times

A Minha Opinião
Este é o segundo livro do autor e mais uma vez não me desiludiu!

Neste livro voltamos a seguir Scot Harvath, que no último livro tinha resolvido encostar as botas, mas parece que mudou de ideias. Tudo começa na Noruega, com uma cabana a ir pelos ares, e espiões russos também, surpreende tudo e todos. Mas é apenas a ponta do icebargue. Passando Gotlândia, na Suécia, Bélgica e Lituânia, são muitas as aventuras de Scot e da sua equipa para evitar que os russos se apoderem dos países bálticos.

É o segundo livro que eu leio de espionagem e do autor, e sinto que falta aqui um no meio, entre este e o anterior (contudo a ordem de lançamento foi esta), porque houveram questões deixadas no ar no livro anterior que não foram explicadas, como por exemplo o facto do Harvath querer reformar-se e deixar as missões de alto risco para os mais novos, que neste livro mostraram bem aquilo que valem.
Tirando isso, e concentrando-me na história, mais uma vez Thor apresenta-nos uma história bem pensada, e com uma mestria fantástica faz-nos seguir o livro com uma atenção redobrada, para apanhar todas as pontas das histórias do incrivel mundo da espionagem, onde como sempre os Estados Unidos da América reinam.

Como sempre, novas personagens surgem, como Monika a policia polaca que os ajuda nesta missão, fiquei com a sensação que irá aparecer nos livros seguintes, sem dúvida que tem potencial para entregar a equipa. Todos têm um rasgo de loucura, mas nota-se que são muito bons no que fazem, e é isso que também dá outro brio ao livro. O Harvath não faz tudo sozinho, ele tem uma boa equipa por detrás, cada um com as suas capacidades, e isso é uma chave mestra para um bom trabalho.

Comparando com o anterior, gostei mais do outro. Tinha a questão o médio oriente, apesar de ser interessante ver a questão da espionagem na Europa. Portugal até é referido! Era interessante que num dos livros o nosso país tivesse um papel mais ativo, mas também nós não somos inimigos de ninguém!

Em suma, recomendo muito este livro para os fãs de thrillers e de livros de espionagem. Quando damos conta já estamos completamente embrenhados na história, ansiando pelo desfecho de tudo. Eu cá estou ansiosa pelo próximo, afinal acabou de uma forma que queremos saber o que aconteceu!
Classificação

Leitura com Apoio

Edições Pelo Mundo Fora

Opinião de Outros Livros do Autor
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Opiniões Literária: Helena Magalhães - Raparigas como Nós

Raparigas como Nós
de Helena Magalhães 
ISBN: 9789897772177
Edição ou reimpressão: 06-2019
Editor: Editorial Planeta
Idioma: Português
Páginas: 424
Género: Romance, YA
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Goodreads: 4,43✯ (aqui)

Sinopse
Uma história de amor irresistível, que é também o retrato de uma geração que cresceu sem redes sociais. Pode uma paixão da adolescência marcar o resto da vida?

Festivais de Verão, tardes na praia, experiências-limite com drogas, traições e festas misturam-se com amores improváveis e velhas amizades. Um romance intemporal nos cenários de Lisboa, Cascais e Madrid, que mostra tudo o que pode esconder-se atrás da vida aparentemente normal de uma rapariga… como tu.

«Beijamo-nos ao som daquela música que ouvia em casa sozinha deitada na minha cama. Durante o resto da vida, não importaria o que estivesse a fazer ou onde, quando ouvisse os primeiros acordes […], recordar-me-ia do olhar do Afonso fixado em mim, da sua mão no meu rosto, do meu coração a tremer e de me sentir a rapariga mais feliz do mundo. Porque Lisboa está cheia de bares a abarrotar de miúdas bonitas que, num piscar de olhos, se colocariam de gatas a ronronar nas suas pernas. Mas ele viu-me a mim.»
«Se algum dia se sentirem sozinhas, estranhas, deslocadas do mundo que vos rodeia, lembrem-se da Isabel, da Alice, da Luísa, da Marina e até da Marisa das argolas… Raparigas como nós.»

A Minha Opinião
Ora bem, este livro foi o livro de 2019, foi o sucesso nacional. As expectativas estavam bem lá em cima, por isso não contem com nada menos do que uma crítica a sério, pura e dura. 

Este livro é contado em vários momentos temporais, o presente (na realidade 2004) e o passado (1999), e conhecemos a história pelo ponto de vista da Isabel, uma rapariga normal. Em 2004 conhece Afonso, um rapaz mais velho com quem vive um amor intenso, mas uma parte de si não esqueceu o seu amor dos tempos da adolescência, o Simão. Num mundo de drogas, álcool e sexo, acompanhamos as aventuras da Isabel e da Alice, e de todos os outros que as rodeiam. 

Li este exemplar da biblioteca, e com muito carinho, não fosse eu a responsável por ele lá estar. Sim, preenchi lá um papel de sugestão de aquisição depois de ter ouvido falar maravilhas, e qual não foi o meu espanto quando lá vou um dia e o vejo nas sugestões de novidades... peguei logo nele para o trazer para casa. 

O que é que eu achei sobre o livro? Bem foi um misto de emoções. 
Por um lado gostei, identifiquei-me com muitas das coisas que acontecem. É fácil identificarmos-nos, apesar de ser muito mais nova que a personagem, há sentimentos, que são intemporais. Uma coisa interessante é que foi tanto com a Isabel do presente, da relação dela com o Afonso, da forma como se sente, como tudo é tão rápido, como na do passado, levando-me ao tempo do básico. Não andei num colégio privado, por isso vi muita coisa, mesmo passado tantos anos, o tabaco, os charros, a droga era algo presente. Nisso era parecida com a Isabel, ou se calhar no fim das contas, acabei por ver mais que ela. 
Isto foi o positivo, as lembranças que me trouxe, os momentos que me fez reviver. A duologia entre o passado e o presente, e que cada pessoa tem um propósito na nossa vida todos têm algo a ensinar-nos, nem que seja o simples facto: não quero ser como ele(a), só isto já é muito. 

De negativo, a forma lenta como a história se desenvolve, tirava-lhe umas boas páginas, não vejo necessidade de algumas coisas lá no meio, não acrescentaram nada. 
Depois achei que a autora não caracterizou bem a época em que estavam. Por mais que custe, 2004 não é igual a 2020. Eu tinha uns 6 anos, por isso não tenho as melhores memórias, mas tirando ligeiras referências, a história podia-se passar à 15 anos, como agora. Se por um lado essa intemporalidade é boa, por outro, acho que podia ter sido mais demarcada. O que aconteceu nessa altura? Coisas que marcaram os adolescentes? Tipo os morangos com açúcar e afins. Vá aceito que a personagem não visse a série, mas não se falava disso? Como eram os telemóveis? Máquinas fotográficas? Não era nada instantâneo como hoje em dia, e senti que isso não ficou demonstrado no livro. 

Em suma, se recomendo? Sim. Não há muitos YA (histórias com adolescentes) de autores nacionais, pelo menos que eu conheça, este talvez seja a mudança de paradigma que precisamos para puxar jovens para a leitura. Sou adepta que devemos ler algo que nos faça felizes e não apenas para encher chouriços, provavelmente este poderá ser um dos livros que faça querer ler uma pessoa que à partida acha a leitura uma perda de tempo. E se pelo menos com uma pessoa isso acontecer, acho que já vale a pena. 
Por isso, independentemente da vossa idade, leiam, é muito provável que se revejam em pelo menos uma personagem deste livro. 

Classificação

Opinião de Outros Livros da Autora

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Opinião Literária: Marie Kondo - Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida

Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida
(Magic Cleaning #1)
de Marie Kondo 
Título Original: 人生がときめく片づけの魔法 [Jinsei ga tokimeku katazuke no maho]
ISBN: 9789896872779
Edição ou reimpressão: 04-2015
Editor: Pergaminho
Idioma: Português
Páginas: 160
Género: Autoajuda, Vida Prática em Geral
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Goodreads: 3,84✯ (aqui)

Sinopse
«Cada coisa no seu sítio!»… quantas vezes não ouvimos as nossas mães ou avós a dizer isso? A verdade é que, no tempo delas, era mais fácil fazê-lo; elas não viviam rodeadas dos gadgets e dos mil e um pequenos objetos que «atafulham» as nossas casas, nem tinham saldos quatro vezes por ano para encher os armários de roupa que nunca se chega a vestir… Temos de o admitir: hoje em dia, a maior parte de nós tem a casa cheia de «tralha». E o problema é que essa tralha que nos rodeia tem uma influência muito subtil mas profundamente negativa na nossa qualidade de vida. Habitar um espaço desordenado faz-nos ser mais desorganizados na maneira de pensar e de nos comportarmos. A fórmula é simples: espaços desarrumados e feios resultam de estados de espírito infelizes, e causam ainda mais infelicidade; espaços bonitos e arrumados resultam numa vida bonita e arrumada. Mas como o conseguir? Afinal, limpar a «tralha» das nossas vidas dá tanto trabalho que a maior parte de nós nem saberia por onde começar… É aqui que entra o método mágico de Marie Kondo, a especialista japonesa em arrumação que está a fazer furor em todo o mundo. Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida é o best-seller internacional que está a transformar a vida de milhões de leitores em todo o mundo. Revela os segredos e ferramentas simples, práticos e profundamente sábios de Marie Kondo para deitar fora o que não interessa, cuidar do que interessa e transformar os espaços que habita em ambientes de tranquilidade e ordem.

Sobre a Autora
Marie Kondo, ou "KonMari" , como é conhecida, dirige uma empresa de consultoria em Tóquio, onde ajuda os seus clientes a transformar as suas casas desarrumadas em locais de serenidade e inspiração. Os seus serviços são tão solicitados que há uma lista de espera de três meses na sua empresa, e o Método KonMari de limpeza e organização transformou-se num fenómeno mundial.
Arrume a Sua Casa, Arrume a Sua Vida é um best-seller internacional, com mais de dois milhões de exemplares vendidos em todo o mundo e Marie Kondo tem sido uma presença constante nos media norte-americanos, ingleses e italianos.


A Minha Opinião
Estava eu a pensar que ia ficar uma expert em organização... que inocente...

Ora bem, fiquei eu toda contente quando vi este livro na biblioteca, fiz logo reserva para que quando estivesse disponível tivesse oportunidade de ler. Não digo que tenha perdido o meu tempo, mas também não o aproveitei.
Este livro basicamente fala de como fazer uma limpeza à casa jogando fora tudo o que não lhe inspira felicidade, e lá para o fim dá um lamiré de arrumação, que sinceramente não é nada de mais. 

Talvez eu tivesse expectativas demasiado altas para este livro... confesso que talvez esse tenha sido o problema. Afinal um dos pontos fortes apontados por outros leitores, é a simplicidade, para mim é um ponto fraco. Ela fala constantemente em encher sacos do lixo de coisas que não nos inspiram felicidade, ponto de parte toda a céticidade quanto ao critério escolhido, acho que era interessante falar sobre o que fazer com se pretende jogar fora, porque acho impensável no mundo em que vivemos, e sendo um tema popular a sustentabilidade do planeta, fazer-mos lixo às gamelas, só com o objetivo de sermos felizes. 

Sinceramente senti que o livro se focou muito na roupa. Mas isto funciona para quem tem armários cheios, agora para quem tem pouca roupa, não acho exequível, na verdade. Estamos ainda numa era consumista, mas não generalizemos que todos temos um closet cheio de roupas que não gostamos, não funciona assim. Também fala dos livros, e se me perguntarem porque não comprei o livro dela, bem não me inspirou qualquer felicidade, não merece que eu gaste o meu dinheiro nele, nem que ocupe espaço. Pois... para isto o critério dela até me dá jeito. 

Depois das sacadas de lixo, passamos a arrumação, o método é simples. Cada coisa deve ter um lugar. Vá... até estou a ser mázinha... até dá meia dúzia de dicas, interessantes, mas não vale o livro. Valeu para mim apenas entre as duas estrelas ou apenas uma. 

Vai parecer estranho, mas eu até quero ver a série da Netflix, acho que faz muito mais sentido à partida nesse formato do que em livro. Ali é uma espécie de reality show, e mesmo que seja, muito provavelmente, manipulado, sempre é uma experiência diferente, e possivelmente muito mais interessante. 
Mas quanto ao livro, se vão com a ideia de aprender a organizar a vossa casa esqueçam, se pretendem fazer uma limpeza na tralha que têm a mais, talvez até sirva para alguma coisa. 

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Opinião Literária: Lisa Kleypas - Implacável

Implacável
(The Ravenels #1)
de Lisa Kleypas 
Título Original: Cold-Hearted Rake
ISBN: 9789892343846
Edição ou reimpressão: 02-2019
Editor: Edições Asa
Páginas: 384
Género: Romance, Romance de Época, Literatura Erótica
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Goodreads: 3,82✯ (aqui)

Sinopse

Um golpe do destino…
O libertino mais encantador de Londres, Devon Ravenel, acabou de herdar o título de conde. O problema é que herdou também uma propriedade (repleta de dívidas) e quatro inquilinas (profundamente indesejadas): as três irmãs do falecido conde e a sua temperamental viúva, Kathleen.

Uma batalha de vontades…
Assim que Kathleen põe os olhos em Devon, não gosta do que vê (ou melhor… até gosta) e, apesar dos seus confrontos constantes, a tensão eletrizante que paira entre ambos é quase impossível de ignorar. Quanto a Devon, as suas intenções relativamente à herança dissipam-se assim que conhece Kathleen. O seu objetivo passa a ser outro: possuir a temperamental viúva. Será ela capaz de resistir ao homem mais perigoso que alguma vez conheceu?

Lisa Kleypas, autora estreante na ASA mas já bem conhecida dos leitores, tem o dom de nos fazer viajar no tempo.

Implacável apresenta-nos a uma família temperamental e um herói muito especial…


Sobre a Autora

Lisa Kleypas tem um percurso bastante versátil. É licenciada em Ciência Política e foi vencedora do concurso de beleza Miss Massachusetts em 1985. Iniciou-se na escrita aos 21 anos, com a publicação do seu primeiro romance. Hoje em dia, as suas obras estão traduzidas para mais de 20 línguas, e tornam-se bestsellers instantâneos, fazendo com que a autora seja presença constante nas nomeações para os prémios RITA. É casada e tem dois filhos, e vive atualmente no estado de Washington.


A Minha Opinião

Esta leitura foi a minha estreia com autora, apesar de já haver livros dela publicados em Portugal, a questão é se comecei pelo livro correto. 

O livro conta a história de Devon Ravenel, que acaba de virar conde, porque o seu primo herdeiro do título cai de um cavalo e vai desta para melhor. Muita gente apreciaria a sorte, mas para Devon é um presente envenenado, na realidade a melhor coisa no meio de toda a situação é ter-se visto livre do primo, porque o resto só vai trazer problemas, não fosse a propriedade que lhe foi deixada estar a cair de pobre e só trazer despesas. Ser conde e rico com o que lhe deixaram não é possível, então a sua ideia é livrar-se de tudo vendendo-a. Só que quando vai visitar a propriedade conhece a viúva do primo, Kathleen, e contra todas as suas expectativas fica encantado com ela, à sua maneira, e começa a pensar que talvez vender tudo não seja a melhor opção. 

Bem... não se pode dizer que tenha sido a minha melhor leitura até agora, na realidade a coisa anda muito fraca por sinal. Talvez daí ter expectativas um bocadinho elevadas para este livro, afinal um romance de época nunca desilude, mas este talvez seja a excepção. 
Não estou a dizer que ele é mau, que o livro não presta, nada disso, simplesmente não me cativou como de costume. Não senti aquela vontade constante de ler, a ânsia de acabar a leitura o mais rapidamente possível para ver o que ia acontecer. Na realidade não demorei mais tempo a ler porque o comboio avariou, e li quase metade do livro de enfiada. 

Eu até gostei das personagens, o Devon é o que nos tempos modernos chamaríamos de bad boy, ou lá naquele tempo um libertino, mas até me parece ser relativamente decente. Tem fortes convicções e não gosta nada de dar o braço a torcer, e o mesmo acontece com a Kathleen, é isso que torna a relação deles interessante. 
Então qual foi o problema? Senti que a autora se perdeu na história. A propriedade tem os seus problemas, depois há as irmãs do falecido que estão ao cuidado do Devon, há muita coisa à volta, e não houve muito foco na relação deles. Pareceu que tudo se passou muito depressa, houveram poucos momentos de intensidade na história, senti que foi tudo muito morno. 

Todavia foi uma leitura agradável, aprendi umas coisas interessantes sobre aquela época, por isso está longe de ter sido tempo perdido, além de que tenho expectativas para o segundo livro (que já está na estante à espera da sua vez). Isto porque o facto de eu ter dito que a autora se perdeu um bocadinho no meio de tanta coisa, a verdade é que levanta o véu, ou melhor, aguça a curiosidade sobre o segundo livro da série, que segundo as minhas pesquisas será sobre uma das irmãs do falecido, a Helen, personagem sobre a qual este livro se debruça até um bocadinho de mais na minha opinião. 
Eu até estava a começar a ficar embrenhada na história, mas o livro acabou...

Em suma, não posso dizer que foi uma leitura estrondosa, porque não foi, mas foi uma leitura agradável. Se recomendo? Sim, o livro tem o seu encanto, afinal várias booktubers portuguesas deram excelentes classificações, eu é que devo andar muito exigente. Por isso, se gostarem de romances de época, deiam uma oportunidade a esta autora, e espero que desfrutem mais da leitura do que eu. 

Classificação

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Opinião Literária: K. Bromberg - Arrebatada

Arrebatada
(Driven #3)
de K. Bromberg 
Título Original: Crashed
ISBN: 9789898800497
Edição ou reimpressão: 04-2015
Editor: TopSeller
Páginas: 352
Coleção: Dominada
Género: Literatura Erótica
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Goodreads: 4,55✯ (aqui)

Sinopse
Quando a vida quase nos escapa das mãos, até onde estaremos dispostos a ir para lutar pelo que mais desejamos?
A vida é feita de momentos. De altos e baixos. De grandes episódios ou pequenos instantes. E nenhum deles é inconsequente. Por mais ínfimo que seja, cada momento define aquilo em que nos tornamos.
Colton descobre o que é realmente importante quando Rylee quase desaparece da sua vida, deixando-o incompleto. Perdido. Só. Mas como poderá ele lutar por alguém que acha não merecer?
Para alcançarem a felicidade juntos, Colton e Rylee terão de reviver o passado, ultrapassar os fantasmas que os perseguem e partilhar os seus maiores segredos.

Estarão Colton e Rylee preparados para se libertarem do passado e acreditarem num futuro a dois?

Críticas da Imprensa
«K. Bromberg é mestre a contar histórias de relações e afetos. São mais do que palavras dentro de um livro. É a emoção e a jornada, que realmente nos arrebata. Ela incute na história um tipo de intensidade muito raro nos romances eróticos que hoje conhecemos.»
A is for Alpha, B is for Books



A Minha Opinião
Último livro da trilogia, sinceramente não sei o que esperava. 

Neste livro continuamos a acompanhar a história da Rylee e do Colton, na forma como a relação evolui, os seus dramas, vitórias. E sim a história não é mais que isto, pelo menos para quem já leu os anteriores. Para quem não leu, não recomendo que leia este, esta é daquelas séries que se deve ler por ordem.

Pelas minhas palavras já perceberam que não uma leitura que me tenha conquistado. Pois, não foi mesmo. Demorei muito tempo a terminar, simplesmente deixei-o a marinar até ganhar vontade de o terminar. O facto de ter de o entregar na biblioteca também ajudou, confesso.

Mas bem, qual foi o meu problema com o livro?
Já vamos no terceiro livro sobre o mesmo casal, e por mais que este fosse necessário para esclarecer pontas soltas da história, a verdade é que não havia necessidade de arrastar tanto as coisas. Afinal em dois livros dava perfeitamente. Ainda se a linha temporal fosse longa, ainda se justificava, mas a verdade é que não é, não se passa assim tanto tempo entre o primeiro e o terceiro livro.

Focando-me no desenvolvimento deste livro especifico, foi mais do mesmo. Chateiam-se, reconciliam-se, e andam nisto durante todo o livro. Não há assim nenhum acontecimento que traga algo de novo. Mesmo algumas revelações que se esperavam estrondosas, não me agradaram assim tanto.

Pronto... talvez esteja a ser exigente. 
A verdade é que à uns tempos teria delirado com este livro, afinal ele tem uma cotação altíssima no goodreads, e é de um género que me deixa completamente viciada. Talvez não estivesse no mood para esta leitura, nunca saberei.
Apesar de tudo, ler os outros e não ler este não dava. A autora fez um trabalho fantástico no que diz respeito a deixar os leitores de água na boca, sempre com finais abertos e a acabarem em pontos cruciais.

Em suma, para quem gosta deste género recomendo que leiam, mas toda a trilogia, porque é assim que faz sentido. E apesar de tudo gostava muito que publicassem os restantes livros da série por cá, mas parece que não vai acontecer, infelizmente.

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Opiniões de Outros Livros da Série
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Opinião Literária: Eva Mozes Kor e Lisa Rojany Buccieri - As Gémeas de Auschwitz

As Gémeas de Auschwitz
de Eva Mozes Kor e Lisa Rojany Buccieri
Título Original: Surviving the Angel of Death: The Story of a Mengele Twin in Auschwitz
ISBN: 9789898907868
Edição ou reimpressão: 09-2019
Editor: Alma dos Livros
Páginas: 184
Género: Memórias e Testemunhos
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Goodreads: 4,24✯ (aqui)

Sinopse
«Se eu tivesse morrido, Mengele teria dado uma injeção letal à minha irmã para fazer uma autópsia dupla. Só me lembro de repetir para mim mesma: tenho de sobreviver, tenho de sobreviver.» Eva Mozes Kor As portas do vagão abriram-se pela primeira vez em muitos dias e a luz do dia brilhou sobre nós. Agarrei bem a mão da minha irmã gémea quando nos empurraram para a plataforma. - Auschwitz? É Auschwitz? Que sítio é este? - Estamos na Alemanha - foi a resposta. Na verdade, estávamos na Polónia, mas os Alemães tinham invadido a Polónia. Era na Polónia alemã que se situavam todos os campos de extermínio. Os cães rosnavam e ladravam. As pessoas do vagão começaram a chorar, a berrar, a gritar todas ao mesmo tempo; todos procuravam os seus familiares à medida que eram afastados uns dos outros. Separavam homens de mulheres, filhos de pais. Um guarda que ia a passar a correr parou bruscamente à nossa frente. Olhou para Miriam e para mim nas nossas roupas a condizer: «Gémeas! Gémeas!», exclamou. Sem dizer uma palavra, agarrou em nós e separou-nos da nossa mãe. Miriam e eu gritámos e chorámos, suplicámos, as nossas vozes perdidas entre o caos, o barulho e o desespero, tentando chegar à nossa mãe, que, por sua vez, tentava seguir-nos, de braços estendidos, com outro guarda a retê-la. Miriam e eu tínhamos sido escolhidas. De repente, estávamos sozinhas. Tínhamos apenas dez anos. E nunca mais voltámos a ver nem o nosso pai nem a nossa mãe.

A Minha Opinião
Este é o tipo de livro que eu não me vejo a ler...

Em semana do 75º aniversário da libertação de Aushwitz, não podia trazer melhor opinião. Este livro conta a história de duas sobreviventes, duas gémeas, Eva e Miriam. Contando a sua história sobre a passagem por Aushwitz, e abrangendo o que se passou depois disso, conhecemos uma história que teve um final feliz.

Sendo sincera é um tema sobre o qual não gosto propriamente de ler, é pesado, triste e este foi o primeiro livro que li sobre o assunto. Sei o que se passou pelas aulas de história no ensino básico, mas admito que não é um tema de leitura que me agrade.
Então porque resolvi ler este livro? Bem, emprestaram-me e tendo em conta o tamanho do livro e da letra resolvi experimentar, afinal tentar não custa.

A verdade é que de duas assentadas li o livro, como disse tem uma letra bem gordinha e além disso fotografias, por isso lê-se bem.
Todavia não me fez apaixonar pelo tema. Caindo na possibilidade de me contradizer, achei que o livro ficou aquém das expectativas, no sentido em que é apenas umas linhas gerais sobre os campos de concentração, ou melhor, sobre o que elas viveram. Houveram coisas que eu gostava que tivessem sido mais aprofundadas, afinal o livro aborda uma parcela do tema que não me parece que seja comum, a questão das experiências com gémeos, podiam ter explorado melhor esta parte, na minha opinião.

Em suma, foi uma leitura interessante, mas que não me encheu as medidas. Todavia é um livro que recomendo para quem nunca leu nada sobre o tema, ou que até alguma reticência em ler, pois é de leitura fácil. 
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Opinião Literária: Jennifer Blackwood - Em Chamas

Em Chamas
(Flirting with Fire #2)
de Jennifer Blackwood 
Título Original: Up in Flames
ISBN: 978-989-745-031-0
Edição ou reimpressão: 09-2019
Editor: 5 Sentidos
Páginas: 296
Coleção: Brincar com o fogo
Género: Literatura Erótica
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Goodreads: 4,04✯ (aqui)


Sinopse

Sloane Garcia não suporta Reece Jenkins. É uma mulher assertiva e fisicamente robusta e ele não lhe soube dar valor.
Quando descobre que Reece vai ser levado a leilão num evento solidário organizado pelo Corpo de Bombeiros, Sloane decide vingar-se de uma noite muito mal passada. E quando vence a licitação, o arrogante bombeiro terá de fazer tudo – mas tudo – o que ela quiser. Reece Jenkins, bombeiro experiente e solteirão desiludido, ficará à inteira disposição da enfermeira, a quem terá de concretizar quatro desejos em quatro semanas.
O que começa como uma brincadeira de fim de semana, promete terminar com Reece a perder a única coisa de que jurou jamais abdicar: o seu coração.
Mais uma excitante aventura da série Brincar com o fogo, a não perder!


A Minha Opinião
Este é o segundo volume da série "Brincar Com o Fogo", que segue o melhor amigo do Jake e irmão da Erin, Reece, que conhecemos no livro anterior. Ele, tal como o amigo, também é bombeiro, muito dedicado ao trabalho, mas ao nível amoroso já é o típico bad boy. Quem se irrita com isso Sloane, que não suporta Reece, por entre muitas razões, ele já ter dormido com todas as enfermeiras da sua unidade. A relação deles é de cão e gato, têm sempre uma palavra amarga para dizer um ao outro, mas quando num leilão de bombeiros Reece acaba a ser empregado de Sloane, ela promete finalmente fazer a vida dele num inferno e vingar-se.

O que dizer sobre este livro... bem, demorei bastante a lê-lo, principalmente para um livro deste género. Tive dificuldades em entrar na história, a conseguir ficar motivada para ler.
Uma das razões foi a forma como está construída a história, demora muito para acontecer alguma coisa, andamos ali a brincar ao gato e ao rato com eles, mas sem nada acontecer na realidade. Mais para o fim é que a história estava finalmente a interessar-me e entretanto o livro acaba. Sinceramente esperava mais, principalmente depois do livro anterior.

Todavia, gostei das personagens, apesar de não serem nada de extraordinário, a verdade é que é fácil o leitor identificar-se com elas. O Reece é o típico bad boy, apesar de para ele as mulheres serem apenas um divertimento, com o resto do mundo em geral ele é atencioso e querido, principalmente para as pessoas com quem se cruza no trabalho. É também um bombeiro dedicado e trabalhador, e isso só torna a personagem mais adorável.
Já a Sloane, bem...ela é simpática para toda a gente, menos para o Reece, lá tem as suas razões é verdade, mas às vezes também exagera um bocadinho. Tem muito em comum com o Reece, o amor pelo trabalho que tem, todavia o que os difere é que ela procura o amor para a vida toda.

Quanto à capa e até mesmo quanto ao género do livro na Wook, não concordo. Já vi livros com muito mais teor sexual serem considerados apenas romances. Digamos que a capa chama à atenção é verdade, mas este livro tem poucas cenas explícitas para ser considerado um livro de literatura erótica, apesar do que a capa indica.

Em suma, não foi uma má leitura, é um livro agradável, todavia não foi de encontro às minhas expectativas, que estavam ligeiramente elevadas, mas de qualquer maneira é um livro que recomendo para quem gosta de romances com muita guerra à mistura.

Classificação

Leitura com Apoio

Opinião de Outros Livros da Autora
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Opinião Literária: Pedro Ribeiro - 50 Coisas que Aprendi com a Minha Mulher

50 Coisas que Aprendi com a Minha Mulher
de Pedro Ribeiro
ISBN: 9789898979230
Edição ou reimpressão: 10-2019
Editor: Cultura Editora
Páginas: 144
Género: Humor
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Bertrand
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Goodreads: 3,75✯ (aqui)

Sinopse
Em 50 Coisas que Aprendi com a Minha Mulher, Pedro Ribeiro, com o seu humor único e tão característico, relata-nos alguns episódios da sua vida familiar. É uma proposta de reflexão para casais, em que maridos e mulheres se podem rir das suas manias, dos seus próprios hábitos, das coisas que vivem dia a dia e constituem a matriz do seu relacionamento.

Mas não se engane: não é uma biografia, não é um livro de dicas para vida em casal, não é um livro de autoajuda…

Segundo Pedro Ribeiro é «um testemunho da nossa vida, vista pelo lado mais limitado, desatento, desastrado e fatalmente culpado de tudo o que possa, de quando em vez, correr pior.»

Em suma, é um livro bem-disposto que vai encher de sorrisos o seu casamento. E aceite o nosso desafio: faça a sua própria lista das coisas que aprendeu com a sua mulher ou seu marido. Porque, a brincar, a brincar… não deixa de ser uma longa carta de amor!


A Minha Opinião
Neste livro o Pedro Ribeiro apresenta aos leitores pequenas histórias sobre coisas que aprendeu com a sua mulher. Vai desde da poupança à comida, passando pelas viagens e lições de vida e sempre com um toque de humor.

Eu sou ouvinte do Café da Manhã e quando soube do lançamento deste livro fiquei logo com curiosidade para ler, porque esperava logo um toque de humor, e de certeza que me iria rir, e não me enganei. Há definitivamente histórias mais engraçadas que outras, com as quais nos relacionamos ou que nos fazem pensar "Realmente, nunca tinha pensado nisso", mas também há outras que parecem ter sido para encher chouriços. 

Todavia o livro prima por toda a parte visual. A acompanhar as histórias temos desenhos ilustrativos, que dão um ar ainda mais leve ao livro e o tornam mais apelativo, afinal os olhos também comem, e esse é sem dúvida um dos pontos positivos desta obra. 

Em suma, esta leitura está longe de ser uma obra prima, mas esse certamente não era o seu objetivo, mas sim entreter e fazer o leitor rir, e isso consegue. 

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Opinião Literária: Harriet Dyer - Diga não ao plástico

Diga não ao plástico
de Harriet Dyer 
Título Original: Say No to Plastic: 101 Easy Ways To Use Less Plastic
ISBN: 978-989-740-059-9
Edição ou reimpressão: 06-2019
Editor: Ideias de Ler
Páginas: 128
Género: Ecologia
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Goodreads: 3,41✯ (aqui)

Sinopse
O plástico está a causar danos irreversíveis no ambiente. Chegou o momento de passarmos à ação.

Diga não ao plástico demonstra que reduzir o uso de plástico no dia a dia não implica uma alteração radical do nosso estilo de vida. Pequenos gestos podem fazer toda a diferença.

Aqui vai encontrar 101 ideias simples para diminuir drasticamente o consumo de plástico: alternativas sem custos adicionais, produtos disponíveis em todas as lojas e soluções que pode criar pessoalmente em casa.
Dê um primeiro passo, o planeta agradece.

A Minha Opinião
Apesar de eu não ser propriamente uma lutadora contra o plástico, a verdade é que a premissa deste livro me deixou curiosa. Ele promete dar ideias de redução do consumo de plástico, e realmente faz-o. Apresenta 101 ideias, de entre os mais diversos temas, que falam da substituição do plástico, a sua redução, e também na reutilização.

Tem ideias interessantes, mas não trás propriamente nada de novo, que não se encontre os blogues e revistas. Simplesmente está compilado num livro, que por acaso é bastante fácil de ler, intuitivo, e que cativa o leitor, e é isso que faz com que este livro consiga atingir o objetivo a que se propõe.

Como já afirmei não luto contra o plástico, sei que é nocivo para o planeta, mas isso é também culpa de quem o usa. Acho que devemos evitar sempre que possível, mas também reutilizar, desde sacos, a garrafas, tudo pode ter mais que uma utilização, e não ser descartável à primeira utilização. É sem dúvida um assunto do qual quero falar mais no blogue no próximo ano.

Sobre o livro não tenho muito mais a dizer. Aprendi muitas coisas novas, percebi como outras funcionam, mas acho que para uma pessoa que já esteja muito por dentro este livro não irá servir de muito, mas para quem quer conhecer mais sobre a temática, e sabe pouco é sem dúvida uma boa aposta.
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Opinião Literária: Cara Hunter - No Escuro

No escuro
(DI Adam Fawley #2)
de Cara Hunter 
Título Original: In the Dark
ISBN: 978-972-0-03236-2
Edição ou reimpressão: 09-2019
Editor: Porto Editora
Páginas: 368
Género: Policial e Thriller
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Goodreads: 4,27✯ (aqui)

Sinopse
Uma mulher e uma criança são encontradas fechadas numa cave, em risco de vida.

Ninguém sabe quem são – a mulher não consegue falar e nenhuma descrição de pessoas desaparecidas corresponde aos perfis das vítimas. O proprietário da casa, velho e muito confuso, jura que nunca as viu.
À medida que a polícia desespera por pistas, o detetive Adam Fawley recorda-se de um caso antigo, nunca resolvido, que também envolveu uma criança e uma mulher desaparecida. Curiosamente, tudo se passou numa tranquila rua de Oxford. E os moradores estão em choque: como pode tal ter acontecido debaixo dos seus narizes? Mas Fawley sabe que nada é impossível. E ninguém é tão inocente como parece.

Da autora bestseller Cara Hunter, um romance profundamente inquietante que nos acelera o coração à medida que se revelam segredos há muito enterrados. Afinal, os piores monstros são os que se escondem à vista de todos.

Críticas 
“Surpreedente e inquietante. . . Hunter expõe as fragilidades humanas assim como as lacunas sociais e governamentais e ainda as falhas pessoais e de personalidade dos detetives e da polícia, tudo enquanto celebra a humanidade daqueles que juram servir e proteger. Os leitores ficarão sempre à espera da próxima aventura de Fawley.”
Publishers Weekly

“Tão envolvente e complexo como Perto de Casa”
CrimeReads (The Most-Anticipated Crime Books of 2019)

“Cancele todos os compromissos. Não vai a lado nenhum sem acabar de ler No Escuro.”
Emily Koch, escritora

A Minha Opinião
Segundo livro da série o inspetor Adam, e mais uma vez eu acabo surpreendida.

O caso deste livro é ainda mais insólito que o anterior. Uma jovem é encontrada numa cave com uma criança, e nessa casa mora um idoso com alzheimer, ele não sabe quem ela é, e ela ainda está muito fraca para falar, e a criança não fala. A polícia tenta perceber o que aconteceu, mas é complicado quando não consegue informações. Como se um não bastasse, Adam, lembra-se de outro caso que se passou naquela pacata zona, e têm alguns contornos em comum, e começa-se a pensar, haverá ligação entre eles?

Depois de ter gostado tanto do Perto de Casa, nunca pensei que este me conquistasse tanto, as expectativas estavam altas, e felizmente foram atingidas. 
Primeiro conhecemos muito mais do Adam, a sua relação com a esposa, algum dos seus sentimentos, e isso acaba por conferir à personagem mais realidade, e não ser apenas mais um inspetor. Depois temos também essa abordagem com outros inspetores envolvidos na resolução do caso, e isso só torna o livro mais real, porque eles são mais do que o trabalho que têm. 

Quanto à evolução da história... quando pensei que estava a descobrir alguma coisa, a chegar ao ponto frucal da coisa, não estava... Ao longo de todo o livro a autora conseguiu adicionar twist atrás de twist, que só fez com que me agarra-se ao livro e não o quisesse largar antes do fim. 
E o fim... nossa senhora, foi o twist final que me deixou de boca aberta. 
Por acaso é algo que tanto neste como no outro livro da autora me deixou surpreendida. Sai fora dos conformes, e apesar de eu gostar, já conversei com pessoas que não apreciaram e que preferem os finais tradicionais. 

Em suma, recomendo bastante este livro para os apreciadores de policiais. É cativante e viciante, e ao mesmo tempo consegue trazer algo novo para um género que muitas vezes parece mais do mesmo!

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Nota: Ao clicar nesta imagem será dirigido para as diversas opiniões de outros livros da séries. Estará sempre atualizado, fazendo com que possa haver mais livros do que os que aparecem na imagem.


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Opinião Literária: Maya Banks - Fogo

Fogo
(Sem Fôlego #3)
de Maya Banks
Título Original: Burn
ISBN: 9789722527477
Edição ou reimpressão: 01-2014
Editor: Bertrand Editora
Páginas: 336
Género: Romance, Literatura Erótica
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Goodreads: 4,01✯ (aqui)


Sinopse
Gabe, Jace e Ash: três dos homens mais ricos e mais poderosos do país. Estão habituados a conseguir tudo aquilo que querem. Tudo mesmo. Para Ash, trata-se de uma mulher submissa que o faz esquecer todas as outras...
No que toca ao sexo, Ash sempre gostou de explorar o seu lado mais radical. Exige dominar e prefere as mulheres que gostam das coisas assim. Até mesmo as que partilha com o melhor amigo, Jace. Mas Jace envolveu-se com uma mulher que não quer partilhar. E agora até Gabe, o amigo dos dois, assentou numa relação com uma mulher que lhe dá tudo aquilo de que ele necessita, deixando Ash a sentir-se inquieto e frustrado. É então que Ash conhece Josie, que parece ser imune aos encantos e à riqueza dele. Intrigado, dá início a uma perseguição inabalável, determinado que está a não a deixar escapar.

A Minha Opinião
Este é o último livro da trilogia "Sem Folêgo", e acompanha o último dos três amigos, Ash, o único que continua solteiro. Isso supostamente não o incomoda, mas a verdade é que os amigos têm as suas mulheres, e por mais tentem ele sente-se muitas vezes de parte. Até que um dia vai ao parque e se encanta por uma mulher que está a desenhar,e só descansa quando a convence a ir jantar consigo, e apresenta-lhe uma proposta para ser sua submissa, mas para ele é muito mais que isso, porque ele acredita que ela é a mulher da vida dele.

Então o que é que eu achei sobre este livro, sinceramente, senti que era um pouco mais do mesmo... Ando a sentir isso com as séries, e esta não foi excepção. Primeiro achei tudo muito rápido, e apesar de sempre ouvi dizer "não interessa o tempo, mas sim a intensidade", a verdade é que aqui o tempo é muito curto. Parece que tudo acontece num folêgo, e tal como no livro anterior, isso afetou a minha opinião global do livro. Contudo, durante a leitura não dá essa impressão, porque parece que tudo está a acontecer bem, e a intensidade da relação deles é tanta que nem notamos que eles só se conhecem à meia dúzia de dias.

No que diz respeito às personagens, gostei da Josie, apesar de estar no papel de submissa, para ela tem que ser uma opção e não uma necessidade, e isso é sem dúvida uma boa forma de ver as coisas. Ela vive com o Ash, mas a qualquer momento se quiser sair quer ter essa oportunidade, e principalmente recursos próprios para isso.  Já o Ash, tal como os seus amigos, não desiste aquilo que quer, dê por onde der... Por um lado é bom, por outro é precipitado, e insistente, eu denunciava-o por perseguição, para ser sincera...

Em suma, para quem gosta de literatura erótica leia este livro, porque vai gostar, todavia para quem procura um erótico romântico este não é uma boa opção...

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