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Opinião Literária: Tara Sue Me - O Dominador

O Dominador
(Submissive #2)
de Tara Sue Me
Título Original: The Dominant
ISBN: 9789892324838
Edição ou reimpressão: 03-2015
Editor: Lua de Papel
Idioma: Português
Páginas: 376
Género: Literatura Erótica; Romance
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Bertrand
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Goodreads: 3,97✯(aqui)

Sinopse:
Nathaniel West é quem faz as regras, e as regras são claras: nunca aceitar uma submissa inexperiente.
Mas quando o sedutor milionário conhece Abby, comete o primeiro erro: decide aceitar a jovem e disponível candidata e submetê-la a um teste, na sua casa de campo, durante todo o fim-de-semana…
Ao subestimar a nova submissa, Nat dá o segundo passo em falso. Porque ela não sabe, mas quer aprender. É ingénua, mas sabe o que quer. E quer ultrapassar todas as barreiras, todos os tabus e descobrir o coração que verdadeiramente se esconde por trás da devastadora frieza de Nat.
Começa o jogo. Perigoso, erótico, sensual. E desta vez é Nathaniel quem nos conta a história - e é ele quem deixa cair, uma após outra, as máscaras atrás das quais se protege. Sempre dilacerado por um dilema: ele quer Abby por inteiro, quer conquistá-la. Mas não sabe como, e tem de aprender, mesmo quebrando todas as regras.
Mas até que ponto ele se deixará levar pelo desejo, quando estão em causa os terríveis segredos do seu passado?


A Minha Opinião
Eu li o primeiro livro da série no fim do ano passado, e tive logo vontade de ler o segundo, mas optei por esperar um pouco para não ler tudo de enfiada, o tempo foi passando e passando, e só agora o trouxe finalmente da biblioteca.
A história contada é a mesma do livro A Subsmissa, mas no ponto de vista do Nathaniel, ou seja, do dominador. Ao longo de todo o livro vamos vendo a forma como ele reage interiormente a tudo o que se passa na relação dele com a Abby, percebendo que nem tudo o que vimos no ponto de vista dela, foi tão linear como pareceu, talvez, o Nathaniel West não seja tão frio como parece.
É dificil não fazer comparações com As Cinquenta Sombras de Grey, que eu vi os filmes e li o livro do ponto de vista do Christian Grey, ou seja, dá para comparar perfeitamente os dois, e dizer que este ultrapassa o outro sem sombra de dúvidas na minha opinião.
Já passou algum tempo desde da minha leitura do Grey, mas eu lembrou-me que achei o livro uma fantochada pegada, e não senti verdadeiramente o Christian no livro, se ele pensava daquela forma, perdia o encanto todo.. Já neste livro, nós entramos mesmo na mente do Nathaniel, no quanto o magoa só pensar em magoar a Abby, a ansiedade dele, no sofrimento e nas alegrias e nos medos. Acho que foi tudo isto que o tornou real, ele não era apenas um dominador que só pensava em sexo, ele realmente importava-se com a Abby de uma forma especial e que ele tenta esconder para se proteger a ele próprio, e eu gostei dessa humanidade.
Como sempre, cenas escaldantes, mas que já não me surpreendem, uma pessoa depois de ler uns quantos livros destes deixa de se impressionar. É um livro de literatura erótica a sério e não daqueles que dão a entender que o são e depois é só florizinhas.
Se tem romance? Tem sim, acho que até mais do que o anterior. Se é escaldante? Sem sombra de dúvidas. Se recomendo a quem não gosta de literatura erótica? Nem pensar, não vão ler este livro com a ideia de amor e uma cabana, se não vão-se desiludir.
Em suma, foi uma agradável leitura, não faltou muito para as 5 estrelas, mas faltou algo para me arrebatar por completo, que me deixasse de queixo caído, apesar de ter adorado do fundo do coração entrar na mente do Nathaniel, e mergulhar naquele ser obscuro.

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Opinião Literária: Catherine Steadman - Há Algo Estranho na Água

Há Algo Estranho na Água
de Catherine Steadman
Título Original: Something in the Water
ISBN: 9789722363952
Edição ou reimpressão: 06-2019
Editor: Editorial Presença
Páginas: 368
Género: Thriller
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Bertrand
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Goodreads: 3,62✯(aqui)


Sinopse
Erin, autora de documentários televisivos, está à beira de uma reviravolta profissional. Mark é um atraente gestor de investimentos com um futuro risonho. Parecem ter tudo para serem felizes, até que Mark perde o emprego, o que ensombra a vida perfeita do casal. Mas ambos estão determinados a fazer com que as coisas resultem. Decidem partir para uma lua de mel num local paradisíaco, confiantes de que tudo se resolva - afinal, têm-se um ao outro.

Em Bora Bora, Mark leva Erin a fazer mergulho. Mark está com ela, Erin sabe que está segura. Vai correr tudo bem. Porém, descobrem algo estranho na água... o casal decide manter a sua descoberta em segredo - se mais ninguém souber o que eles encontraram, que mal poderá haver nisso? Mas a decisão que tomam desencadeia uma devastadora sequência de acontecimentos... que vai pôr em causa tudo o que lhes é mais querido.

Críticas
«Adorei este livro. Uma estreia fantástica, com uma escrita soberba, inteligente e emocionante.»
B.A. Paris, autora do bestseller Ao Fechar a Porta

«Um thriller psicológico que me cativou desde a primeira página. Lê-se de um fôlego e leva-nos numa viagem alucinante! É a leitura de praia perfeita!»
Reese Witherspoon, atriz e produtora

Críticas da Imprensa
«Impossível parar de ler.»
The New York Times

«Personagens imprevisíveis, diálogos ambíguos, ritmo perfeito e um enredo inesperado... Um thriller brilhante de uma nova autora a ter em conta.»
Kirkus Reviews

«Absorvente... ousado... O clima de constantes ameaças e más decisões flui a um ritmo vertiginoso. Vale a pena estar atento a Catherine Steadman.»
Publishers Weekly

A Minha Opinião
Este livro tem sido muito aclamado nas redes sociais, e mal soube que ia ser editado aqui em Portugal, fiquei muito contente e bastante curiosa para o ler, principalmente depois de ter visto algumas opiniões.
Este livro trás-nos toda a história sob o ponto de vista de Erin, autora de documentários, que é casada com Mark, que é gestor de investimentos. Tudo parece perfeito entre dos dois, têm casamento marcado, tudo corre sob rodas, até ele ser despedido e entrar numa espiral negativa. Mesmo assim casam-se, num casamento muito mais modesto do que era suposto, e vão de lua de mel em Bora-Bora um destino paradisíaco, e finalmente têm algum descanso nas suas vidas. Isto, claro, até irem fazer mergulho e verem o mar cheio de papéis, o que não é normal, eles investigam e mudam as suas vidas para sempre.
O que mais gostei no livro foi o facto de ser contado na primeira pessoa. Nos realmente vemos o que vai na cabeça da Erin. Vemos a sua versão dos factos, e ela em certos momentos consegue ser bastante divertida, contudo noutros consegue ser bastante enervante. Confia muito rapidamente nas pessoas, e age sem pensar nas consequências, parecendo um bocadinho burrinha, mas noutros extremamente esperta, ela consegue confundir a cabeça a uma pessoa. 
Mas o que realmente me cativou foi a forma como todo o livro começa, é um início brutal, e que fica na nossa mente quase até ao fim, no momento que o mistério é desvendado, e o final é fantástico. 
Eu no bullet journal fui escrevendo as minhas teorias, e sempre a pensar, "Mas como?", a autora consegue baralhar-nos, e acho que é esse mesmo o objetivo. Não sei até que ponto é previsível, eu em parte não cheguei lá, só tinha ponderado metade, mas conseguiu fazer-me rir, de uma coisa que não tem piada nenhuma, mas que soube tão, mas tão bem!
Então, porque não dou as 5 estrelas? Porque em certas partes, o livro consegue ser muito maçante, e nós estamos a ler e não percebemos onde é que aquilo vai dar, e ainda demora um bocadinho a coisa a arrancar, e por isso é que são apenas 4 estrelas. 
Contudo, eu recomendo bastante este livro, mesmo a quem não costuma ler thrillers, porque não é muito pesado, ou seja, não transtorna quem o lê, como muitos outros, e para quem se quer iniciar neste mundo, é uma excelente oportunidade. Para quem já está habituado a ler, de certeza que vai adorar, porque mesmo que às vezes nos canse, temos uma vontade enorme de satisfazer a nossa curiosidade e temos mesmo de o acabar. 
Pensar neste livro, como o primeiro da autora faz-me pensar como será um segundo, que já aparece no goodreads, sendo expectável a sua edição em 2020, e já posso dizer que estou super curiosa para ler. A autora levou-nos numa viagem aliciante neste livro, fazendo-nos duvidar de todas as teorias e mais algumas que pudéssemos ter, para nos encaminhar para o final muito merecido. 

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Passatempo "As Cores do Assassino" da Sarah J. Harris|| Instagram

Há muito tempo que não fazia um passatempo, e com a chegada aos 400 seguidores no instagram, com o apoio da Bertrand Livreiros, trago um livro muito falado, chamado "As Cores do Assassino" da Sarah J. Harris, editado no mês passado pela Bertrand Editora, que se realizará no instagram do blogue, @oblogdalili.
Convido-vos a passar por lá, a participar no sorteio.
As regras são simples, e está tudo explicado na foto do instagram, que poderão aceder clicando aqui. E será até dia 26 de Junho, por isso apressem-se a participar

Se quiserem conhecer mais sobre o livro clicando aqui.

A todos os que forem participar desejo Boa Sorte!

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Opinião Literária: Elizabeth Hoyt - Vertigem de Paixão

Vertigem de Paixão
(Lenda dos Quatro Soldados #2)
de Elizabeth Hoyt 
Título Original: To Seduce a Sinner
ISBN: 9789897260575
Edição ou reimpressão: 04-2013
Editor: Quinta Essência
Páginas: 372
Género: Romance, Romance de Época
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Goodreads: 3,91✯(aqui)

Sinopse:
Durante anos, Melisande Fleming amou Lorde Vale de longe… vendoo seduzir uma sucessão de amantes e, uma vez, entrevendo a intensidade de sentimentos sob o seu exterior despreocupado. Quando ele é abandonado no dia do casamento, ela enche-se de coragem e oferece-se para ser sua mulher. 

Vale tem todo o gosto em desposar Melisande, nem que seja apenas para produzir um herdeiro. Porém, tem uma agradável surpresa: uma dama tímida e recatada durante o dia, ela é uma libertina durante a noite, entregando-lhe o seu corpo… mas não o seu coração. Decidido a descobrir os segredos de Melisande, Vale começa a cortejar a sua sedutora mulher - enquanto esconde os pesadelos dos seus dias de soldado nas Colónia que ainda o atormentam. No entanto, quando uma mortífera traição do passado ameaça separá-los, Lorde Vale tem de expor a sua alma à mulher com quem casou… ou arriscar-se a perdê-la para sempre.

A Minha Opinião
Um aparte: Eu a ler séries em sentido completamente contrário...
  É o terceiro livro que eu li da série, mas é o segundo da série, sim, eu estou a ler ao contrário. Num grupo de leitores, algumas pessoas disseram: Como é possível não ler por ordem? Não faz nenhum sentido não ler por ordem... e mais algumas coisas que me enervaram profundamente, porque me estavam a criticar, por não ler por ordem e não ler todos os livros da série de seguida, apeteceu-me dar-lhes com um livro de capa dura. Cada um lê como quer, o que interessa é que se leia, não há formula certa, cada um tem a sua!
Agora sim sobre o livro...
  Este livro conta a história de Melisante, que admira o Lorde Vale à distância, e quando o desgraçado é deixado no altar pela segunda vez, ela não se faz rogada e oferece-se para casar com ele. Sim, ela faz-lhe a oferta, e o Lorde inicialmente fica pasmado, mas como precisa de um herdeiro e ela até é bonita acaba por casar com ela até de boa vontade. O problema é que inicialmente cria uma distância com ela, e quando a quer quebrar tem que se esforçar porque ela, por mais que se tenha apaixonado por ele, recusa-se a admiti-lo, porque já quebrou o coração uma vez e não quer passar outra vez pelo mesmo. 
  O que eu gostei mais no livro foram as personagens, por um lado temos o Lorde Vale, que esteve na guerra, mas que ao contrário dos outros soldados, não tem marcas visíveis dos tempos de terror, mas pode-se dizer que ao nível mental está ligeiramente arrasado. Já a Melisande não é uma senhora como as outras, ela é socialmente desajeitada, não gosta de conviver nas festas, nem de lá aparecer. Está sempre melhor no meio dos seus livros e com o seu cão. Ela quer casar-se, para além de achar o Lorde atraente, porque quer sair de casa do irmão e ter alguma independência. 
  Quanto à história e ao facto de estar a ler em sentido contrário, é interessante ver o mistério em ordem inversa. Para quem não conhece a história da série, ela anda em redor de quatro soldados que foram raptado por índios após uma emboscada durante uma missão na américa, agora os nossos soldados vão tentando descobrir quem foi o traidor, e ver tudo isto em ordem inversa faz-me perceber que eles passaram ao lado de pistas preciosas e que andam em círculos! 
  Como sempre, nestas histórias já sabemos o final, é um pouco clichê, o que conta a viagem até ao final, e esta está cheia de peripécias, mas acima de tudo de compreensão, de aprendizagem, e que nem sempre a forma como as pessoas se relacionam na sociedade mostra tudo sobre elas, apenas mostra a parte que querem realmente que os outros reparem. 

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Cinema: The Incredibles 2: Os Super-Heróis

Título Original: Incredibles 2
De: Brad Bird
Com: Craig T. Nelson, Holly Hunter, Sarah Vowell 
Género: Animação, Ação, Aventura
País: Estados Unidos da América
Duração: 118 Minutos
Ano: 2018
IMDB: 7,7/10 ✮

Trailer

Sinopse
Catorze anos depois da primeira aventura, assistimos ao regresso da família Pêra. Na sequela de "The Incredibles", é a mãe, Helena, também conhecida como Mulher-Elástica, quem assume o protagonismo, enquanto o pai fica em casa. Depois de, no filme anterior, terem falhado em dar conta do assalto ao Banco de Metroville, a polícia decide fechar o programa de realocação de super-heróis. Eles são obrigados a viver permanentemente numa identidade secreta e, no caso da família Pêra, vão ter de mudar-se para um motel. Até que, um dia, o director de uma companhia de telecomunicações decide convocar super-heróis para uma publicidade, para lhes devolver a credibilidade junto da população. Entretanto, Mulher-Elástica é chamada para uma missão contra um novo vilão que invade ecrãs para controlar os espectadores. Quando, finalmente, consegue vencê-lo, percebe que há alguém por detrás dele que quer tornar ilegal o estatuto de super-heróis. Felizmente, tem a ajuda de Roberto "Sr. Incrível" Pêra para combater os vilões e desmontar essa conspiração. E ao seu lado vão estar os seus filhos – Violeta, Flecha e o bebé Jack, que agora descobre que tem superpoderes –, além do amigo Gelado.
Regresso à animação de Brad Bird (que dirigiu o primeiro "The Incredibles" e co-realizou "Ratatui"), depois de "Missão Impossível: Operação Fantasma" e "Tomorrowland - Terra do Amanhã".
(in PÚBLICO)

A Minha Opinião
O que dizer sobre este filme? Tudo e Nada ao mesmo tempo.
O filme continua a história do ponto onde terminou o primeiro filme, com um homem com uma escavadora que rouba bancos, e lá vão os Incríveis e o Gelado combater o crime, só que salvaram os cidadãos, mas não apanharam o ladrão e destruíram grande parte da cidade. Isto faz com que a polícia os prenda, pois é ilegal ser super-herói, e que eles regressem à clandestinidade, com muita raiva de Beto, que não percebe como podem não gostar dos super-heróis.
Um ricaço, grande fã dos super-heróis, faz-lhes uma proposta para conseguir que o público e os políticos os aceitem, e os três adultos ficam todos contentes, só que inicialmente ele apenas querem a Helena, ou seja, a Mulher Elástica, o que deixa o seu marido muito triste por não verem nele potencial. Invertendo-se assim os papéis, enquanto Helena vai combater o crime, Beto fica em casa a cuidar dos filhos, que acaba por ser uma tarefa mais complicada do que ele imaginava ao princípio.
Este filme, além de ser um filme de super-heróis, cheio de acção, é também um filme de girl power, uma vez que a Helena acaba por ser a estrela e mostrar que consegue fazer qualquer coisa, e que as mulheres podem estar no poder. Além disso, temos também toda a questão de mudança de mentalidades, ao ser o Beto a ficar em casa. Ele tem que se adaptar às rotinas dos três filhos, a lidar com o Zézé, que nós já sabíamos que tinha poderes, mas a família não, e a perceber que apesar de não ser incrível em tudo, ele está a dar o seu melhor.
Vou ser sincera e dizer que a minha personagem preferida é o Zézé, ele é tão fofo, mesmo quando se está em modo super-herói diabo, e fica não fofinho ao colo do pai, por ser tão pequeno, que me apaixonei pelo bebé super fofo.
Eu não sei se vai haver o terceiro, porque não consegui perceber as noticias, já ouvi dizer que sim, que em 2022 volta, já ouvi dizer que não, apenas posso deixar a minha esperança para que continue, porque é um filme de sucesso!
Para quem ainda não viu, tem que ver, vai-se divertir bastante!

Classificação

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Opinião Literária: John Green - Mil Vezes Adeus

Mil Vezes Adeus
de John Green 
Título Original: Turtles All the Way Down
ISBN: 9789892340753
Edição ou reimpressão: 11-2017
Editor: Edições Asa
Páginas: 368
Género: YA, Romance
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Bertrand
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Goodreads: 3,99✯(aqui)

Sinopse:
Não era intenção de Aza, uma jovem de dezasseis anos, investigar o enigmático desaparecimento do bilionário Russell Pickett. Mas estão em jogo uma recompensa de cem mil dólares e a vontade da sua melhor amiga Daisy, que se sente fascinada pelo mistério. Juntas, irão transpor a distância (tão curta, e no entanto tão vasta) que as separa de Davis, o filho do desaparecido.
Mas Aza debate-se também com as suas batalhas interiores. Por mais que tente ser uma boa filha, amiga, aluna, e quiçá detetive, tem de lidar diariamente com as suas penosas e asfixiantes «espirais de pensamentos». Como pode ser uma boa amiga se está constantemente a pôr entraves às aventuras que lhe surgem no caminho? Como pode ser uma boa filha se é incapaz de exprimir o que sente à mãe? Como pode ser uma boa namorada se, em vez de desfrutar de um beijo, só consegue pensar nos milhões de bactérias que as suas bocas partilham?

Neste tão aguardado regresso, John Green, autor premiado de A Culpa É Das Estrelas e À Procura de Alaska conta, com dolorosa intensidade, a história de Aza, numa tentativa de partilhar connosco os dramas da doença que o afeta desde a infância. O resultado é um romance brilhante sobre o amor, a resiliência, e o poder da amizade.

A Minha Opinião:
Este livro para o desafio Choose For Me, que consistia em criar pares aleatórios entre as pessoas que queriam participar e a pessoa que nos calhasse teria de escolher, de entre uma secção de livros feita por nós, um livro para lermos. Quem me calhou foi a Ricarda, ela tem um canal de youtube (podem conhecer clicando aqui), e foi este o livro que ela escolheu para eu ler.
Eu já tinha este livro na estante à algum tempo, proveniente duma troca, e apesar de eu já ter lido pelo menos 3 ou 4 livros do John Green, eu ia a medo, porque os finais dele deixam-me sempre enervada, mas vamos primeiro à história.
Este livro é contado sob o ponto de vista da Aza, uma adolescente, orfã de pai, que vive basicamente no seu mundo, e nos seus devaneios de doenças. Ela tem uma ferida num dedo, que ela de certa forma alimenta e nunca deixa cicatrizar e tem um medo terrível que aquilo infeccione, e que apanhe uma data de doenças, e isso acaba por lhe consumir a mente e a vida. Num dia, é divulgada a noticia de que um bilionário Russell Pickett desapareceu quando ia para ser detido e é oferecida uma recompensa a quem tiver informações sobre o seu paradeiro. Daisy, a melhor amiga de Aza, fica logo de orelhas em pé, porque é muito dinheiro e assim poderia deixar de trabalhar para ter dinheiro para a universidade, e Aza que tem uma veia de detetive acaba por entrar na ideia maluca e começam a investigas, fazendo com que Aza se reencontre com um velho amigo, Davis, filho do bilionário desaparecido.
Este livro mexeu com o meu sistema nervoso. Eu sou muito sensível a ver feridas e coisas do género, e a forma de ela descrever a forma como limpa a ferida no dedo, e como está preocupada que ela infeccione e o que pode lá entrar, meio que deu comigo em doida, porque eu agora tomo muita atenção a essas coisas. Pouco depois de ler o livro cortei-me na mão direita e até estava com medo de tocar em alguma coisa e infeccionar, posso dizer que me transtornou um bocado e eu não era muito preocupada com estas coisas.
Eu até meio do livro, mais ao menos, tinha esperança que este fosse um dos meus livros favoritos do John Green, mas depois a coisa descarrilou. Para contextualizar, temos dois pontos neste livro, a Aza e a sua doença, a forma como ela lida com ela, e o desaparecimento do ricaço. Este segundo perde-se um bocado, e a história foca-se muito na forma como a Aza vive, e é um bocado vira o disco e toca o mesmo, ela e as bactérias. Tem vontade de fazer algo, mas depois pensa nas bactérias, e que pode morrer, e torna-se cansativo, ou pelo menos para mim, tornou-se. E o pior é que de um momento para o outro começa o tempo a passar e quando dou por mim a história acabou com um final que na minha opinião deixou a desejar.
Um dos grandes problemas dos livros do John Green, são os finais, já no A Cidade de Papel, eu odiei o final e estragou-me o livro todo, e aqui foi o quase o mesmo, só que eu aqui precisava de um bom final para dar ânimo, não sei explicar. Muitas pessoas até podem gostar, eu simplesmente não percebi, devia ter sido mais esmiuçado.
Apesar disto, o livro tem coisas positivas, logo para começar o tema que aborda, toda a questão da doença da Aza, que eu não me lembro se lhe é dada um nome, mas que eu associo a transtorno obsessivo compulsivo, neste com doenças e micróbios. De certa forma, e sendo este livro para jovens, passa a mensagem que há mais pessoas assim, que é possível viver, mesmo que com algumas limitações e que devem sempre procurar ajuda. Uma das coisas que eu gosto nos livros do John Green, pelo menos nos que li, é que é sempre baseado em adolescentes diferentes, ou que pelo menos não são iguais aos outros, por mais que muitas vezes se tornem invisíveis para os demais.
Além disso, é muito fácil conseguirmos conectar-nos com o que a Aza diz sobre a vida, porque lá no fundo não nos apercebemos no dia-a-dia, mas ela tem muita razão naquilo que diz. Deixo aqui uma pequena transcrição do livro com a qual concordei, e isto logo nas primeiras páginas do livro.

"(...) Começava a aprender que a vida é uma história, contada sobre ti, não uma história que tu contas. É claro que finges que és a autora. Tem de ser. (...) Pensas que és a pintora, mas és a tela."

Em suma, eu recomendo este livro a adolescentes, por mais que alguns livros deste género se adaptem a qualquer idade, sinto que este não é um deles, e que esta faixa etária se vai identificar muito mais com esta história e por isso desfrutar da leitura.

Classificação

Capas do Livro Pelo Mundo
Quanto às capas, de destacar pela originalidade que faltou um bocado pelo mundo mundo todo, a Portuguesa, que apesar de não perceber o sentido do título, tem uma capa muito gira e a Sueca, que para quem leu o livro, percebe que tem tudo a ver com a história!
Não estão aqui todas, porque a maioria são iguais à americana só muda o título...

A Minha Opinião sobre outros livros do autor
Basta clicar na capa do livro para ser redireccionado para a opinião.



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Já leram este livro? Qual a capa mais bonita? 
Deixem tudo nos comentários e até ao próximo post!
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Opinião Literária: Lars Kepler - Lazarus

Lazarus
(Joona Linna #7)
de Lars Kepler
ISBN: 9789720049360
Edição ou reimpressão: 05-2019
Editor: Porto Editora
Idioma: Português
Páginas: 528
Género: Thriller, Policial
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Goodreads: 4,02✯ (aqui)


Sinopse:
Um homem é encontrado morto no seu apartamento em Oslo. Ao que tudo indica, a vítima era um desconhecido, saqueador de túmulos e colecionador de troféus. Aliás, quando a Polícia abre o frigorífico da cozinha, a perplexidade é total. Uns dias mais tarde, Joona Linna é contactado por uma inspetora da Polícia alemã no sentido de o ajudar com um homicídio perto de Rostock, e Joona reconhece de imediato um padrão que não pode ignorar.
Alguns chamariam milagre se alguém regressasse dos mortos – outros chamar-lhe-iam um pesadelo.
Lars Kepler, os mestres do thriller, estão de regresso, com o sétimo livro da série Joona Linna.

A Minha Opinião
O que é que eu ei de dizer sobre este livro? Não há palavras...

Antes de mais, quero fazer um enquadramento. Este é o 7º livro da série do Joona Linna, é o primeiro que eu leio, apesar de já ter ouvido excelentes críticas dos outros e de estarem na minha wishlist. No entanto, para quem não leu nenhum dos livros é feito uma espécie de enquadramento, que não nos faz sentir deslocado na história, gostei bastante disso e na verdade deixou-me com a curiosidade aguçada para ler os outros, porque quero ver porque é que algumas coisas aconteceram, mas por outro estou super ansiosa pelo próximo, mas já falo disso mais à frente. 

Primeiro vou-vos falar da história. Como já deu para perceber este livro segue o Joona Linna, que é um polícia, com um passado meio conturbado, e que em tempos foi inspetor. Dois crimes acontecem fora da Suécia, um na Finlândia e outro na Alemanha, em que as vitimas têm uma ligação a Joona, e através de algumas similaridades, ele assume que se trata de um assassino que supostamente está morto há uns bons anos. Todavia ninguém acredita nele, muito menos a inspetora que disparou os tiros e que encontrou posteriormente o corpo, mas Joona está convicto e desaparece do mapa para proteger os que mais ama, aconselhando os seus colegas a fazer o mesmo. Contudo eles não o ouvem e ficam para provar que ele está errado. 

A premissa acaba por ser cliché, no sentido em que ninguém acredita no Joona Linna. 

Todavia o livro tem tantos plot twits que o leitor nunca sabe nada de nada, é como que quando estão para finalmente apanhar o criminoso ele se escapasse por entre os dedos como areia, e que quando pensamos que nada mais pode acontecer, lá consegue acontecer alguma coisa que nos deixa ainda mais pasmados. É isto que deixa o leitor agarrado desde da primeira página, é querer saber o que vai acontecer e ao mesmo tempo temer pela vida das personagens. É pensar, é desta! e depois perceber que os criminosos conseguem ser mais inteligentes que os polícias, por mais treinados e capazes que eles sejam. 

A coisa que menos gostei foi as descrições exaustivas. Eu já previa, já tinha lido e ouvido diversas opiniões sobre esta série de livros e sei o quanto os livros são gordos, e foi até agora talvez o que me manteve afastada desta série. Daí a meia estrela que lhe tirei, apesar de ser mais implicância minha que outra coisa, no goodreads terá as 5 estrelas, e entra obviamente para os melhores do ano, independentemente disso. 

Sobre o final, fiquei confusa, e a necessitar de mais para satisfazer toda uma curiosidade que se instalou de imediato. O facto de ser uma série de livros, não obriga a que tudo termine com o melhor dos esclarecimentos e isso só me faz querer o próximo para ontem, o que não é possível... Por isso vou lendo os primeiros da série para me entreter enquanto não há mais.

Em suma, acho que foi uma estreia em grande. Contudo está longe de ser um livro que recomende a todas as pessoas, não pela falta de qualidade (longe disso!), mas porque é extremamente gráfico, e para pessoas mais sensíveis é bastante impressionável. É um assassino sem qualquer tipo de escrúpulos, apesar de à primeira vista até os ter, são crimes horrendos e a forma como são cometidos é ainda mais horrenda, mas ao mesmo tempo cativou-me. O ser humano é complicado, mas acho que foi a vontade de ver justiça feita que me fez terminar este livro em 4 dias, e sendo que é um calhamaço, sinto-me bastante orgulhosa do meu feito, mas o mérito é desta dupla sueca que apresenta com uma mestria incrível, um thriller policial viciante e que promete deixar os leitores agarrados até à última linha. 

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Outras Capas

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Opinião Literária: Ana Rita Correia - Quando o Coração Não Perdoa

Quando o Coração Não Perdoa
de Ana Rita Correia
ISBN: 9789898896742
Edição ou reimpressão: 04-2019
Editor: Euedito
Páginas: 120
Género: Romance Contemporâneo
Goodreads: 4,20✯(aqui)

Sinopse:
Em criança, Eva tinha um desejo; não ser filha única. 
Queria um irmão ou uma irmã com quem brincar. Na verdade, Eva implorava aos pais – em palavras dela – “Eu quero um mano nem que seja de barro ou da loja dos trezentos!”
Durante anos, era tudo o que ela mais queria, até que numa noite fria de Inverno soube que a mãe estava grávida. Naquele momento Eva não precisava de mais nada, iria ter o seu pedido atendido, finalmente! Mas a vida raramente é o que esperamos, existe sempre outros planos reservados para cada um de nós e por muito que isso nos custe, por muito que doa, temos de seguir em frente e aprender a perdoar, mesmo que isso seja tudo o que o nosso coração não quer. Sobretudo, temos de aprender a perdoar a nós mesmos e agradecer a Deus pelas suas escolhas, até mesmo quando essas escolhas que Ele faz nos destroem por dentro.

Porque por muito tempo que passe, há coisas que o
coração não perdoa.
Para todas as mães que já perderam um filho e para todas as pessoas que já perderam um irmão ou uma irmã.

A Minha Opinião
Desde já quero agradecer à autora por me ter disponibilizado o livro para eu fazer esta opinião.
O livro está dividido em duas partes, inicialmente conhecemos a Eva, uma rapariga que vive um namoro em que insiste não terminar, mesmo depois dos avisos constantes de todos à sua volta, para ela desistir não é uma opção, e se estiver a perder o amor da sua vida? É este o pensamento de Eva. Já na segunda parte assistimos a uma revolução de Eva, onde ela vai seguir com a sua vida, tendo sempre um anjinho para a guiar, e de certa forma para a aconselhar.
É fácil nos conectarmos com a Eva, com o que ela passa e com o seu meio envolvente, foi umas das coisas que mais gostei. Todos tivemos amigos na adolescência que acabaram por desaparecer da nossa vida, ou fomos influenciados pelas pessoas ao nosso redor, são raras as pessoas que não tentaram agradar aos outros, infelizmente.
Além de tudo isto, a história aborda também a questão da maternidade, do aborto espontâneo, da vontade de ter irmãos, que toca quem ouve, e que sem dúvida que nos faz pensar. Eu sou filha única, nunca pedi um irmão, sempre disse que gostava era de ter um irmão mais velho, e como não é possível, nunca pedi um irmão, e por acaso não tenho, não é que isso tenha influenciado, a vida é que influenciou.
O que menos gostei foi a falta de profundidade na história, ou melhor a rapidez com que nos são apresentados os acontecimentos. Mesmo não sendo uma pessoa de grandes descrições, a verdade é que sinto que aconteceu tudo muito depressa e que nos foi despejada informação, que poderia ter sido mais esmiuçada. É um livro de 120 páginas, e tinha potencial à vontadinha para umas 300, e fiquei com pena por isso. Depois também a transição da 1ª parte para a 2ª, foi um choque para mim, já estava com teorias para as personagens e cai tudo por terra, e admito que fiquei triste, gostava de saber como algumas coisas iam evoluir, mas não era esse o foco da história, e também sendo sincera, eu sentia que alguma coisa me estava a escapar.
Este é o segundo livro da Rita, eu também li o primeiro e posso dizer sem dúvidas que gostei mais deste, apesar de algumas críticas se aplicarem aos dois, continuo a achar que têm muito potencial e que cada vez mais se tem de apostar em autores nacionais, e neste caso em autores novos e menos conhecidos do público.
Em suma, este livro apresenta-nos uma história verídica que conta acima de tudo o percurso de uma jovem, enquanto irmã, filha e mulher, mas que facilmente se pode mudar e pensar um rapaz, porque acima de tudo trata-se de uma história de vida com a qual qualquer pessoa se identifica.

Classificação

Se quiser adquirir o livro, a maneira de o fazer é junto da autora, ficam aqui os contactos:

Opinião do Outro Livro da Rita



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Na TV: Single Parents

Género: Comédia
Temporadas: 1
Número de Episódios: 23
Ano: 2018
Estado: Em Andamento
Produtora: abc
Com:  Taran Killam, Leighton Meester, Kimrie Lewis
País: Estados Unidos da América
Duração: 30 minutos
Em Portugal: Fox Comedy

Trailer


Sinopse:
Quando alguns pais solteiros percebem que precisam de uma ajuda para criar seus filhos, eles decidem criar um grupo para compartilhar experiências e se ajudar mutuamente. Pouco a poucos, eles vão percebendo que não conseguirão sobreviver mais sem seus colegas de grupo.

A Minha Opinião
  Estava eu a navegar pelas profundezas da internet, quando me deparo com um poster desta série, e posso dizer que foi amor à primeira vista, porque algo me disse que ia ser uma série super divertida, e a verdade é que não me enganou!
  A série segue então a vida de cinco pais solteiros, que vivem entre cuidar dos filhos e os seus respectivos trabalhos.
  Seria aborrecido de ver se a série fosse só isto, mas a verdade é que o que lhe dá graça são as personagens, tanto pais como filhos. Do lado das crianças, temos um par de gémeas traquinas, ligeiramente maldosas, e com imenso jeito para bricolages, uma menina muito sensata, talvez tanto como os adultos (ou pelo menos como eles deveriam ser), um menino muito sensível, e outro que adora moda e beleza.
  Do lado dos pais, temos duas mães solteiras, uma desleixada e que se acumudou à vida que tem e outra que seguiu o seu instinto e abriu um negócio, do lado masculino, um ricaço, que pensa que pode comprar tudo com dinheiro, um que vive para a filha acima de tudo e que meio que esqueceu todos os seus sonhos, e o mais novo deles, que a ainda está a aprender toda a coisa de ser pai. São eles que tornam a série divertida, com as suas peripécias, e algumas ideias que vão tendo, ou quando complicam coisas simples do dia-a-dia.
  Eu adoro séries de comédia, porque, por norma, são episódios de 20 minutos, e uma pessoa só se está a divertir e não a levar com coisas pesadas, e consigo acompanhar uma série destas até ao fim!
  Felizmente foi renovada para uma segunda temporada, o que eu receei que não acontecesse porque a ABC adora cancelar as séries de que eu gosto, mas não, esta voltará no outono! Em Portugal, na tv por cabo, finalmente chegou cá, ou já estreou, ou vai estrear em breve na Fox comedy, e eu super recomendo que vejam, e se conseguir ainda eu vou rever para me rir mais um bocado.
  Não dei 5 estrelas eu sei, mas estou a ansiar por mais, e não quero meter a fasquia muito alta, senão a queda é maior, mas são 4 a tender para 5, e espero que na segunda temporada eles não estraguem tudo como às vezes acontece, tenho fé que não.
  Em suma, se gostas de dar uma boa gargalhada com situações do quotidiano, recomendo que vejas esta série, porque acredita vai valer muito a pena!


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Opinião Literária: Nora Roberts - Felizes para Sempre

Felizes Para Sempre
(Bride Quartet #4)
de Nora Roberts
Título Original: Happy Ever After
ISBN: 9789897100987
Edição ou reimpressão: 05-2014
Editor: Edições Chá das Cinco
Páginas: 288
Género: Romance
Compre na 
Wook
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Bertrand
Livro (Aqui)
Goodreads: 4,17✮ (aqui)

Sinopse:
Enquanto relações públicas de uma empresa de organização de casamentos, Parker Brown tem um talento excecional para realizar os sonhos das noivas mais exigentes. Mas é incapaz de sonhar sobre o seu próprio futuro. 
O mecânico Malcolm Kavanaugh adora descobrir como funcionam as coisas. E perceber os segredos de uma mulher complexa e deslumbrante como Parker é um desafio. 
Parker e Malcom, quando estão juntos, fazem faísca. Mas ambos sabem que passar de um pequeno flirt a uma relação séria é um passo muito importante. Os riscos que Parker correu nos negócios sempre valeram a pena, mas arriscar o seu coração é algo que a jovem não sabe se pode fazer... Felizmente, Malcom irá mostrar-lhe que a vida é demasiado curta para não ser vivida ao máximo.

A Minha Opinião:
Quarto livro do Quarteto das noivas, e um dos que eu mais ansiava ler de toda a série.
Parker é eficiente até dizer chega, ela resolve todos os problemas quase em método automático, é organizada em tudo, desde do trabalho ao seu closet (que está em degradé) e dependente do seu telemóvel, basicamente é como se fosse uma extensão de si própria, tal como o computador, e as suas folhas de planeamento. Ela lidera o negócio como ninguém. Já Malcom é um mecânico que adora o seu trabalho, restaurar carros, e que é organizado qb. Falta-lhe o brio da Parker na organização da roupa e estar sempre um brinco, mas tem instinto e adora arranjar tudo. Eles têm pouco em comum, mas também dizem que os opostos se atraem, e seguindo já um fio condutor deixado pela autora nos outros livros, nós vemos neste livro a proximidade deles ganhar forma.
Eu apaixonei-me pelo Malcom, principalmente pela sua coragem, honestidade e por ser racional. Ele podia ter omitido tanta coisa, mas não, foi direto ao assunto sem rodeios, e eu adorei isso, tenho-me irritado imenso com as pequenas omissões/mentiras nos livros, ganhou imensos pontos comigo, e também com a Parker e o irmão dela, o Del. Além de que nunca andou, propriamente, a esconder o que queria, apesar de sobre o seu passado pouco falar.
A Parker deixou-me estupefacta pela sua eficiência. Meu deus, ela é uma máquina, tem tudo planeado ao milímetro e consegue sempre fazer tudo, porque tem uma sorte dos diabos que raramente tem imprevistos, e mesmo que eles aconteçam consegue sempre dar a volta por cima. Ser como ela é um objetivo de vida para mim!
O meu amor pelas personagens foi imediato, na realidade já tinha nascido nos livros anteriores, e aprofundou-se neste. Depois a história deles é interessante, há conflitos, mas não estão sempre a discutir, e mesmo que estejam acaba por ser divertido e dar vontade de rir. A forma como eles interagem, e como desbloqueiam sentimentos um no outro é muito giro.
Se gostei tanto porque é que não dei as 5 estrelas? Porque o final me desiludiu, algo que vem sendo hábito. Principalmente sendo o último dos 4 livros, acho que devia ter sido melhor, mais aprofundado, apesar de bonito, podia ser muito melhor. Dos outros casais tivemos os livros seguintes para saber como a relação evoluiu, no caso destes dois não e foi por isso que dei apenas 4 estrelas.
Em suma, super recomendo a série, apesar de ainda me faltar ler o primeiro livro, mas pelo que tenho descoberto nos livros sobre ela, tenho a certeza que vou gostar. A Nora Roberts consegue desdobrar-se de uma maneira fantástica e escrever diversos géneros de livros, e este entra na classe dos fofos e queridos, que nos fazem querer encontrar um homem destes e acreditar que o verdadeiro amor existe.

Classificação

Outras Capas


Opinião Sobre Outros Livros da Série


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