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15 Músicas que Fazem 10 anos em 2020 #1

Já estamos em Fevereiro, e eu não resisti a trazer um dos conteúdos que mais gosto aqui para o blogue, músicas que fazem 10 anos em 2020. É sempre um bom momento para nos recordar que estamos velhos, e que os últimos 10 anos passaram a correr... bem, para mim passaram mesmo, afinal como é que podem estas músicas já terem 10 anos?
Foi um ano bom para alguns artistas que ocupam vários lugares na nossa lista, como a Katy Perry, Taylor Swift, que tiveram os seus grandes sucessos em 2010, e outros que já tinham um lugar firmado no panorama internacional, como a Shakira e a Lady Gaga. 
Acho que há para todos os gostos! Mas vamos lá às músicas. 

Katy Perry ft. Snoop Dogg - California Gurls

Flo Rida ft. David Guetta - Club Can't Handle Me

Katy Perry - Teenager Dream

Taylor Swift - Mine

Eminem ft. Rihanna - Love The Way You Lie

Rihanna - Only Girl (In The World)

Shakira ft. Dizzee Rascal - Loca

Rihanna ft. Drake - What's My Name?

Katy Perry - Firework

The Black Eyed Peas - The Time (Dirty Bit)

Justin Bieber feat. Usher - Baby

Miley Cyrus - Can't Be Tamed

Taylor Swift - Back To December

Christina Aguilera - Not Myself Tonight

Lady Gaga feat. Beyoncé - Telephone

Tanta música boa, não é? Quem diria que o "Love the Way you Lie" tem 10 anos? ou o "Firework"? O tempo passa a correr... 
Qual destas músicas é a vossa preferida?
Deixem tudo nos comentários e até ao próximo post!
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Opinião Literária: Lisa Kleypas - Implacável

Implacável
(The Ravenels #1)
de Lisa Kleypas 
Título Original: Cold-Hearted Rake
ISBN: 9789892343846
Edição ou reimpressão: 02-2019
Editor: Edições Asa
Páginas: 384
Género: Romance, Romance de Época, Literatura Erótica
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Goodreads: 3,82✯ (aqui)

Sinopse

Um golpe do destino…
O libertino mais encantador de Londres, Devon Ravenel, acabou de herdar o título de conde. O problema é que herdou também uma propriedade (repleta de dívidas) e quatro inquilinas (profundamente indesejadas): as três irmãs do falecido conde e a sua temperamental viúva, Kathleen.

Uma batalha de vontades…
Assim que Kathleen põe os olhos em Devon, não gosta do que vê (ou melhor… até gosta) e, apesar dos seus confrontos constantes, a tensão eletrizante que paira entre ambos é quase impossível de ignorar. Quanto a Devon, as suas intenções relativamente à herança dissipam-se assim que conhece Kathleen. O seu objetivo passa a ser outro: possuir a temperamental viúva. Será ela capaz de resistir ao homem mais perigoso que alguma vez conheceu?

Lisa Kleypas, autora estreante na ASA mas já bem conhecida dos leitores, tem o dom de nos fazer viajar no tempo.

Implacável apresenta-nos a uma família temperamental e um herói muito especial…


Sobre a Autora

Lisa Kleypas tem um percurso bastante versátil. É licenciada em Ciência Política e foi vencedora do concurso de beleza Miss Massachusetts em 1985. Iniciou-se na escrita aos 21 anos, com a publicação do seu primeiro romance. Hoje em dia, as suas obras estão traduzidas para mais de 20 línguas, e tornam-se bestsellers instantâneos, fazendo com que a autora seja presença constante nas nomeações para os prémios RITA. É casada e tem dois filhos, e vive atualmente no estado de Washington.


A Minha Opinião

Esta leitura foi a minha estreia com autora, apesar de já haver livros dela publicados em Portugal, a questão é se comecei pelo livro correto. 

O livro conta a história de Devon Ravenel, que acaba de virar conde, porque o seu primo herdeiro do título cai de um cavalo e vai desta para melhor. Muita gente apreciaria a sorte, mas para Devon é um presente envenenado, na realidade a melhor coisa no meio de toda a situação é ter-se visto livre do primo, porque o resto só vai trazer problemas, não fosse a propriedade que lhe foi deixada estar a cair de pobre e só trazer despesas. Ser conde e rico com o que lhe deixaram não é possível, então a sua ideia é livrar-se de tudo vendendo-a. Só que quando vai visitar a propriedade conhece a viúva do primo, Kathleen, e contra todas as suas expectativas fica encantado com ela, à sua maneira, e começa a pensar que talvez vender tudo não seja a melhor opção. 

Bem... não se pode dizer que tenha sido a minha melhor leitura até agora, na realidade a coisa anda muito fraca por sinal. Talvez daí ter expectativas um bocadinho elevadas para este livro, afinal um romance de época nunca desilude, mas este talvez seja a excepção. 
Não estou a dizer que ele é mau, que o livro não presta, nada disso, simplesmente não me cativou como de costume. Não senti aquela vontade constante de ler, a ânsia de acabar a leitura o mais rapidamente possível para ver o que ia acontecer. Na realidade não demorei mais tempo a ler porque o comboio avariou, e li quase metade do livro de enfiada. 

Eu até gostei das personagens, o Devon é o que nos tempos modernos chamaríamos de bad boy, ou lá naquele tempo um libertino, mas até me parece ser relativamente decente. Tem fortes convicções e não gosta nada de dar o braço a torcer, e o mesmo acontece com a Kathleen, é isso que torna a relação deles interessante. 
Então qual foi o problema? Senti que a autora se perdeu na história. A propriedade tem os seus problemas, depois há as irmãs do falecido que estão ao cuidado do Devon, há muita coisa à volta, e não houve muito foco na relação deles. Pareceu que tudo se passou muito depressa, houveram poucos momentos de intensidade na história, senti que foi tudo muito morno. 

Todavia foi uma leitura agradável, aprendi umas coisas interessantes sobre aquela época, por isso está longe de ter sido tempo perdido, além de que tenho expectativas para o segundo livro (que já está na estante à espera da sua vez). Isto porque o facto de eu ter dito que a autora se perdeu um bocadinho no meio de tanta coisa, a verdade é que levanta o véu, ou melhor, aguça a curiosidade sobre o segundo livro da série, que segundo as minhas pesquisas será sobre uma das irmãs do falecido, a Helen, personagem sobre a qual este livro se debruça até um bocadinho de mais na minha opinião. 
Eu até estava a começar a ficar embrenhada na história, mas o livro acabou...

Em suma, não posso dizer que foi uma leitura estrondosa, porque não foi, mas foi uma leitura agradável. Se recomendo? Sim, o livro tem o seu encanto, afinal várias booktubers portuguesas deram excelentes classificações, eu é que devo andar muito exigente. Por isso, se gostarem de romances de época, deiam uma oportunidade a esta autora, e espero que desfrutem mais da leitura do que eu. 

Classificação

Leitura com Apoio

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Cinema: A Troca & Porquê ele?

Título Original: The Switch
De: Josh Gordon, Will Speck
Com: Jennifer Aniston, Jason Bateman, Patrick Wilson
Género: Drama, Romance, Comédia
País: Estados Unidos da América
Duração: 101 Minutos
Ano: 2010
IMDB: 6,1/10 ✮

Trailer

Sinopse
Kassie (Jennifer Aniston) é uma mulher divertida, inteligente… e solteira. Um dia, apesar das objecções do seu melhor amigo e um pouco neurótico Wally (Jason Bateman), decide que é tempo de ter um filho. Mesmo que para tal o tenha de fazer sozinha… bom, pelo menos com a ajuda de um encantador doador de esperma (Patrick Wilson).

Mas, sem que ela pudesse saber, os seus planos dão para o torto quando uma troca de última hora apenas é descoberta sete anos mais tarde – quando Wally conhece finalmente o filho precoce, mas um pouco neurótico, de Kassie…

A Minha Opinião
Eu não conhecia este filme, mas com a Jennifer Aniston, de certeza que ia ser uma comédia!

A história do filme é sobre dois amigos, Kassie e Wally. Wally é um bocado neurótico, e também apaixonado por Kassie, apesar de não ser capaz de lhe o dizer. Quando Kassie lhe fala na ideia de ser mãe através de um dador, ele acha uma loucura, e a relação deles começa a desgastar-se, até ao dia em que ele recebe o convite para a festa de gravidez dela, e um acidente acontece. 

Dizer que este filme não é previsível, é mentir. A partir de um certo momento vê-se logo o que vai acontecer, o pior é que não se trata apenas do final, mas à medida que as coisas vão acontecendo, adivinhamos facilmente o que vai acontecer a seguir. 
Não é algo mau, depende das expectativas que tiverem quando forem para ver o filme. Afinal também acho que se fosse diferente o espectador iria ficar defraudado, digo eu... mas há certas coisas podiam ter sido mais surpreendentes. 
O que tem de bom é que é engraçado, facilmente nos rimos com o Wally e o filho da Kassie, são os dois criaturas muito peculiares, não haja dúvida! É sem dúvida o melhor que o filme tem.

Em suma, não é que não recomende o filme, ele é bom para entreter por um bocado, mas é só isso mesmo, entreter. 

Classificação



Título Original: Why Him?
De: John Hamburg
Com: Zoey Deutch, James Franco, Tangie Ambrose
Género: Comédia
País: Estados Unidos da América
Duração: 111 Minutos
Ano: 2016
IMDB: 6,2/10 ✮

Trailer

Sinopse
Stephanie Fleming é uma jovem estudante universitária que recebe a visita da família no Natal. O que os pais não esperavam era que ela tivesse um namorado rico e famoso, Laird Mayhew, um magnata da internet pouco dotado a interacções sociais normais. É essa característica que leva a que o pai forme uma intensa rivalidade com ele, que só se agrava quando Mayhew pede a mão de Stephanie em casamento.

A Minha Opinião
Se o outro filme ficou aquém das expectativas, este nem por isso. 

Aqui temos a história de uma família que no Natal vai visitar a filha, Stephanie, e o novo namorado dela, Laird. Só que o rapaz está longe de ser uma pessoa normal, a verdade é que, não só é rico e famoso, como também tem atitudes que deixam qualquer pessoa de boca aberta, digamos que as interações com as outras pessoas são esquisitas. O problema é que, principalmente o pai dela não vai nada com a cara do Laird, e cria logo ali um problema entre todos, que se agrava quando ele lhe pede a mão da filha em casamento. 

Eu já estava à uns bons anos para ver este filme, basicamente desde que ele saiu no cinema, e já lá vão uns 3 anos. O trailer promete muitas gargalhadas, e posso dizer que cumpre bem essa promessa. A personagem do James Franco é uma comédia, ele tem uma dificuldade em perceber como se deve comportar que deixa todos constrangidos, menos ele que acha que está a agir bem. 


Depois temos toda a família da Stephanie, principalmente o pai, todas aquelas modernices deixam-no rabugento, na minha opinião porque todos parecem estar a gostar de lá estar menos ele. Dá também para rir muito com o velhote.

Para quem gosta de comédias, recomendo muito este filme, de certeza que se vão divertir bastante!

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Na TV: High School Musical: The Musical - The Series #1

Género: Comédia, Musical
Temporadas: 1
Número de Episódios: 10
Ano: 2019/2020
Estado: Em andamento
Produtora: Walt Disney Pictures
Com:  Olivia Rodrigo, Joshua Bassett, Matt Cornett
País: Estados Unidos da América
Duração: 31 minutos

Trailer: 


Sinopse
Um grupo de estudantes do colégio East High trabalham em conjunto para preparar e encenar uma produção teatral de inverno. De acordo com o passar dos dias, eles percebem que o drama não existe apenas no palco, mas também nos bastidores dele.

A Minha Opinião
Bem... há quanto tempo é que eu esperava por esta série... 

High School Musical está de volta, e apesar de ainda não ter chegado a Portugal, acredito que tenha vindo para ficar! Com novas personagens, mas com muita música à mistura, o vibe  continua a mesma. 

A série gira em torno do grupo de teatro, pois uma nova professora decide encenar o musical com o tema do High School Musical, afinal foi naquela escola que gravaram os famosos filmes. Daí nascem as personagens principais, Nini, que quer ser a Gabriela, Gina, que quer o mesmo e quer derrubar em se atravessar no seu caminho. Do lado dos rapazes tenho EJ e Ricky, ambos futuros Troy's e anseiam pelo coração de Nini, mas muita coisa vai acontecer até ao dia de estreia.
Esta série não é uma cópia dos filmes, não é uma recriação. Tem a sua identidade e é isso que a torna única. Claro que se consegue fazer associações entre as personagens dos filmes e da série, mas não é tão óbvio como seria de esperar. 
Oferece-nos covers das icónicas músicas do primeiro filme, e o melhor de tudo, temas originais, que para mim são tão bons ou melhores que os do filme, e olhem que sou uma fã louca por esta franquia. Tenho muito merchandising da série, camisolas, molduras, maquilhagem, revistas, postais... nossa senhora, tenho muita tralha. Por isso tinha muitas expectativas quanto a esta série. Há muito que esperava que viesse um quarto filme (coisa que não vai acontecer), mas ao menos veio algo para nos calar durante uns anos!

É sem dúvida uma série que entretém, e que lembra muito as séries da Disney, mas que relembra os bons tempos dela, e não as últimas séries, que na minha opinião têm perdido qualidade, ou isso ou eu estou a ficar velha de mais para as ver...

Para quem ainda não conhece, deixo a playlist do spotify com a banda sonora da série!
Em suma, estou ansiosa pela segunda temporada, que pelo estilo ainda terei muito que esperar. Infelizmente, e que eu saiba, ainda não está disponível em Portugal, mas espero em breve que na Netflix ou no próprio Disney Channel a passem.
Para quem é da geração do High School Musical, veja! E para quem não for e gostar de musicais, veja na mesma!

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Passatempo Instagram: "Para quem ainda não leu o romance P.S. Eu Amo-te"

Está a decorrer no instagram do blogue @oblogdalili, um passatempo para ganhar um exemplar o famoso livro "P.S. Eu Amo-te" da Cecelia Ahern, passem por lá e habilitem-se a ser os vencedores!

Deixo a sinopse do livro abaixo:

"Algumas pessoas esperam a vida inteira para encontrar a sua alma gémea, mas não é o caso de Holly e Gerry. Conheceram-se quando eram estudantes mas sentem que se conhecem desde sempre; foram feitos um para o outro. Cada um termina as frases do outro e, mesmo quando discutem, fazem-no a rir. Ninguém os pode imaginar separados.
Até que o inesperado acontece e Holly pensa que não pode viver sem Gerry. Três meses depois da morte deste, recebe um pacote misterioso. Gerry deixou uma série de cartas, uma para cada mês após a sua morte, nas quais, com ternura, sabedoria e humor, a encoraja a seguir em frente.
Holly perceberá, carta após carta, que a vida é para ser vivida… mas que tudo pode ser muito mais bonito se houver um anjo que nos faça companhia.
Uma história de amor eterna e inesquecível que conquistou milhões de leitores"

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Opinião Literária: K. Bromberg - Arrebatada

Arrebatada
(Driven #3)
de K. Bromberg 
Título Original: Crashed
ISBN: 9789898800497
Edição ou reimpressão: 04-2015
Editor: TopSeller
Páginas: 352
Coleção: Dominada
Género: Literatura Erótica
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Bertrand
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Goodreads: 4,55✯ (aqui)

Sinopse
Quando a vida quase nos escapa das mãos, até onde estaremos dispostos a ir para lutar pelo que mais desejamos?
A vida é feita de momentos. De altos e baixos. De grandes episódios ou pequenos instantes. E nenhum deles é inconsequente. Por mais ínfimo que seja, cada momento define aquilo em que nos tornamos.
Colton descobre o que é realmente importante quando Rylee quase desaparece da sua vida, deixando-o incompleto. Perdido. Só. Mas como poderá ele lutar por alguém que acha não merecer?
Para alcançarem a felicidade juntos, Colton e Rylee terão de reviver o passado, ultrapassar os fantasmas que os perseguem e partilhar os seus maiores segredos.

Estarão Colton e Rylee preparados para se libertarem do passado e acreditarem num futuro a dois?

Críticas da Imprensa
«K. Bromberg é mestre a contar histórias de relações e afetos. São mais do que palavras dentro de um livro. É a emoção e a jornada, que realmente nos arrebata. Ela incute na história um tipo de intensidade muito raro nos romances eróticos que hoje conhecemos.»
A is for Alpha, B is for Books



A Minha Opinião
Último livro da trilogia, sinceramente não sei o que esperava. 

Neste livro continuamos a acompanhar a história da Rylee e do Colton, na forma como a relação evolui, os seus dramas, vitórias. E sim a história não é mais que isto, pelo menos para quem já leu os anteriores. Para quem não leu, não recomendo que leia este, esta é daquelas séries que se deve ler por ordem.

Pelas minhas palavras já perceberam que não uma leitura que me tenha conquistado. Pois, não foi mesmo. Demorei muito tempo a terminar, simplesmente deixei-o a marinar até ganhar vontade de o terminar. O facto de ter de o entregar na biblioteca também ajudou, confesso.

Mas bem, qual foi o meu problema com o livro?
Já vamos no terceiro livro sobre o mesmo casal, e por mais que este fosse necessário para esclarecer pontas soltas da história, a verdade é que não havia necessidade de arrastar tanto as coisas. Afinal em dois livros dava perfeitamente. Ainda se a linha temporal fosse longa, ainda se justificava, mas a verdade é que não é, não se passa assim tanto tempo entre o primeiro e o terceiro livro.

Focando-me no desenvolvimento deste livro especifico, foi mais do mesmo. Chateiam-se, reconciliam-se, e andam nisto durante todo o livro. Não há assim nenhum acontecimento que traga algo de novo. Mesmo algumas revelações que se esperavam estrondosas, não me agradaram assim tanto.

Pronto... talvez esteja a ser exigente. 
A verdade é que à uns tempos teria delirado com este livro, afinal ele tem uma cotação altíssima no goodreads, e é de um género que me deixa completamente viciada. Talvez não estivesse no mood para esta leitura, nunca saberei.
Apesar de tudo, ler os outros e não ler este não dava. A autora fez um trabalho fantástico no que diz respeito a deixar os leitores de água na boca, sempre com finais abertos e a acabarem em pontos cruciais.

Em suma, para quem gosta deste género recomendo que leiam, mas toda a trilogia, porque é assim que faz sentido. E apesar de tudo gostava muito que publicassem os restantes livros da série por cá, mas parece que não vai acontecer, infelizmente.

Classificação

Edições Pelo Mundo Fora

Opiniões de Outros Livros da Série
Nota: Ao clicar nesta imagem será dirigido para as diversas opiniões de outros livros da séries. Estará sempre atualizado, fazendo com que possa haver mais livros do que os que aparecem na imagem.

P.S: Este post contém links de afiliados. Para saber mais sobre clique aqui.
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Opinião Literária: Eva Mozes Kor e Lisa Rojany Buccieri - As Gémeas de Auschwitz

As Gémeas de Auschwitz
de Eva Mozes Kor e Lisa Rojany Buccieri
Título Original: Surviving the Angel of Death: The Story of a Mengele Twin in Auschwitz
ISBN: 9789898907868
Edição ou reimpressão: 09-2019
Editor: Alma dos Livros
Páginas: 184
Género: Memórias e Testemunhos
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Goodreads: 4,24✯ (aqui)

Sinopse
«Se eu tivesse morrido, Mengele teria dado uma injeção letal à minha irmã para fazer uma autópsia dupla. Só me lembro de repetir para mim mesma: tenho de sobreviver, tenho de sobreviver.» Eva Mozes Kor As portas do vagão abriram-se pela primeira vez em muitos dias e a luz do dia brilhou sobre nós. Agarrei bem a mão da minha irmã gémea quando nos empurraram para a plataforma. - Auschwitz? É Auschwitz? Que sítio é este? - Estamos na Alemanha - foi a resposta. Na verdade, estávamos na Polónia, mas os Alemães tinham invadido a Polónia. Era na Polónia alemã que se situavam todos os campos de extermínio. Os cães rosnavam e ladravam. As pessoas do vagão começaram a chorar, a berrar, a gritar todas ao mesmo tempo; todos procuravam os seus familiares à medida que eram afastados uns dos outros. Separavam homens de mulheres, filhos de pais. Um guarda que ia a passar a correr parou bruscamente à nossa frente. Olhou para Miriam e para mim nas nossas roupas a condizer: «Gémeas! Gémeas!», exclamou. Sem dizer uma palavra, agarrou em nós e separou-nos da nossa mãe. Miriam e eu gritámos e chorámos, suplicámos, as nossas vozes perdidas entre o caos, o barulho e o desespero, tentando chegar à nossa mãe, que, por sua vez, tentava seguir-nos, de braços estendidos, com outro guarda a retê-la. Miriam e eu tínhamos sido escolhidas. De repente, estávamos sozinhas. Tínhamos apenas dez anos. E nunca mais voltámos a ver nem o nosso pai nem a nossa mãe.

A Minha Opinião
Este é o tipo de livro que eu não me vejo a ler...

Em semana do 75º aniversário da libertação de Aushwitz, não podia trazer melhor opinião. Este livro conta a história de duas sobreviventes, duas gémeas, Eva e Miriam. Contando a sua história sobre a passagem por Aushwitz, e abrangendo o que se passou depois disso, conhecemos uma história que teve um final feliz.

Sendo sincera é um tema sobre o qual não gosto propriamente de ler, é pesado, triste e este foi o primeiro livro que li sobre o assunto. Sei o que se passou pelas aulas de história no ensino básico, mas admito que não é um tema de leitura que me agrade.
Então porque resolvi ler este livro? Bem, emprestaram-me e tendo em conta o tamanho do livro e da letra resolvi experimentar, afinal tentar não custa.

A verdade é que de duas assentadas li o livro, como disse tem uma letra bem gordinha e além disso fotografias, por isso lê-se bem.
Todavia não me fez apaixonar pelo tema. Caindo na possibilidade de me contradizer, achei que o livro ficou aquém das expectativas, no sentido em que é apenas umas linhas gerais sobre os campos de concentração, ou melhor, sobre o que elas viveram. Houveram coisas que eu gostava que tivessem sido mais aprofundadas, afinal o livro aborda uma parcela do tema que não me parece que seja comum, a questão das experiências com gémeos, podiam ter explorado melhor esta parte, na minha opinião.

Em suma, foi uma leitura interessante, mas que não me encheu as medidas. Todavia é um livro que recomendo para quem nunca leu nada sobre o tema, ou que até alguma reticência em ler, pois é de leitura fácil. 
Classificação

Edições Pelo Mundo Fora

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The Secret Life Of A Book Blogger Tag

Já algum tempo que não trazia uma tag aqui para o blogue, e quando vi esta no blogue Fictionally Sam, resolvi também responder. Afinal muito acontece por detrás de quem escreve um blogue, e nada como uma tag para descobrir algumas coisas. 
Não sei quem criou, se souberem digam.

1. Há quanto tempo és blogger?
Então, fazendo as contas, faz em Abril 3 anos. Ainda estou por cá à pouco tempo!

2. Em que momento achas que vais deixar o blogue?
Sinceramente quando deixar de fazer sentido para mim ter um blogue. Isto é um hobby, não um trabalho, logo é suposto ser feito por prazer. Vai acabar quando isso deixar de acontecer. 

3. Qual é a melhor coisa dos blogs?
A possibilidade da partilha. Claro que também acontece noutras plataformas, e cada uma à sua maneira traz algo de bom. Aqui é um espaço em que se partilha opiniões dos mais variados temas. No meu caso de livros e cinema, maioritariamente, mas a comunidade tem conteúdo para todos os gostos. 

4. Qual é a pior coisa? O que fazes para que fique tudo bem?
A pressão. No meu caso de ler livros, ou ver filmes para ter conteúdo. Houveram tempos em que tive dificuldades porque me propus a ter conteúdo regular, mas não tinha material para tal. O que fiz foi deixar de ter essa pressão publicando quando podia, mas sempre com algo que valia a pena para mim ser mostrado a quem lê o blogue. 

5. Quanto tempo levas para criar/encontrar fotos que usas?
Depende. Às vezes é amor à primeira vista e numa única pesquisa encontro o que quero. Outras vezes é uma busca incessante, e que muitas vezes não leva a lado nenhum. 
Quanto às que eu crio, que são as dos livros, por norma é só uma questão de ter tempo e montar o cenário. 

6. Qual é o livro pelo qual tens uma crush?
O Segredo da Julie Garwood. Simplesmente é um livro que amo de coração (afinal foi o favorito de 2019), já o reli umas duas vezes, não me sai da cabeça. Recomendo bastante para quem gosta de romances de época. 

7. Qual autor gostarias de ter no teu blog?
Muitos. Tanto internacionais como nacionais. É algo que quero trazer mais para o blogue em 2020, entrevistas a autores. É um conteúdo que eu gosto de ver, e que acho que seria bom para o blogue. 

8. O que vestes quando escreve os teus posts no blog?
Nada de especial! Não tenho nenhum ritual ou algo do género, é como estiver onde estiver.

9. Quanto tempo levas para te preparares?
Depende. Numa tag demoro pouco tempo, numa opinião já levo um bocadinho mais. Em posts que exijam algum tipo de pesquisa ainda mais. Tudo depende do que estou a escrever.

10. Como te sentes com a comunidade de blogs?
Sinto-me bem. Não estou completamente envolvida na comunidade, mas sempre que possível tento fazê-lo. Acho que é bom haver interação entre todos, só temos a ganhar com isso.

11. O que achas que deve ser feito para se criar um blog de sucesso?
Deve ser original, e com isto quero dizer, fiel à pessoa que o escreve. Acho que isso é a chave do sucesso. Por muito que às vezes seja tentador seguir o rebanho, devemos manter a nossa identidade, e não sucumbir ao desejo de crescer muito depressa. 

E está na altura de taggear, e as nomeadas são...

Rita | The Choice
Catarina | Mais que Ler
Mariana | October Moon

Obrigada por visitarem o blogue! 
Até ao próximo post!
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Cinema: Jexi & Noivas em Guerra

De: Jon Lucas, Scott Moore
Com: Adam Devine, Alexandra Shipp, Rose Byrne
Género: Drama, Romance, Comédia
País: Estados Unidos da América
Duração: 84 Minutos
Ano: 2019
IMDB: 6,1/10 ✮

Trailer

Sinopse
Phil (Adam Devine) não tem amigos e, muito menos, vida amorosa, mas tem um grande problema: é dependente do seu telemóvel!

Um dia o que ele pensava ser uma simples atualização de software, transforma a sua vida: Jexi (voz de Rose Byrne), um software de inteligência artificial, que também é life coach e assistente virtual, entra na vida de Phil para o ajudar a encontrar o caminho do sucesso.

Mas, a cada dia que passa, Jexi torna-se cada vez mais controladora e obsessiva… Como conseguirá Phil sair desta ‘relação doentia’?…

A Minha Opinião
Quando fui ver este filme ao cinema, nem vi o trailer, sinopse, fui completamente às escuras, simplesmente quando vi o ator principal percebi que ia gostar. 

O filme acompanha a vida de Phil, um aspirante a jornalista, que na realidade trabalha para um site de noticias, mas a criar daqueles posts de listas. Contudo a vida dele depende do telemóvel para tudo, ele não consegue viver sem aquele aparelho, e quando ele se estraga, é como se a vida de Phil parasse. O problema é quando compra o novo telemóvel... digamos que o software é peculiar, e promete melhorar a vida de Phil, só não se percebe como.

Adorei este filme, é tão divertido. A Jexi, o software de inteligência artificial do telemóvel, é surreal... é de uma gentileza, que deixa qualquer um pasmado com as suas palavras. Phil tenta tudo para se livrar dela, o que é ainda mais divertido, mas raio a mulher é insistente! 


Depois temos toda a mensagem que o filme passa: A dependência do telemóvel. Eu também tenho esse problema, mas só aparece quando estou entediada, ou quando me quero distrair. Mas no caso do Phil é uma dependência extrema, ao ponto de ele não saber direções, e não se limitar a olhar para a janela para ver o estado do tempo para saber o que vestir. 
É verdade é cada vez mais se vê as pessoas agarradas aos dispositivos móveis, e é muito difícil viver sem um telemóvel... e um daqueles básicos já não satisfazem as necessidades das pessoas... mas isso é todo um tema para outra altura. 

Em suma, recomendo muito que vejam, não é digno de Oscar, mas é sem dúvida tempo muito bem passado, e não saem de lá sem dar umas gargalhadas!
Classificação


Título Original: Bride Wars
De: Gary Winick
Com: Kate Hudson, Anne Hathaway, Candice Bergen 
Género: Drama, Romance, Comédia
País: Estados Unidos da América
Duração: 89 Minutos
Ano: 2009
IMDB: 5,5/10 ✮

Trailer

Sinopse
Nova Iorque. Liv (Kate Hudson) e Emma (Anne Hathaway) são as melhores amigas do mundo, duas verdadeiras cúmplices que podem sempre contar uma com a outra. As duas sempre partilharam um sonho: casarem-se no Plaza Hotel, e até imaginaram todos os pormenores maravilhosos da boda. Hoje, têm 26 anos e estão a um passo de concretizar o seu desejo com algumas semanas de intervalo. Nada poderia ser mais perfeito. Mas, por causa de um erro administrativo, as duas cerimónias são agendadas para o mesmo dia e uma delas terá de abdicar do casamento perfeito. Liv, advogada, não recuará um passo no seu sonho. E Emma, professora que sempre pensou primeiro nos outros, descobrirá talentos de combate que desconhecia. É o início de uma guerra sem tréguas, entre as duas ex-melhores amigas, uma guerra em que todos os golpes são permitidos.

A Minha Opinião
Só o título dá vontade de ir ver... simples. 

Neste filme temos duas melhores amigas, Liv e Emma, que na realidade têm personalidades completamente diferentes, mas isso nunca foi um problema. O sonho delas é quando se casarem, fazerem-no no Plaza Hotel e em junho, e em criança brincaram muito a isso. E quando a oportunidade chega conseguem concretizá-lo, só que uma pequena questão administrativa estraga tudo, o casamento fica marcado para o mesmo dia. O problema é que querem ser dama de honor uma da outra, têm amigos em comum... e assim se estraga uma amizade e a guerra começa.


É um filme muito engraçado, como já se esperava, com cenas muito caricatas e divertidas. As partidas que elas fazem uma à outra, são sempre a piorar, desde caras parecidas com bolas de basquetebol, a cabelos azuis, acontece de tudo.
O que eu vi neste filme foi muito aquela coisa de "Eu quero que estejas bem, mas nunca melhor que eu", e pergunto-me até que ponto elas eram mesmo amigas... mas pronto também as mulheres têm tendência a complicar as coisas simples... mas lá está outro assunto para outra altura!

Também recomendo este filme para quem quiser algo leve, divertido, apenas com o objetivo de passar o tempo e dar umas boas gargalhadas, acreditem que vale a pena!
Classificação


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2019 em Leituras || Os Piores do Ano

Depois de ter trazido os melhores do ano, está também na altura de encarar a verdade e trazer os piores. Para quem leu tanto, acho que nem são muitos livros. Se poderia fazer crescer a lista? Sem dúvida, se alterasse os critérios, mas acho que assim ia ser mais complicado. 
Por isso trago só os livros com 1, 2 e 2,5 estrelas. Na realidade nem há nenhum de 1 estrela, houve sim duas desistências, que como não acabei, nem sequer sei se são bons ou maus... quer dizer se eu estivesse a gostar tinha continuado, mas quem sabe se eu não acabaria por gostar? E é por isto que eu tento com todas as forças acabar os livros, mas às vezes simplesmente não dá. 

Mas vamos deixar a conversa de lado e vamos lá à lista. Como sempre, se quiserem ler a opinião sobre o livro basta carregar na fotografia que serão direccionados para o respetivo post. 

Margarida Rebelo Pinto - Diário da tua Ausência

Barbara Norton de Matos - Escrito nas Estrelas

Carla M. Soares - Limões na Madrugada

Valter Hugo Mãe - Contos de cães e maus lobos

Danielle Steel - Hotel Hollywood

Já leram algum destes livros? Tiveram algum leitura que incluíram na lista dos piores? 
Deixem tudo nos comentários e até ao próximo post!
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Cinema: Ferdinando & Cantar!

Título Original: Ferdinand
De: Carlos Saldanha
Com: John Cena, Kate McKinnon, Bobby Cannavale
Género: Animação, Aventura, Comédia
País: Estados Unidos da América, Espanha
Duração: 108 Minutos
Ano: 2018
IMDB: 6,7/10 ✮

Trailer



Sinopse
Apesar da sua figura imponente e algo assustadora, o touro Ferdinand tem um coração generoso e sensível. Ao contrário da maioria dos machos da sua espécie, ele prefere a calma e a tranquilidade da quinta onde vive à adrenalina das corridas de touros tão famosas em Espanha, o seu país-natal. Tudo lhe corre de feição até ao dia em que, por lapso, acaba por ser seleccionado para combater nas touradas de Madrid. No lugar para onde ele é levado, Ferdinand acaba por fazer grandes amigos, mas em nenhum momento esquece o seu maior objectivo: encontrar uma forma de voltar para Nina, uma menina meiga que é também a sua melhor amiga…
Produzido pela Blue Sky Studio e realizado pelo brasileiro Carlos Saldanha ("Idade do Gelo", “Rio”), um filme de animação para toda a família que, na versão original, conta com as vozes de John Cena, Kate McKinnon, David Tennant, Anthony Anderson, Gabriel Iglesias, Boris Kodjoe, Miguel Ángel Silvestre, Raúl Esparza, Jerrod Carmichael, Gina Rodríguez, Daveed Diggs, Bobby Cannavale, Sally Phillips, Flula Borg e Karla Martínez. in PÚBLICO

A Minha Opinião
Há quanto tempo andava eu para ver este filme... talvez desde de que estreou...

O filme conta-nos a história de Ferdinando, um touro delicado e sensível, nada do que se espera de um touro. Ele não quer ir para as touradas, apenas quer ficar com as suas flores, só que não é o que o mundo espera dele. Quando sofre uma perda foge da quinta onde está e acaba por encontrar uma menina que lhe dá o que ele precisa, amor e compreensão. Só que Ferdinando cresce de tal forma que o resto do mundo o vê como uma ameaça, e aí acaba por ser seleccionado para uma tourada, aquilo que menos quer.

Eu sempre associei este filme a algo muito triste, não sei bem porquê... para mim ia ser um filme emotivo, e eu sou mais adepta dos divertidos, por isso fui adiando até ele passar na televisão, e achei que era a oportunidade ideal.
E então o que achei... bem... foi um filme bonito, que passa uma boa mensagem, de que podemos ser aquilo que quisermos independentemente das nossas origens. É isso mesmo que o Ferdinando transmite ao ser completamente o oposto daquilo para o qual foi criado. Ele é um touro tão doce e querido que ninguém o compreende, porque acreditam que ele tem de ser algo completamente diferente, mas consegue provar o contrário.

Em suma, o filme foi uma surpresa, contudo a história também podia ser algo mais do o que foi, falta ali qualquer coisa, mas é sem dúvida um dos filmes que recomendo, tanto pela mensagem que passa, a nível gráfico também é muito bom, e sem dúvida que é um tempo bem passado, principalmente pela doçura do Ferdinando.

Classificação



Título Original: Sing!
De: Garth Jennings
Com: Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Seth MacFarlane
Género: Animação, Aventura, Comédia
País: Estados Unidos da América, Espanha
Duração: 108 Minutos
Ano: 2016
IMDB: 7,1/10 ✮

Trailer


Sinopse
Há muito que o coala Buster Moon gere um grande teatro. Se em tempos o local foi grandioso e muito bem frequentado, hoje encontra-se à beira da ruína. Determinado a não desistir do grande projecto da sua vida, Buster tem uma ideia genial: criar um concurso de cantores. Assim, anuncia uma competição onde, para além de um prémio de cem mil dólares, qualquer um pode mostrar o seu valor e cantar para uma grande plateia de entendidos. O concurso vai trazer uma série de talentos escondidos nas criaturas mais inesperadas, alguns mais interessados no prémio, outros esperançosos em mudar as suas vidas e dar largas às suas ambições artísticas. Entre a pandilha de candidatos, vamos conhecer um rato arrogante e muito ambicioso, uma tímida elefante com pânico do palco, a extraordinariamente cansada mãe de 25 leitões, um jovem gorila pertencente a uma família de mafiosos que se quer afastar do mundo do crime e uma porco-espinho punk que tem a sua própria banda de rock alternativo. Cada um deles decide que é chegado o momento de se libertar da monotonia da sua vida e mostrar ao mundo o seu valor…

A Minha Opinião
Esta foi a segunda vez que vi este filme, a primeira foi quando ele estreou no cinema com uma amiga, em que basicamente era uma sala cheia de crianças, talvez não tenhamos escolhido a melhor sessão, contudo, parecíamos as mais animadas que elas!
Desta vez, ele passou na televisão e eu não perdi a oportunidade de o rever!

A história é basicamente um concurso de cantores, mas o objetivo é salvar o teatro. Buster, um koala é dono do teatro, mas já foi tempo em que aquilo tinha sucesso, atualmente ele está cheio de dívidas, e a ideia milagrosa é criar o concurso, usando como prémio os poucos valores que tem, só que um pequeno erro, transforma tudo numa grande confusão, mas mesmo assim ele não desiste!
O filme foca-se em diversas personagens, uma porca que é uma mãe e mulher de familia e que não pensa em si, um gorila vindo de uma familia de mafiosos, um rato com a mania que é bom, uma elefanta envergonhada e uma porco-espinho adolescente com um namorado complicado. O que eles têm em comum é o gosto pela musica. 

Eu adorei tudo, desde das músicas, tanto as versões de músicas conhecidas, como uma original, que ouço diversas vezes e não me canso. É uma música de um filme infantil, mas podia não ser, facilmente podia entrar num álbum de uma cantora popular, e se calhar aí ninguém olharia de lado...


Depois todas as personagens têm um propósito, e no fim aprendem algo sobre eles próprios. É um filme que passa muitas mensagens, mas sem dúvida que a maior é que nunca devemos desistir dos nossos sonhos!

Resumindo, recomendo muito este filme, facilmente nos prende e nos faz vibrar com as personagens, e não, não é apenas para crianças, é para todas as idades!

Classificação

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