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Opinião Literária: Danielle Steel - Uma Mulher de Coragem

Uma Mulher de Coragem
de Danielle Steel
Título Original: A Good Woman
ISBN: 9789722531559
Edição ou reimpressão: 02-2016
Editor: Bertrand Editora
Páginas: 296
Género: Romance, Romance Histórico
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Bertrand
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Goodreads: 4,07✮ (aqui)



Sinopse
Uma Inesquecível História de Guerra e Coragem. Annabelle Worthington tem 19 anos e nasceu em berço de ouro, na sociedade de Nova Iorque. Mas tudo se desmoronou com o naufrágio do Titanic. Annabelle torna-se voluntária e ajuda os pobres. Desiludida com o seu primeiro amor, Annabelle foge para França, arrasada pela guerra, e trabalha como enfermeira na guerra, salvando vidas.

Quando a guerra acaba, começa uma nova vida em Paris, agora é médica, casada, mãe e esquece o mundo que deixou para trás. Até que um encontro inesperado a obriga a regressar a Nova Iorque, já uma mulher diferente, e a reconstituir as peças do puzzle que é o seu passado.

A Minha Opinião
Eu sou fã da Danielle Steel, todavia as minhas últimas leituras dos livros dela não foram muito satisfatórias, por isso quando peguei neste livro na biblioteca foi sem qualquer fé de que fosse conseguir ler até ao fim...

Este livro remonta ao naufrágio do Titanic, em que Annabelle devido a estar doente não vai com os pais e o irmão numa viagem para a Europa, e por isso acaba por não passar pelo sofrimento de estar naquele navio, mas o mesmo não acontece com o resto da família, em que apenas a sua mãe regressa. Mesmo depois desse trágico momento na sua vida, a desgraça não se vai embora, e quando fica sem ninguém, Annabelle que adora tudo o que tem a ver com medicina mete-se num navio para França, para ir para um hospital de campanha para ajudar o feridos da 1ª Guerra Mundial. E num novo continente e numa nova vida que ela renasce, podendo ser aquilo que quiser sem ninguém a julgar pelo seu passado.

Ao inicio eu tinha receio, a história não me estava a agarrar e pensei que ia desistir, mas rapidamente não consegui largar o livro. É uma história que nos toca, que nos faz querer gritar, chorar e bater em pessoas. A Annabelle é sem dúvida uma mulher de garra, ela passa por muitas dificuldades, e não são monetárias, porque dinheiro ela tem que sobra, mas da sociedade. Uma mulher tem um padrão de comportamento que não pode alterar, principalmente na camada da sociedade em que ela circulava em Nova Iorque, e de um momento para o outro, por um erro que não é dela, todos lhe viram as costas. É triste...

Apesar de ter gostado muito da história, em partes ela não deixa de ser previsível, todavia não menos enervante por isso. Simplesmente gostava de ter visto alguma coisa diferente em certos momentos... mas pronto, a história continua muito boa.

Dizer que o final é interessante é pouco, é deveras uma chapada de luva branca, no sentido em que às vezes é bom acontecerem-nos coisas más, obrigam-nos a mudar, mas essa mudança pode ser positiva e no fim das contas até agradecemos.

Quanto à edição, em Portugal há esta e se não me engano uma do Circulo de Leitores, mas tenho que dizer que esta capa é sem dúvida das mais bonitas entre as diversas edições pelo mundo.

Em suma, para quem gosta de romances históricos, recomendo muito este livro, temos todo um plano de fundo da 1ª guerra mundial, e o papel das mulheres na medicina, que até então era de apenas enfermeiras na sua maioria, mas Annabelle quer mais, e trabalha para o conseguir. 
Classificação


Edições pelo Mundo Fora

Opinião de Outros Livros da Autora
Nota: Ao clicar nesta imagem será dirigido para as diversas opiniões de outros livros da autora. Estará sempre atualizado, fazendo com que possa haver mais livros do que os que aparecem na imagem.


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Cinema - Concrete Evidence: A Fixer Upper Mystery & Deadly Deed: A Fixer Upper Mystery


De: Mark Jean
Com:  Jewel Kilcher, Colin Ferguson, Erin Karpluk
Género: Crime, Drama, Mistério
País: Estados Unidos da América
Duração: 90 Minutos
Ano: 2017
IMDB: 7/10 ✮

Trailer


Sinopse

Durante a renovação de uma antiga casa, Shannon faz uma descoberta chocante, o que a leva a uma investigação que muda tudo.

A Minha Opinião
Neste filme nós temos como mente para resolver mistérios a Shannon Hughes, uma mulher que tem uma empresa de construção, que já era do seu pai. Shannon está a preparar-se para começar uma remodelação na casa do escritor Mac Sullivan, quando um dos seus empregados lhe chama à atenção quanto ao elevador de serviço da cozinha que parece ter alguma coisa a trancá-lo. Shannon consegue resolver o problema, mas ao mesmo tempo descobre um cadáver, que parece ter estado muito tempo naquele elevador, e não é nada mais nada menos, a irmã de um dos seus trabalhadores, que supostamente estava desaparecida. 

Eu gosto bastante dos filmes de mistério da Hallmark, porque são como os episódios das séries de crime só que mais pormenorizados. 
Posso fizer que este me surpreendeu, principalmente por haver tantos possíveis culpados que até eu que costumo ter facilidade em descobrir os criminosos, aqui tive várias teorias durante todo o filme, e acabei por nunca chegar ao verdadeiro culpado, apesar de ele me parecer estranho. 

Quanto às personagens, gostei bastante da Shannon, principalmente por ter uma profissão que por norma não é feminina, e também do Mac, que acaba por ser o parceiro dela de investigação, não fosse ele um escritor de policiais. 
Recomendo este filme, e estou curiosa para ver o primeiro da série, que é o que me falta!


Classificação


De: Mark Jean
Com:  Jewel Kilcher, Colin Ferguson, Erin Karpluk
Género: Crime, Drama, Mistério
País: Estados Unidos da América
Duração: 90 Minutos
Ano: 2018
IMDB: 6,8/10 ✮

Trailer


Sinopse
Shannon Hughes assumiu um projeto de caridade para reformar uma grande e antiga mansão vitoriana. Quando um banqueiro local é encontrado morto lá dentro, Shannon precisa tirar o pó das pistas e cimentar a verdade antes que sua renovação se torne uma demolição.

A Minha Opinião
Neste filme, também acompanhamos a Shannon, mas desta vez ela faz uma pausa na renovação da casa de Mac, para ajudar os mais necessitados reformando uma casa gigante doada pelo banco à instituição, e ela tem o dever de renovar, para servir de apartamentos para os mais necessitados morarem. Como não há dinheiro, basicamente juntam-se a eles muitos voluntários, mas o diretor do banco não está muito contente com a obra, e começa a implicar com tudo e com todos, ofendendo muita gente. O pior é que ele aparece morto, na casa, fazendo com que a policia pare a obra, e que os voluntários fujam com medo. 

Mais uma vez é complicado descobrir quem é o verdadeiro culpado, porque o homem tem tantos inimigos que é complicado. Desta vez não tinha qualquer ideia do culpado, fui completamente apanhada de surpresa. 
Como já é habitual neste género de filmes, a Shannon acaba por se armar em detetive e se meter no caminho da polícia, mas a verdade é que sem ela, eles demorariam muito mais tempo a deslindar o caso.
Não sei se estes filmes são baseados em algum livro, como acontece com outros da Hallmark, mas estas histórias são intrigantes e cativantes, e tenho pena que não atraiam mais espectadores, que por norma não dão muita importância a estes filmes feitos para a televisão. Mas a verdade é que apesar de ser uma história menos pesada do que os filmes de mistério que vemos no cinema, a verdade é que é um excelente entretém, e nos agarra mesmo ao ecrã.

Classificação

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Opinião Literária: Mike Gayle - O Homem que Eu Penso Conhecer

O Homem que Eu Penso Conhecer
de Mike Gayle 
Título Original: The Man I Think I Know
ISBN: 9789722364317
Edição ou reimpressão: 07-2019
Editor: Editorial Presença
Páginas: 360
Género: Romance
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Bertrand
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Goodreads: 4,18✮ (aqui)


Sinopse
O novo livro de Mike Gayle é um romance deslumbrante. É uma história poderosa, emocionante, ao mesmo tempo amarga e terna, sobre uma amizade inesperada e um amor improvável. Uma história que não nos deixa esquecer a coragem genuína que reside no nosso coração. Desde o incidente, James DeWitt age sempre pelo seguro. Ele gosta de saber o que poderá acontecer a seguir. Danny Allen não age pelo seguro. Pode dizer-se que arrisca permanentemente ir além do ponto de não retorno.

Às vezes, porém, a vida troca-nos as voltas e quando pensamos que conhecemos a realidade, ela surpreende-nos. E tudo pode vir a acontecer da forma que menos se espera…

Críticas da Imprensa
«Mike Gayle é o rei das histórias comoventes e humanas, e este livro tão cheio de emoção é o seu melhor até agora. 5 estrelas.»
Heat


Sobre o Autor
Mike Gayle estreou-se com enorme sucesso à escala internacional com o romance A Namorada dos Meus Sonhos. Estudou sociologia e jornalismo, tem colaborado com diversas publicações, das quais se destacam a Sunday Times Style, a Cosmopolitan e The Express. Possui um raro poder de observação de comportamentos e um sentido de humor muito próprio. Todas as suas obras foram grandes êxitos editoriais. Na coleção, além deste livro, estão publicados os seguintes títulos: Uma Proposta de Casamento, Ao Virar dos Trinta, Como da Primeira Vez e O Homem que eu Penso Conhecer, o mais recente. Vive em Harborne, Reino Unido, com as filhas e a mulher, Claire.

A Minha Opinião
Neste livro temos a história sob dois pontos de vista, James e Danny, duas homens completamente distintos. James tem um problema no cérebro que lhe limita a fala, os movimentos e o pensamento muitas vezes, mas ele antes do "incidente" era um génio, só que a vida deu voltas. Já Danny é preguiçoso, não quer trabalhar, porque não lhe apetece sair de casa para fazer algo que não quer, e só quando lhe cortam o subsidio de desemprego é que é obrigado a meter mãos à obra, acabando a trabalhar num lar, onde vê James, que acredita que o conhece, que andaram juntos na escola, mas Danny diz que não, que ele está enganado. A questão é estará mesmo James a fazer confusão?

Foi a minha completa estreia com o autor, já tinha ouvido falar maravilhas, principalmente a Dora, do canal de Youtube "Books & Movies", mas como à muito tempo que não publicavam nada dele em Portugal (mesmo muito tempo, lá para perto do ano 2000 e tal), era muito complicado encontrar livros, tentei nas bibliotecas, mas nada, pelo menos nas que frequento, e em segunda mão, o estado deles deixou-me sempre em dúvida, ainda bem que a Editorial Presença voltou a apostar no autor!

Mas então o que é que eu achei do livro... surpreendeu-me bastante, é um tipo de história que não é habitual eu ler, foge um pouco aos meus gostos, mas talvez esteja na altura de os mudar, porque foi uma agradável leitura. Acima de tudo, fez-me pensar, e eu gosto sempre quando um livro tem essa capacidade. 
O autor apresenta-nos duas personagens, completamente diferentes em tudo, começando no estatuto social, mas que ao mesmo tempo têm tanto em comum. Entre muitas coisas, talvez destaque a reviravolta na vida, ambas devido a um "incidente" que lhes virou a vida ao contrário, e que ambos lidaram com isso de forma má, até se juntarem e terem oportunidade de reescrever as suas histórias. 

Sem querer dar spoiler, mas na verdade a história é mais que isto na verdade, este livro mostra-nos que o sucesso escolar é o que quisermos que ele seja, somos nós que definimos o nosso futuro, por mais excelente que seja a nossa educação, notas, das duas uma, ou não conseguimos controlar tudo, e de um momento para o outro tudo muda sem termos oportunidade perceber, ou somos nós que conseguimos definir o que acontece, com as nossas ações e com o que ambicionamos na vida, o problema é quando essa ambição, essa vontade de fazer algo desaparece. Ou seja, independentemente de tudo, somos nós que definimos o nosso futuro, só temos de ultrapassar os obstáculos, mesmo quando eles às vezes são gigantes. 

E dito isto eu gostei bastante das personagens, principalmente pelo que disse anteriormente, pois foi todo o percurso delas que me fez pensar tanto, mas também pela reviravolta na vida delas, principalmente do Danny, surpreendeu-me bastante, porque quando comecei a ler, nunca pensei que ele se viesse a tornar na pessoa que tornou. 

Então porque não dei as 5 estrelas... o final ficou aquém das minhas expectativas, precisava de mais páginas, mais explicações, um epílogo, porque me faltou saber tanto, mas tanto da história...

Em suma, recomendo bastante, acho que vão gostar e emocionar-se, e acima de tudo pensar bastante!

Classificação

Leitura com Apoio

Edições Pelo Mundo Fora

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Opinião Literária: Helena Magalhães - Diz-lhe Que Não

Diz-lhe que Não
de Helena Magalhães 
ISBN: 9789896268077
Edição ou reimpressão: 03-2017
Editor: A Esfera dos Livros
Páginas: 256
Género: Crónicas
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Bertrand
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Goodreads: 3,85✮ (aqui)

Sinopse
«Conheço muitas mulheres que escolhem ficar em relações de merda porque é muito mais fácil viver assim do que enfrentar o mundo sozinhas. Do que terem de continuar a procurar. Talvez essas relações só sejam de merda aos meus olhos. Talvez, para elas, sejam exactamente aquilo que procuram. Mas eu não nasci para isso. Nasci para amar (e ser amada) profundamente. Vou continuar a procurar, mesmo que continue a cair de cabeça no chão. Vou sempre dizer sim ao amor. Às borboletas no estômago. Às pernas a tremer. Quero viver todas as sensações que o amor me puder oferecer. 

E nunca, nunca, nunca me vou contentar com menos do que isso. Neste livro cada Capítulo corresponde a uma história. Poderia dizer-vos que são ficcionais, mas não são. Se são 100% reais? Também não. Porque, por vezes, fantasiar um pouquinho aquilo que vivemos torna-nos mais felizes.» Helena acredita no amor, apesar das relações fast-food que muitas vezes sente na pele. 

Enquanto homens como o Sem Cojones, o Flash, o Velho, o Poeta ou o Telecomunicações vão passando pela sua vida sem deixar nada para contar a não ser histórias caricatas e, por vezes, inverosímeis, Helena continua à procura sem se deixar cair na tentação de se acomodar. Ao seu lado as suas amigas Beatriz, Olívia e Laura também vivem relações marcadas pela traição ou pelo abandono, mas sempre com a ideia de que um dia o «Mr. Right» vai aparecer. A jornalista Helena Magalhães, num registo irónico e actual, apresenta-nos um livro que nos faz reflectir sobre as relações amorosas nos dias de hoje em que as redes sociais marcam o ritmo e as juras de amor são feitas por Whatsapp, os «amo-te» vêm em forma de fotografia pelo Instagram ou que os ex-namorados e as ex-namoradas dos ex-namorados convivem alegremente no Facebook, assistindo à nossa vida como se de uma novela se tratasse. 

Porque o amor é mais do que isto e há que dizer «não» até que a vida nos dê a entender que chegou o momento de dizer «sim». Um «sim» apaixonado, confiante e absoluto.

Sobre a Autora
Helena Magalhães nasceu em Lisboa em 1985 e tem-se dedicado ao jornalismo e à escrita. Começou pela imprensa feminina, passou para o digital e encontrou o seu lugar na literatura. Em 2017 lançou o primeiro livro, Diz-lhe Que Não, uma sátira às relações modernas que se tornou um fenómeno nas redes sociais. O seu objetivo de vida? Colocar a geração digital a ler mais. Criou um Book Gang no Instagram para incentivar os portugueses a voltarem a apaixonar-se pelos livros.
Freelancer e storyteller, colabora para alguns jornais, cria histórias para marcas e empresas e escreve no seu blog www.helenamagalhaes.com.




A Minha Opinião
A Helena Magalhães tem sido muito falada nos últimos tempos sobre o seu último livro, o "Raparigas Como Nós" que eu ainda não li. Mas quando vi este na biblioteca, o seu primeiro livro, não resisti em pegar-lhe e trazê-lo para casa.

Classificar este livro segundo um género é complicado, porque meio que é verídico com algumas invenções em forma de crónica... Contudo para o leitor é uma história da Helena e das suas amigas, de amores e desamores, com opiniões, reflexões e conselhos para quem lê, de uma forma que o leitor facilmente se identifica com o que está a ler.
Foi uma das coisas que mais gostei no livro, não que a minha história de vida seja sequer perto do que ela conta, mas a minha opinião quanto aos assuntos é parecida com a dela, e por isso facilmente me identifiquei com as palavras dela.
Além disso, todas as histórias se interligam formando apenas uma, por isso é difícil classificá-lo, é como se fosse um romance.

Retive algumas ideias sobre o livro, mas a que me fez pensar mais foi uma sobre os homens muito bonitos, mas que pode ser extrapolada para ambos os sexos:
"quem viva da beleza, pouco ou nada tem para dar. Porque nunca precisou de o fazer. Há quem diga que os homens demasiado bonitos são perigosos, complicados e difíceis de manusear, mas não vejo dessa forma: a verdade é que eles nunca precisaram de se esforçar para atrair alguém. Ou conquistar, indo mais a fundo no tema. E isso torna-os emocionalmente incapazes."

É sem dúvida um livro que recomendo, fala da vida amorosa do século XXI, com telemóveis e aplicações de encontros. Já para não dizer que é um excelente primeiro livro da Helena. Quando derem por ela já estão a acenar afirmativamente com a cabeça sobre aquilo que estão a ler, e a murmurar: olha que é mesmo...

Classificação
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Opinião Literária: Ivy Jordan - Mr. Firefighter & Em Brown - Submitting To The Rake


Mr. Firefighter
(Mr. Series #6)
de Ivy Jordan
ASIN: B071YSCHZK
Edição ou reimpressão: 04-2017
Páginas: 96
Género: Romance, Literatura Erótica
Goodreads: 3,88✮ (aqui)

Sinopse
Emily é uma atriz, que aceita um emprego como modelo para fazer um favor à sua colega de casa que é fotógrafa. Para sua surpresa e sorte, Josh é o modelo com o qual ela vai trabalhar. Mas ele não é apenas modelo. Ele também é bombeiro. Eles ficam instantaneamente atraídos, um pelo o outro, e depois que sua casa pega fogo, ela e suas colegas de quarto mudam-se para casa dele ele. O romance é rápido e quente, mas então ela vê uma mensagem de uma mulher que inclui fotos sexys que podem arruinar tudo.

A Minha Opinião
Nesta novella temos Emily uma atriz em ascensão, bem que lenta, que para ajudar a colega de casa que é fotografa acaba a fazer de modelo para uma marca de água. Quando chega ao estúdio vê quem vai ser o seu par, está já preparado um homem vestido de bombeiro todo jeitoso, a química entre os dois é evidente tanto para as pessoas no estúdio como para a marca que quer que eles continuem a ser a cara da marca nas restantes sessões.
No fim da sessão, Josh, o bombeiro jeitoso, espera por Emily para a convidar para sair, e aí começa a relação deles, mas quando a casa dela pega fogo e eles as convida para ficarem em sua casa durante as obras, essa mesma relação evolui para outro nível, talvez depressa de mais.

Talvez depois de ler tantas histórias destas eu me tenha fartado um bocadinho. Principalmente porque nesta acontece tudo demasiado depressa. Eu sei que é esse o objetivo, mas aqui foi demais, na minha opinião. Além disso os finais deixam quase sempre a desejar, podiam fazer a coisa com mais cuidado. Todavia não deixa de ser uma história bonita e que dá vontade de ler. Não é uma leitura para interiorizar, mas sim para entreter durante uma hora, se tanto, por isso não a deixo de recomendar, mas simplesmente não leiam tantas seguidas.

Classificação

Opinião de Outros Livros da Série

Submitting To The Rake: Wicked Hot Erotic Romance
(Château Debauchery #1)
de Em Brown
ASIN: B06XY3CZ4F
Edição ou reimpressão: 05-2017
Páginas: 82
Género: Romance, Romance de Época, Literatura Erótica
Goodreads: 3,47✮ (aqui)

Sinopse
Desesperada para salvar sua prima da ruína certa com um notório libertino, a Srta. Heloise Merrill faz-se passar pela sua prima e toma seu lugar no infame “Chateau of Debauchery”.
Heloise pretende convencer o libertino — Lorde Cadwell, Conde de Blythe — a voltar suas atenções para outro lugar. O que ela não pretende é ser estendida sobre suas pernas e ser espancada!
Privado de sua desejada convidada, Sebastian Cadwell pretende fornecer à intrometida Merrill uma bem merecida desforra. Mas quando sua mão atinge o adorável traseiro dela, ele descobre que quer fazer mais do que apenas administrar uma leve surra.
Ele quer amarrá-la e segurá-la.
Em resumo, ele quer sua submissão total.

A Minha Opinião
Nesta novella temos a Heloise Merrill que depois de interceptar um convite do Lorde Cadwell para a sua prima para três dias no “Chateau of Debauchery”, resolve fazer-se passar por ela para a salvar da ruína, só que o Lorde não gosta muito ao inicio da troca, e acha que ela era uma intrometida, mas rapidamente muda de ideias. O que depois de pensar muito sobre o assunto, o deixa constrangido.

Foi a primeira novella que li de época, e foi uma surpresa. É rápida, sem muito floreado e com duas personagens interessantes. A Heloise acha que a prima é uma santa, mas na verdade não conhece a missa à metade, mas também o seu aspeto engana, ela está longe de ser o que realmente aparenta. Já o Lorde não pensa em casamento e apenas se quer divertir durante os três dias que propõe à sua companhia, depois vai cada um para seu lado, e pelo que parece nem sempre corre bem, não por ele, mas por elas, que não querem ser descartadas. São duas personagens que fizeram um bom par, porque trazem ao de cima facetas de ambos que desconhecem, e isso foi uma questão interessante. 

Recomendo muito, e já quero ler os seguintes da série, segundo vi no goodreads são uma carrada deles!
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Opinião Literária: Javier Castillo - O Dia Em Que Perdemos a Cabeça

O Dia em que Perdemos a Cabeça
de Javier Castillo 
Título Original: El día que se perdió la cordura
ISBN: 9789896657376
Edição ou reimpressão: 01-2019
Editor: Suma de Letras
Páginas: 456
Género: Policial e Thriller
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Goodreads: 3,68✯ (aqui)

Sinopse
Centro de Boston, 24 de Dezembro, um homem caminha nu, trazendo nas mãos a cabeça decapitada de uma jovem mulher.

O Dr. Jenkins, director do centro psiquiátrico da cidade, e Stella Hyden, agente do FBI, vão entrar numa investigação que colocará em risco as suas vidas e a sua concepção de sanidade. Que acontecimentos fortuitos ocorreram na misteriosa Salt Lake City há dezassete anos? E por que estão todos a perder a cabeça agora?

Com um estilo ágil e cheio de referências literárias- Garcia Márquez, Auster e Stephen King - e imagens impactantes, Javier Castillo contruiu um thriller romântico narrado a três tempos que explora os limites do ser humano e rompe com a estrutura tradicional dos livros de suspense.

Amor, ódio, estranhas práticas, intriga e acção trepidante inundam as páginas deste thriller romântico, que se converteu num fenómeno editorial antes da sua publicação em papel.


Críticas da Imprensa

«Uma história de ritmo acelerado que mantém o leitor com o coração nas mãos... Pura adrenalina.»
El Mundo

«Um thriller delirante e meticulosamente construído.»
Eldiario.es

«Uma única folha. Apenas duas páginas de O dia em que perdemos a cabeça… e ficamos preso nas suas garras.»
ABC

«Castillo conseguiu acertar no centro do alvo editorial com um thriller sedutor e rápido, passado nos Estados Unidos e que começa com uma imagem poderosa.»
Diario Sur


A Minha Opinião
Eu lembro-me da altura em que este livro saiu aqui em Portugal de ouvir falar muito dele, principalmente os youtubers, bloggers e afins. Ouvi quem adorasse e quem odiasse, acho que foi isso que me afastou do livro, mas no inicio do mês de Julho, através do projeto Choose For Me, a Jéssica do Chuva de Letras, escolheu, de entre uma lista de livros fornecida por mim, este para eu ler, e lá iniciei a leitura. 

O livro é contado em diversos pontos de vista, e por isso em diferentes datas, passeando entre o passado e o presente, mas a premissa é um homem que aparece na véspera de natal aparece todo nu a passear com a cabeça de uma mulher nos braços, a escorrer sangue, como se fosse um saco de compras. Ele é detido, e por não abrir a boca, nem dar sinais de querer fazer é encaminhado para um centro psiquiátrico, onde o Dr. Jenkins, lhe tenta arrancar alguma coisa, sem sucesso e acaba por ser também incluído o FBI, com a inspetora Stella Hyden, que finalmente consegue colocar o sujeito a falar. 

O que eu gostei foi a história, a ideia geral está bem pensada, é atrativa, e prende o leitor. Isso é sem dúvida o seu melhor, mas ao mesmo tempo ela torna-se cansativa, por não sair do mesmo sítio, mas ao mesmo tempo estar em tantos. É confuso, e o livro também. Apesar da minha boa memória, a verdade é que as datas no inicio dos capítulos, quando se tratava do mesmo dia, e só as horas e o local diferente, eu não me conseguia guiar por aí, tinha de ser pelo ponto de vista, ou pela sequência da história. 
O autor teve uma ideia, mas tentou cruzar tanta coisa que a certo ponto torna confuso, mas ao mesmo tempo, a história base é cativante e uma pessoa só despachar as histórias paralelas para chegar aquela. 

O final conseguiu ser surpreendente e saber a pouco ao mesmo tempo. Na minha opinião não podia acabar ali, não fazia nenhum sentido, a não ser que haja mais no futuro, mas duvido. É como lançarem a bomba e irem-se embora. Foi o que senti no fim, fiquei de boca aberta e a pensar Mas que raio é que é isto?
Todavia é de ressalvar e imensas pessoas adoram, e que também o livro não é mau, só podia ser limado em algumas questões, mas não deixo de recomendar a quem gosta de thrillers macabros.

Classificação


Capas pelo Mundo Fora

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Wrap-Up Agosto|| Livros, Filmes & Séries

O mês de agosto foi recheado de boas leituras, séries e filmes, mas também é o fim da boa vida quando acaba, então este ano para mim, foi mesmo isso, as férias acabaram e começou o estágio logo, sem tempo para férias das férias, como tenho saudades das aulas!



Livros
Não me vou alongar sobre os livros, porque alguns já têm opinião no blogue, e outros terão em breve. Para acederem às opiniões já existentes, basta carregar em cima do nome do livro.

Este mês li 18 livros, num total de 4878 páginas, e com uma média de 4,03 estrelas, que é uma das maiores até agora.


3 Estrelas ✯
* Angel Devlin - His Bird of Paradise
* Louise Pentland - Dupla Mais que Perfeita

3,5 Estrelas 
* Clare Mackintosh - Deixa-me Mentir
* Tara Sue Me - A Iniciação


4 Estrelas 
* Danielle Steel - Uma Mulher de Coragem
* Luanne Rice - O Último Beijo
* K. Bromberg - Cativada
* Helena Magalhães - Diz-lhe que Não


* Em Brown - Submitting To The Rake
* Erica Ridley - One Night for Seduction
* Olivia Hawthorne - His Baby's Breath
* Kelli Callahan - His Azalea


* Marco Malvaldi - A Medida do Homem
* Elizabeth Noreback - Diz-me que és Minha

4.5 Estrelas 
* Julia Quinn - A Soma de Todos os Beijos


5 Estrelas 
* Megan Maxwell - Alguém Como Tu
* Julie Garwood - O Segredo
* Tessa Dare e Christi Caldwell - Noivas em Fuga


Filmes
Todos os filmes terão também opinião no blogue em breve, por isso não me vou pronunciar sobre nenhum em particular.

Três filmes de mistério, todos da mesma série. Para quem gosta de filmes leves e de mistério, recomendo bastante que vejam estes, volta e meia passam na fox life.



Eu e a Hallmark, adoro os filmes de lá, estes são romances, todos muito giros e recomendo os mais românticos a ver!

Séries

Acabei o Macgyver, em breve farei uma opinião da série como deve ser. O Hawaii e o NCIS, apanhei episódios na televisão que ainda não tinha visto, o que foi excelente, mas agora não vou ter tanta oportunidade de ver infelizmente. Por fim a minha paixão de concursos, os ninjas, infelizmente está a acabar a temporada...



Os Ninjas australianos comecei a ver, mas parei para ter alguma coisa para ver quando acabarem os americanos, admito que o sotaque me faz alguma confusão, mas acho que é uma questão de hábito. A Barbie é sem dúvida uma das melhores séries de desenhos animados, foi uma reinvenção da Barbie que todos conhecemos.
E por fim a série portuguesa de agosto, que também terá uma opinião como deve ser no blogue, mas que espero que seja o principio deste tipo de conteúdo nas televisões portuguesas, mais diversão e menos drama.

E vocês leram algum destes livros? Ou acompanham alguma destas séries?
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Opinião Literária: Grace Burrowes - Sarilhos com Duques

Sarilhos com Duques
(Noivas da Regência #1)
de Grace Burrowes 
Título Original: The Trouble with Dukes
ISBN: 9789897419515
Edição ou reimpressão: 06-2018
Editor: Quinta Essência
Páginas: 336
Coleção: Noivas da Regência
Género: Romance, Romance de Época
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Goodreads: 3,63✯ (aqui)


Sinopse
Dizem as más línguas que o novo duque de Murdoch, Hamish McHugh, é um brutamontes e um assassino. e pior do que isso… escocês!!! Seria impensável deixá-lo sozinho com uma mulher de bem. Mas Meghan Windham consegue detetar em Hamish algo especial…

No campo de batalha não havia guerreiro mais feroz do que ele. Mas o palco de guerra agora é bem diferente: a temporada social londrina! Mas Hamish é capaz de tudo para agradar às suas irmãs… até mesmo ter aulas de dança com a jovem Miss Windham. e embora ela não se deixe intimidar pelo temperamento dele, Hamish pressente que também Meghan trava uma luta…

Por ela, Hamish está disposto a pegar em armas mais uma vez…
Por ela, é bem capaz de perder o coração…
Sarilhos com Duques apresenta-nos a belíssima série Noivas da Regência - bem como a talentosa Grace Burrowes, que depressa se tornará uma preferida dos nossos leitores…

A Minha Opinião
Neste livro nós conhecemos a Meghan Windham, uma jovem solteira, cegueta sem óculos, e que vive acorrentada a erros do passado. Era jovem, inocente e foi facilmente ludibriada pelo seu apaixonado, que mais tarde virou sapo. Agora vive a temporada de Londres rezando que ele encontre outra jovem para chatear em vez dela. Por outro lado temos Hamish McHugh um escocês, recentemente promovido a duque, duque de Murdoch, mas todos têm medo dele, por ser associado a actos violentos quando andou na guerra. Com esses boatos ele vive bem, mas com a ideia de ser duque e ter de conviver com os seus pares não, ele não aprecia particularmente os ingleses. Até que conhece Meghan, salvando-lhe os preciosos óculos que se preparavam para ficar estilhaçados no chão. Depois desse primeiro encontro casual, mais se seguem, inicialmente Hamish é obrigado pelas irmãs a socializar com os Windham, e consequentemente com Meghan, mas rapidamente gosta da sua companhia.

Este é o segundo livro que leio da autora, o primeiro foi o segundo da série, mas em nada dava a entender o que acontecia neste, logo, foi uma surpresa todos os acontecimentos. Também já tinha ouvido falar muito deste livro, uma opiniões menos boas, outras melhores, mas admito que parti com uma certa reticência para a leitura. 
Uma das coisas que tenho a apontar é que a autora não se limita a um romance de época simples, inclui pontos de vista para além das personagens principais, e tem sempre um objetivo que não é necessariamente o amor das duas personagens, e talvez isso não agrade a toda a gente e torne um pouco confuso. 
Dito isto, eu no inicio do livro, aí nas primeiras 100 páginas, não estava a perceber muito bem o que estava acontecer e qual era o objetivo do livro, mas depois entrei na história completamente e apaixonei-me pelas personagens. 

A Meghan vive com o preconceito de não ver bem, naquela época usar óculos não era bem visto, e fora da família existe quem goze com ela, todavia ela tem outra particularidade, caiu de amores por um jovem todo atraente e bem parecido que só se queria aproveitar dela, mais nada e agora está nas mãos dele, naquele tempo também não era hábito essas liberdades, e é mesmo por isso que ela agora está com as opções de futuro limitadas, só para evitar um escândalo. 
Já o Hamish parece um escocês grandalhão e mauzão, mas é apenas aparência, ele faz tudo pela família, só para eles estarem bem e felizes, diz que isso o faz feliz também. Com a Meghan ele engraça logo desde inicio, mas como pretende voltar para a sua casinha na Escócia, tenta não dar muito valor aos sentimentos, mas não consegue. Eu cá achei-o super fofo!

Eu gostei bastante do livro, não me arrebatou, mas trouxe algo novo. Todo o livro vai além da relação deles, tem também mistério e isso foi interessante de ver. Talvez ainda tivesse algumas arestas a limar, mas não deixa de ser uma boa história, que nos cativa e que nos faz torcer para que tudo corra bem no final. Não é um erótico, para quem não gosta desse género, este livro é uma boa aposta, contém cenas sexuais, mas muito ao de leve. 
Por isso, para quem gosta de romances de época, leiam este, é uma autora que escreve diferente, mas que nos trás uma história com mais dimensões e com os costumes da sociedade londrina bem patentes.


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