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À Conversa Com... Liliana Rodrigues Brito

Regresso hoje com uma rubrica que tanto gosto aqui ao blogue, com uma conversa com a Liliana, blogger, escritora, e futura mamã. Autora do livro "Gabriel 120419" editado pela Chiado Editora, e recentemente tem também uma coluna de crónicas no Wattpad, uma plataforma que me é muito querida. 
Venham conhecer melhor a Liliana, em breve trago também opinião do livro dela aqui para o blogue!


Desde já muito obrigada por aceitares dar esta entrevista. De Liliana para Liliana! Acho que devo começar pelo início de tudo, quando nasceu o teu gosto pela escrita? 

Olá! Eu é que agradeço. Engraçado, a primeira entrevista que dou ser para outra Liliana. Pode ser bom sinal. O meu gosto pela escrita começou em miúda quando escrevia nos meus diários. Mais tarde, por volta do 8º ano, adquiri um interesse maior devido ao incentivo de uma professora que me elogiava as composições. Já numa fase adulta escrevia para mim mesma e mostrava e algumas amigas que me incentivavam. Acredito que o gosto pela escrita nasceu comigo, só tive de o desenvolver ao longo dos anos, e acreditar que um dia daria frutos este sonho. 


Tens algum ritual de escrita? Uma inspiração especial? 

Olha , na verdade não tenho, nem uma coisa nem outra. Às vezes estou dias sem pegar na caneta e nos papéis. Escrevo quando tenho vontade e me sinto motivada para tal. Nem todos os dias sinto que a minha mente está direccionada para a escrita/imaginação. A inspiração vem em certos momentos, e é nessas alturas que aproveito para escrever. 

Como nasceu a ideia do livro Gabriel 120419? 

O Livro Gabriel 120419, surgiu numa altura em que concorri para um concurso literário da FNAC. Vi o concurso online e logo no mesmo dia alguns pontos da história surgiram. Existe outro motivo mais pessoal para o conto ser sobre um bebé, chamar Gabriel e a data ser essa, mas só costumo revelar após lerem a história, acredito que assim sentirão ainda mais o pequeno Gabriel. 


E porquê o tema do Holocausto? 

Já a alguns anos que o tema Holocausto me é muito chegado. Fico muito sensibilizada com a história dos judeus, devido ao que tiveram de passar por preconceito descabido e desumanizado daqueles que se achavam superiores. Posso-te dizer que já vi imensos documentários sobre o assunto, alguns mais que uma vez. Em termos de livros os que mais tenho são sobre esse tema e filmes acredito que se me faltar ver algum, sejam muito poucos. É realmente um tema que chega ao meu coração e que me emociona.. Daí dizer na biografia do livro, que não faria sentido o meu primeiro livro ser de outro tema que não este. 


Sendo um tema literário muito popular no estrangeiro, e mesmo em Portugal. Será esse um ponto a favor para o teu livro?

Confesso que quando lancei achei que devido ao tema em si seria realmente algo que os leitores poderiam querer explorar cá e no exterior. Principalmente por ser escrito por uma autora portuguesa. Contudo, não tem tido muita saída por agora, mas acredito que as pessoas pouco a pouco se venham a interessar. Sei que sou suspeita por ser uma obra minha, mas acredito que o Gabriel 120419, vem mostrar uma perspectiva diferente e interessante de vermos o outro lado de quem viveu também o Holocausto. Vai fazer em Julho um ano que o lancei, vamos esperar para ver se desperta a atenção e sensibilidade de mais leitores à sua leitura. Se foi ou não um ponto a favor. 


Publicaste na Chiado Editora, onde se sabe que se paga para publicar. Tentaste editar por uma editora dita “normal”, ou seguiste logo por este caminho? 

Já me questionaram isso antes e acredito que haja uma falha de informação. Eu contactei várias editoras, acima de 40, para te ser sincera! Recebi alguns feedbacks positivos de editoras interessadas, uns negativo e outras que não responderam ou que responderam após ter decidido já assinar pela Chiado. Algumas levam mais tempo a analisar as obras. Mas posso-te dizer que todas elas cobram. Umas mais que outras, mas todas cobram para adquirires os teus primeiros exemplares e teres o serviço que te prestam para lançares. Isto para novos autores com a sua primeira obra. Nós somos desconhecidos no mercado e acaba por ser um risco também para a editora. Agora se me perguntares se os orçamentos são justos. Aí já é outra conversa… 
No entanto, na altura o meu objectivo era que a Chiado Editora me desse feedback positivo, pois sabia que era um nome conceituado em Portugal e no Brasil. 


Qual achas que é o maior desafio para publicar um livro em Portugal? 

Para publicar na verdade, nenhum! Desde que tenhas orçamento disponível para pagar e uma editora interessada, já está metade feito. O desafio mesmo é fazer chegar às massas. Fazer chegar aos leitores e aos mídia. Pois Portugal, infelizmente, consome muita literatura estrangeira e aposta pouco nos seus autores. Assim como as próprias editoras, não só a Chiado, divulgam e acreditam muito pouco na obra do autor. E na verdade é do que mais precisamos. Divulgação, divulgação, divulgação! 
Nunca mais ler ou nunca mais escrever... É complicado responder a isso. Mas amo escrever e adoro ler. Por isso, tendo de escolher uma das opções, seria nunca mais ler. Mas espero nunca ter de fazer nenhuma dessas escolhas.

Cada vez mais temos livros a ter adaptações ao cinema. Se a tua obra tivesse uma adaptação cinematográfica qual seriam os atores principais? 

Interessante falares sobre isso pois já recebi críticas positivas referindo essa ideia. E é algo que gostava de explorar. Teria de adaptar o livro pois é pequeno, mas seria algo que me seria prazeroso ver. Quanto aos actores é algo que não me ocorreu até à data. Mas pensando nisso agora, se fossem actores portugueses se calhar escolhia a Cláudia Vieira para a mãe biológica do Gabriel, a Dalila do Carmo ou a Catarina Furtado para mãe adoptiva, e se calhar, o pai adoptivo do Gabriel seria o Diogo Morgado ou o Paulo Pires. Sonhadora não é? 

O que dirias a alguém para a convencer que devia comprar o teu livro? 

Eu tento convencer a comprarem o meu livro através da empatia. Pois é sobre isso que o mesmo fala. Embora seja uma história com cerca de 75 anos, ainda podemos rever alguns dos seus pontos no presente. Através do preconceito seja pelos humanos, seja pelos animais. Infelizmente ainda existem pessoas que se deixam levar pelas diferenças e se esquecem que somos todos diferentes, mas todos iguais. Somos todos Humanos. E como tal merecemos todos o direito à vida. O meu livro reflete muito isso e acredito que esse seria o melhor motivo para o lerem. 


Tens também um blogue literário, qual é a razão da sua criação? 

Já tinha tido dois blogs à uns anos atrás, e depois de algum tempo desistia. Penso que não era pra ser. Quando escrevi o livro, achei que o blog seria mais um meio de divulgação. Hoje aproveito para divulgar autores, com o meu projecto #autoresPortugueses, falo também um pouco sobre a maternidade e outros assuntos que me possam parecer interessantes para partilhar. Recentemente criei também uma coluna, a “Amor, Vinho e Outras Merdas” para assuntos mais relacionados com relacionamentos. 
Vamos ver como continua o mesmo. Ainda é um bloq recente, não tem praticamente views, mas espero expandir. Chama-se “A Li Voa AQui”, quem quiser visitar é bem vindo! 


E já agora, quais são os três livros que achas que todos deveriam ler? 

Bem, o Gabriel 120419 pela mensagem que transmite. Anne Frank e qualquer um do Augusto Cury. 


A média de livros lidos por portugueses é muito baixa, qual acreditas ser a essência do problema? E como acreditas que se pode inverter a tendência? 

Acredito que se pode sim inverter a tendência se cada um começar por se querer instruir mais. Ganhar mais curiosidade e interesse pela leitura. Um dos grandes problemas, a meu ver, é aquela “caixinha quadrada” que tantas vezes vicia as pessoas.

Para acompanhar a leitura não gosto de café. Acho amargo, mesmo com açúcar. A melhor é sem dúvida o chá...amo chá!

Se tivesses a oportunidade de te encontrar com um escritor/a à tua escolha, quem escolherias e porquê? 

Anne Frank. Iria querer ouvir o seu relato ao pormenor, contado por ela mesma. 

Sendo que estás grávida, quais os livros que fazes questão que o teu filho leia?

Por agora já tenho ali alguns separados de bebé para lhe ir lendo já desde pequenino. As típicas histórias de criança e outras não tão de criança mas que ele vá percebendo pouco a pouco, e que veja que lhe agradam. Como por exemplo, Gabriel 120419.Mais para a frente quero que ele decida o gênero literário que mais lhe tocar e fizer sentido ler. O importante para mim é incutir-lhe o gosto pela leitura desde pequeno.

Por fim, se pudesses voltar atrás no tempo, o que dirias à Liliana de 16/17 anos?

Escreveste e lançaste um livro! Acreditas-te e conseguiste! Estou orgulhosa de ti! Obrigada!


Onde Podes Encontrar a Liliana

Já conhecem a autora, ou o livro da Liliana? 
Sigam-na nas redes sociais!
Até ao próximo post, Boas leituras!

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Cinema: Tudo Bons Meninos & Quando nos Conhecemos

Título Original: Good Boys
De: Lee Eisenberg, Gene Stupnitsky
Com: Jacob Tremblay, Keith L. Williams, Brady Noon
Género: Aventura, Comédia
País: Estados Unidos da América
Duração: 90 Minutos
Ano: 2019
IMDB: 6,7/10 ✮

Trailer

Sinopse
Após ser convidado para jogar ao bate-pé pela primeira vez, Max (Jacob Tremblay, "Quarto"), de 12 anos, está em pânico por não saber como beijar.

Ansioso por dicas, Max e os seus melhores amigos, Thor e Lucas decidem usar um drone para espiarem (acham eles) um casal de adolescentes a namorar na casa ao lado. Mas quando as coisas correm absurdamente mal, o drone é destruído.

Numa desesperada tentativa de substitui-lo antes que o pai de Max (Will Forte, série "The Last Man on Earth") chegue a casa, os rapazes faltam às aulas e partem numa odisseia de más decisões que envolvem o roubo acidental de drogas, paintball em residências estudantis, fugas à polícia e adolescentes assustadoras.

A Minha Opinião
Eu não sei o que estava a pensar quando fui ver este filme...

Este filme basicamente acompanha três miúdos do 6º/7º ano que não são betinhos, mas pouco falta, eles bem tentam ser algo mais, mas não têm lá muito jeito para isso. Max, o que tem mais potencial para subir de nível social recebe um convite para uma festa, mas percebe que não sabe beijar, então mais os seus três amigos, tentam descobrir dicas, só que só arranjam problemas.

Este filme fez-me rir tanto, mas tanto. Eu nem sei bem o que esperava do filme, o trailer promete... e raios, cumpre bem as expectativas, é um filme tão doido que acho que ninguém espera. 
Fez-me pensar nos meus tempos de escola, fogo será que éramos assim? Claro que as gerações mudaram, eu acho os miúdos agora muito diferentes, mas há coisas que são intemporais. Certos rituais de passagem que por mais que tudo mude, que haja mais tecnologia, não mudam, e sinceramente gostei de ver isso. Não posso dizer que éramos mais bem comportados, mas pronto...


No meio de tantas gargalhadas e palhaçadas, o filme até acaba por passar mensagens. Bem... um bocado escondidas, mas ainda assim elas estão lá. É pena é que este filme não seja recomendado para miúdos tão novos, a recomendação parental é para maiores de 14... mas acho que ainda vão a tempo de aprender alguma coisa!

Em suma, recomendo que vejam este filme, vão-se rir muito, e lá no fundo reviver a pré-adolescência.  

Classificação



Título Original: When We First Met
De: Ari Sandel
Com: Adam Devine, Alexandra Daddario, Shelley Hennig 
Género: Comédia, Fantasia, Romance
País: Estados Unidos da América
Duração: 97 Minutos
Ano: 2017
Disponível: Netflix
IMDB: 6,4/10 ✮

Trailer


Sinopse
Noah usa uma cabine fotográfica mágica para viajar no tempo e reviver vez após vez a noite em que conheceu Avery, tentando persuadi-la a apaixonar-se por ele.

A Minha Opinião
Eu já tinha este filme à muito tempo para ver, e finalmente chegou a oportunidade. 

Este filme começa com o noivado de Avery e Ethan, um casal perfeito, todos o acham, até mesmo Noah, grande amigo de Avery e também apaixonado por ela à 3 anos. Contudo Noah sofre também com o facto de achar que é por culpa dele que Avery se está para se casar com Ethan e não com ele, e vive obcecado com isso. Depois de uma grande bebedeira e de entrar numa daquelas máquinas de tirar fotografias gigantes, ele regressa ao passado e vê a oportunidade de mudar tudo. 

Ora bem, não é o filme com a premissa mais inovadora, sendo realista. É o que é, tem um objetivo, que é entreter e cumpre-o. Afinal de contas é uma comédia, com aquele toque de viagem no tempo que nos faz aprender algo no fim, e nos faz querer ser quem éramos. Talvez esteja a ser dramática, mas é este o propósito do filme, mais vale aceitar isso desde inicio e depois sim desfrutar. 


Um filme com Adam Devine é sempre divertido, por isso não esperava outra coisa deste. Com bons atores conseguiram retirar algo desta história, e lá pelo meio ainda me conseguiu surpreender. 

Em suma, este não é um filme para Óscar, mas é divertido e bom para passar o tempo!

Classificação

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Opinião Literária: Bruno Vieira Amaral - As Primeiras Coisas

As Primeiras Coisas
de Bruno Vieira Amaral 
ISBN: 9789897221217
Edição ou reimpressão: 10-2013
Editor: Quetzal Editores
Páginas: 312
Género: Romance
Wook
Livro (aqui) Ebook (Aqui)
Bertrand
Livro (Aqui) Ebook (Aqui)
Goodreads: 3,69✯ (aqui)

Sinopse
Quem matou Joãozinho Treme-Treme no terreno perto do depósito da água? O que aconteceu à virginal Vera, desaparecida de casa dos pais a dois meses de completar os dezasseis anos? Quem foi o homem que, a exemplo do velho Abel, encontrou a paz sob o céu pacífico de Port of Spain? Porque é que os habitantes do Bairro Amélia nunca esquecerão o Carnaval de 1989? Quem é que poderá saber o nome das três crianças mortas por asfixia no interior de uma arca? Onde teria chegado Beto com o seu maravilhoso pé esquerdo se não fosse aquela noite aziaga de setembro? Quantos anos irá durar o enguiço de Laura? De que mundo vêm as sombras de Ernesto, fabuloso empregado de mesa, Fernando T., assassinado a 26 de dezembro de 1999, Jaime Lopes, fumador de SG Ventil, Hortênsia, que viveu e morreu com medo de tudo? Quando é que Roberto, anjo exterminador, chegará ao bairro para consumar a sua vingança? Memórias, embustes, traições, homicídios, sermões de pastores evangélicos, crónicas de futebol, gastronomia, um inventário de sons, uma viagem de autocarro, as manhãs de Domingo, meteorologia, o Apocalipse, a Grande Pintura de 1990, o inferno, os pretos, os ciganos, os brancos das barracas, os retornados: a Humanidade inteira arde no Bairro Amélia.


Sobre o Autor
Bruno Vieira Amaral nasceu em 1978. Colabora com a revista Ler, o Expresso e a Rádio Observador. O seu primeiro romance, As Primeiras Coisas (Quetzal, 2013), foi distinguido com o Prémio PEN Clube Narrativa, Prémio Literário Fernando Namora, Prémio Time Out e Prémio Literário José Saramago, em 2015. Em 2016, foi nomeado uma das Dez Novas Vozes da Europa (Ten New Voices from Europe), escolha da plataforma Literature Across Frontiers. O seu segundo romance, Hoje Estarás Comigo no Paraíso (Quetzal, 2017), recebeu o prémio Tabula Rasa 2016-2017 na categoria de Ficção, e o segundo lugar do Prémio Oceanos 2018. Em 2018, foram reunidos os seus melhores textos dispersos no volume Manobras de Guerrilha. Os direitos dos seus livros foram vendidos para vários países.

A Minha Opinião


Este livro é uma espécie de crónicas sobre os moradores do Bairro da Amélia no Barreiro. Através dele conhecemos as mais diversas personagens, acontecimentos, e o que distingue aquela gente. 

Ora bem, li este livro devido a uma leitura conjunta, e sinceramente se não fosse assim, provavelmente nunca me depararia com ele. Não conhecia o autor, e não era propriamente um livro que me chamasse à atenção à primeira vista. 
Posto isto, tenho a dizer que, para mim, este livro está mal classificado, isto não é um romance, ou pelo menos não o que eu considero um romance, mas sim um livro de crónicas, acho que é a melhor forma de o descrever.

A pergunta que se coloca, gostei? Bem, nem por isso. Não gostei? Também não. É um misto dos dois. Tem histórias interessantes, mas também tem delas que não acrescentam rigorosamente nada, e que são apenas para encher chouriços.
Além disso temos um prólogo de quase 60 páginas, vejam-me bem... contudo na realidade acaba por ter mais história do que as restantes 240. Foram seis dezenas de páginas sem eu perceber bem o que estava a acontecer, mas posso dizer que não previa o que se seguiu, esperava uma história "a sério", e não crónicas.
Se as histórias se interligam? Sim, algumas sim, pelo menos as personagens, mas eventualmente se o livro estive-se organizado por alguma ordem cronológica e não por ordem alfabética, as coisas tivessem mais sentido. Digo eu...

Digamos que a sinopse, promete bem mais do que realmente oferece, tantas perguntas e tão poucas respostas, e mais não digo...
Conheço, quer dizer fui lá duas ou três vezes, o Barreiro, apesar de não conhecer o bairro em concreto, conheço a área e principalmente, na generalidade, os problemas e a precariedade da zona.

Em suma, o livro tem o seu encanto, afinal conta as histórias daquela gente, homens e mulheres que de outra maneira não teriam a sua vida num livro, talvez seja essa a magia e essência deste livro, mostrar a vida deste bairro da margem sul.

Classificação


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TAG | A minha vida em livros

Hoje é o meu dia de anos, faço 23 anos e sinto-me velha. Ainda à dias tinha 18, como é que já estou quase nos 25? Não sei... Ainda por cima estamos em quarentena, por isso é uma comemoração interessante...
Mas nada melhor do que uma tag sobre a minha vida, mas em livros, é verdade. Visto que parte da minha vida está dedicada aos livros achei que era algo interessante para trazer.
Espero que gostem!



1. Escolha um livro para cada uma de suas iniciais

É nestes momentos que não percebo porque os meus pais me deram um nome tão grande! Mas vamos então aos livros, escolhi livros que já li.
Liliana: "Lua de Mel Em Paris" da Elizabeth Adler
Raquel: "Regras Para Descolagem" da Carolina Paiva
Fernandes: "Felizes para Sempre" da Nora Roberts
Silva: "Sem Igual" da Alyson Noel

2. Conte sua idade pelos livros de sua estante: qual é o livro?
Tenho 23, logo o escolhido é "Mar de Rosas" da Nora Roberts

3. Encontre um livro ambientado em sua cidade/estado/país
"A Inglesa e o Marialva" da Clara Macedo Cabral, que se passa em grande parte em Portugal no Ribatejo.

4. Escolha um livro que se passe em um lugar que gostaria de conhecer
"O Nascimento de Venús" da Sarah Dunant, que se passa em Itália, que é um local que eu gostava de conhecer apesar das Pombas.

5. Escolha uma capa de livro com a sua cor preferida
"O outro amor da Vida Dele" da Dorothy Koomson, que tem na capa vários tons de rosa, que é uma das minhas cores favoritas.

6. Que livro te traz boas lembranças
"No Teu Olhar" do Nicholas Sparks, o meu livro preferido do autor, mas também até agora de sempre. Eu amo este livro!

7. Qual livro tiveste mais dificuldade em terminar
"Nunca Desisti de Te Amar" do Armindo Mota, a ideia do livro é boa, mas devia ter sido melhor trabalhada.

8. Que livro ainda não lido te trará maior sensação de "missão cumprida".
O "Homem de Giz" C.J.Tudor, já estou para terminá-lo desde do ano passado.

Convido-vos a todos a responderem a esta tag e a darem-se a conhecer à comunidade livrólica!
Boas leituras e até ao próximo post!
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Papel de Carta - Princesas da Disney (Freebies)

Hoje trago algo diferente. Como muitos já devem saber eu troco postais e cartas com pessoas um pouco por todo o mundo, e reparei que ao contrário do que recebia, aqui em Portugal tinha dificuldade em encontrar papéis de carta bonitos, e baratos, principalmente de temas como este que vos trago hoje, as princesas da Disney. 


Procurei na internet, mas o que encontrei depois de imprimir perdia qualidade de imagem, por isso resolvi criar alguns. 
E é isso que vos trago hoje, achei que era interessante disponibilizar-vos para quem tiver interesse. Trago-vos vários com o tema das princesas da Disney, apenas com algumas delas, espero que gostem.
Podem fazer download aqui.

As imagens das princesas não são, obviamente da minha autoria. 

Espero que gostem, e até ao próximo post!
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#FicaEmCasa |Book Tag

Trago mais uma tag, e uma que se adequa aos tempos que correm. 
É essencial para vencer esta guerra que fiquemos em casa, para nos protegermos e também aos outros. E se temos essa oportunidade, enquanto outros têm de sair para ir trabalhar, devemos aproveitá-la, e facilitar a vida a quem efetivamente está na frente desta batalha. 
Todavia também temos de descontrair, e nada como uma tag para isso. Esta foi criada pela Mariana, do blogue e canal de youtube "Efeito M", que vos convido a conhecer. 


1. DISTOPIA: Um livro que quando leste pensaste "e se isto acontecesse?"
Eu não leio muitas distopias, para não dizer nenhuma. Por isso responder a esta pergunta é difícil. Mas talvez nos trillers, por exemplo no "O dia em que perdemos a cabeça", já imaginaram aparecer na rua uma pessoa com uma cabeça debaixo do braço como se fosse um saco? Nossa senhora...

2. HORA DA LIMPEZA: Um livro que se calhar merecia uma nova casa
Uii, tantos. Ultimamente tenho tido azar nos livros... Mas por exemplo, um que mandei embora na semana passada "Mil Vezes Adeus" do John Green. 

3. ESTE FICOU ESQUECIDO: Um livro só e abandonado que finalmente vais ler
Eu tenho planos para ler muitos, mas é complicado, porque estou a trabalhar na mesma, mesmo estando em casa. Mas vou tentar acabar finalmente o "Homem de Giz". 

4. AI O POUCO TEMPO: Um livro que arranjaste sempre desculpa para não ler
Não dá para escolher um. São bastantes, infelizmente, e da minha estante. É algo a mudar este ano!

5. MANTER A CABEÇA OCUPADA: Um livro impossível de largar
Não me canso de falar deste livro, mas "O Segredo" da Julie Garwood, foi sei dúvida um livro que li de enfiada, e super recomendo para quem gosta de romances de época.

6. NÃO FAÇAS FILMES: Um adaptação cinematográfica que já querias ter visto
Também temos uma lista grande, logo a começar pelos do Nicholas Sparks, bem como da Jenny Han. 

7. GUILTY PLEASURE: Um guilty pleasure literário que vais pôr em prática
Não tenho propriamente um guilty pleasure literário, vou apenas tentar ler o máximo que conseguir!

8. FICA EM CASA: Recomenda 3 livros para ler nesta quarentena
"A Rapariga no Gelo" do Robert Brydza, "A Noiva" da Julie Garwood, "No Teu Olhar" do Nicholas Sparks, todos têm opinião aqui no blogue.


Convido-vos a todos a responder à tag!
Até ao próximo post, e fiquem em casa!

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Opinião Literária: Jeffrey Archer - Só o Tempo Dirá

Só o Tempo Dirá
(The Clifton Chronicles #1)
de Jeffrey Archer 
Título Original: Only Time Will Tell
ISBN: 9789722529044
Edição ou reimpressão: 03-2015
Editor: Bertrand Editora
Páginas: 376
Género: Romance
Wook
Livro (aqui) Ebook (Aqui) Bolso (aqui)
Bertrand
Livro (Aqui) Ebook (Aqui) Bolso (Aqui)
Goodreads: 4,08✯ (aqui)

Sinopse
Primeiro volume da série épica que narra a vida de Harry Clifton desde os anos 20. Harry nunca conheceu o pai, que morreu na guerra, e é criado pelo tio nas docas. Uma inesperada bolsa de estudo faz com que a sua vida mude radicalmente. Já adulto, descobre a verdade sobre a morte do pai, mas também surge a dúvida de quem era efetivamente o seu pai. Harry terá de escolher entre ir para Oxford ou alistar-se na marinha para lutar contra Hitler. Das docas da Inglaterra às animadas ruas de Nova Iorque dos anos 40, o início de uma saga que se estende por cem anos.

Críticas da Imprensa
«Um dos maiores contadores de histórias do mundo.»
Los Angeles Times

«Não há melhor contador de histórias vivo.»
Larry King

«Um contador de histórias da estirpe de Alexandre Dumas… um talento inultrapassável.»
Washington Post



Sobre o Autor

Jeffrey Archer tem mais de 250 milhões de exemplares vendidos em 97 países e 37 línguas. É autor de 16 romances, seis coleções de contos, três peças de teatro, três volumes do seu diário da prisão e um evangelho. É o único autor que foi número 1 em ficção (15 vezes), contos (quatro vezes) e não ficção (Os Diários da Prisão). Archer é casado com Dame Mary Archer DBE, têm dois filhos e vivem em Londres e Cambridge.


A Minha Opinião
Esta foi a minha estreia com o autor, e apesar das boas opiniões, não fiquei propriamente fã. 

Neste primeiro livro de uma saga de 7 livros, que se inicia nos anos 20. Conhecemos Harry Clifton, ainda um rapazinho, orfão de pai, e de uma família muito pobre, que o seu objetivo é ir trabalhar como estivador. Contudo as coisas alteram-se e começa a ganhar gosto pela escola, e principalmente pelo coro, devido à sua bonita voz. E assim a sua vida muda de rumo, bem como a de quem o rodeia, como a mãe, e até dos novos amigos que faz. Acompanhamos a vida de Harry até ele ter idade para ir para a universidade, amores e desamores.

Iniciei este livro para um projeto de ler os livros desta série, comecei efetivamente nessa altura, mas só o terminei agora (foi em Outubro).
Razão para isto, bem... não perceber onde a história me estava a leva. Na realidade até ao fim não percebi bem qual era o objetivo de todo o enredo. Sim, havia acontecimentos... mas qual era o objetivo? Onde pretendíamos chegar? Bem ainda hoje não sei.

Quanto às persongens, há como sempre "os maus da fita", que sinceramente neste livro deixam a desejar. Temos um, que digamos, ainda não teve o fim merecido, ou melhor, ficou perdido no final do livro. Já as restantes personagens, como o Harry, e os seus amigos, são bem explorados, exceto um deles, que espero que apareça nos livros seguintes.

Apesar disto, no fim o livro estava a ficar interessante, até que acabou de forma a deixar curioso o leitor sobre o futuro. É praticamente a razão que me faz colocar o segundo livro na minha lista de livros que quero ler, isso e o facto de ele estar numa das bibliotecas que frequento. Se não fosse isto, por mais que esteja curiosa, provavelmente não iria ler.

Em suma, para quem gosta de romances históricos, provavelmente irá gostar. Nesta viagem aos tempos da segunda guerra mundial, entramos numa Inglaterra que ainda não está na guerra, num mundo onde as mulheres não andam na universidade e a diferença entre as classes sociais, que aqui tem um relevo importante, porque se vê que a verdadeira amizade não escolhe carteiras.

Classificação

Edições pelo mundo fora


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THE SPRING HAS SPRUNG BOOK TAG

Hoje chega a primavera e nada como uma Tag para celebrar esta estação tão bonita! Eu tinha esta tag na gaveta para responder e achei que era a oportunidade perfeita. Eu vi esta tag no blogue "Fictionally Sam" que vos convido a visitar!



1. F L 🌺 W E R S | olha para as tuas estantes de livros. Qual é o livro mais bonito por dentro e por fora?
Oh... tantos. Por exemplo "O Segredo" da Julie Garwood. É um livro muito bonito por forma, pelo menos a edição espanhola, e tem uma história muito bonita também.
2. G R A S S 🌾 | Qual é o livro que achas que os outros gostam muito mais do que tu?
"As Flores perdidas de Alice Hart" da Holly Ringland. Não achei graça nenhuma ao livro e muita gente deu 5 estrelas.
3. ☔ R A I N | Qual é um ótimo livro que desperta seu ânimo quando estás triste?
Um Romance de época, por norma são os livros que mais gosto de ler, e que me deixam logo mais feliz!
4. D E W 💧 | Qual é o livro que te fez se sentir vivo?
Hum... Não sei. Não tenho essa sensação com os livros.
5. S T O R M S | Qual é o livro que achaste imprevisível?
"No escuro" da Cara Hunter. Nunca me passava aquilo pela cabeça.
6. R A I N B 🌈 W | Qual foi o livro com o qual lutaste para ler, e te sentes feliz por ter lido o final?
Eu não costumo desistir de livros, mas não me lembro de nenhum que me tenha surpreendido pelo final e tenha sido um sacrifício ler...
7. C H I L L Y ❄ W E A T H E R | Que livro não conseguiste terminar ou não gostaste?
Que não gostei foram vários nos últimos tempos na verdade. Acho que estou muito exigente com as leituras. Mas o último que não gostei nada foi o "Arrume a Sua Casa Arrume a Sua Vida" da Marie Kondo.
8. W A R M 🌞 W E A T H E R | Que  livro que amaste e mais querias?
Dois livros de uma autora, que são os meus preferidos nos últimos tempos, da Julie Garwood. Como já falei noutra pergunta de um, falo do outro agora "A Noiva", foi o meu preferido de 2018.
9. G R E E N 💚 | Que livro ainda não leste, mas realmente queres?
Uii, tanto mas tantos, tenho uma wishlist que vai daqui à China, de certeza!
10. P 💗 N K | Que livro em que sentiste uma forte conexão com as personagens?
Vários. É um dos pontos essenciais para um livro me cativar é eu me conectar com as personagens. Mas o último foi o "Raparigas como nós" da Helena Magalhães, em certos momentos da leitura revi-me na personagem principal, contudo noutros nem por isso 



Quem eu vou taguear é...

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Opinião Literária: Brad Thor - O Mestre Espião

O Mestre Espião
(Scot Harvath #18)
de Brad Thor 
Título Original: Spy Master
ISBN: 9789722538213
Edição ou reimpressão: 10-2019
Editor: Bertrand Editora
Páginas: 376
Género: Policial e Thriller
Wook
Livro (aqui) Ebook (Aqui)
Bertrand
Livro (Aqui) Ebook (Aqui)
Goodreads: 4,16✯ (aqui)

Sinopse
Um romance de espionagem num mundo marcado por novos antagonismos.

Por toda a Europa, uma organização secreta começou a atacar diplomatas e a semear o terror, o caos e a desunião. Os atentados perpetrados contra a democracia lembram os dos grupos subversivos dos anos setenta, mas nem tudo o que acontece é exatamente o que parece, sobretudo no obscuro mundo da espionagem internacional. Entretanto, nos EUA, um aliado externo exige conhecer a identidade do mais lendário dos agentes secretos. Os principais ingredientes para começar a Terceira Guerra Mundial encontram-se reunidos.

Com o seu mentor fora de jogo, Scot Harvath é obrigado a assumir o papel de líder que durante toda a sua carreira tentou evitar. Mas, tal como acontece com tudo o que faz, quer reescrever as regras à sua maneira - todas as regras. Lutar contra o inimigo com suas próprias armas já não chega. E falhar não é uma opção.

Scot Harvath é agora mais astuto, mais perigoso e mais letal do que nunca.

Críticas da Imprensa
«Um dos melhores thrillers de sempre.»
The Washington Times

A Minha Opinião
Este é o segundo livro do autor e mais uma vez não me desiludiu!

Neste livro voltamos a seguir Scot Harvath, que no último livro tinha resolvido encostar as botas, mas parece que mudou de ideias. Tudo começa na Noruega, com uma cabana a ir pelos ares, e espiões russos também, surpreende tudo e todos. Mas é apenas a ponta do icebargue. Passando Gotlândia, na Suécia, Bélgica e Lituânia, são muitas as aventuras de Scot e da sua equipa para evitar que os russos se apoderem dos países bálticos.

É o segundo livro que eu leio de espionagem e do autor, e sinto que falta aqui um no meio, entre este e o anterior (contudo a ordem de lançamento foi esta), porque houveram questões deixadas no ar no livro anterior que não foram explicadas, como por exemplo o facto do Harvath querer reformar-se e deixar as missões de alto risco para os mais novos, que neste livro mostraram bem aquilo que valem.
Tirando isso, e concentrando-me na história, mais uma vez Thor apresenta-nos uma história bem pensada, e com uma mestria fantástica faz-nos seguir o livro com uma atenção redobrada, para apanhar todas as pontas das histórias do incrivel mundo da espionagem, onde como sempre os Estados Unidos da América reinam.

Como sempre, novas personagens surgem, como Monika a policia polaca que os ajuda nesta missão, fiquei com a sensação que irá aparecer nos livros seguintes, sem dúvida que tem potencial para entregar a equipa. Todos têm um rasgo de loucura, mas nota-se que são muito bons no que fazem, e é isso que também dá outro brio ao livro. O Harvath não faz tudo sozinho, ele tem uma boa equipa por detrás, cada um com as suas capacidades, e isso é uma chave mestra para um bom trabalho.

Comparando com o anterior, gostei mais do outro. Tinha a questão o médio oriente, apesar de ser interessante ver a questão da espionagem na Europa. Portugal até é referido! Era interessante que num dos livros o nosso país tivesse um papel mais ativo, mas também nós não somos inimigos de ninguém!

Em suma, recomendo muito este livro para os fãs de thrillers e de livros de espionagem. Quando damos conta já estamos completamente embrenhados na história, ansiando pelo desfecho de tudo. Eu cá estou ansiosa pelo próximo, afinal acabou de uma forma que queremos saber o que aconteceu!
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Cinema: A Despedida & Parasitas

Título Original: The Farewell
De: Lulu Wang
Com: Shuzhen Zhao, Awkwafina, X Mayo 
Género: Drama, Comédia
País: Estados Unidos da América
Duração: 100 Minutos
Ano: 2019
IMDB: 7,7/10 ✮

Trailer


Sinopse
Billi, uma norte-americana de origem chinesa, regressa à China ao saber que a sua amada avó sofre de uma doença terminal. Billi luta contra a decisão da família de esconder o diagnóstico da avó enquanto preparam um casamento que reunirá todos por uma última vez.   
A Minha Opinião
Isto não é nada o meu género...

Este filme conta a história de uma família chinesa que vive nos Estados Unidos da América, e que quando descobrem que a sua Nana tem uma doença terminal resolvem regressar à China. A questão é que esta não sabe o que se passa com a sua saúde, e por isso eles inventam mentiras em cima de mentiras para aquela visita, aproveitando cada minuto que resta. 

Quando vi o trailer do filme admito que vi logo que não era o meu género de filme. Muito drama, muita tristeza e eu sou uma pessoa mais de comédias e afins. Todavia até me surpreendi, o filme não é tão triste como parece à partida e tem algumas partes bem engraçadas, o que torna tudo mais leve. 


A personagem principal acaba por ser a Billi, que de toda a família é a única que não concorda com a ideia de não dizer nada à avó sobre o seu estado. Confesso que concordo com ela, a senhora tinha o direito de saber. Acho que esta é talvez a questão essencial do filme. Por um lado perceber até que ponto se deve omitir uma coisa destas, e também como é que seria se a senhora soubesse que ia morrer. É um bom dilema. 

Em suma, foi um filme interessante, e que recomendo que quem gosta de dramas veja. 

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Título Original: Gisaengchung
De: Lulu Wang
Com: Kang-ho Song, Sun-kyun Lee, Yeo-jeong Jo 
Género: Drama, Comédia, Thriller
País: Coreia do Sul
Duração: 132 Minutos
Ano: 2019
IMDB: 8,6/10 ✮

Trailer

Sinopse
Depois de ambos os pais terem perdido os empregos, uma família sul-coreana tenta sobreviver numa pequena cave à custa de biscates. A oportunidade de mudança surge quando Ki-woo, o filho, é recomendado por um amigo para o substituir como explicador de inglês em casa de uma família abastada. Lá, vai conhecer Da-hye, a sua jovem e atraente nova aluna. Ao perceber que os donos da casa procuram uma professora de artes para o filho mais novo, Ki-woo tem uma ideia: sugerir o nome de uma "conhecida" sua que, na verdade, é a própria irmã. A partir daqui, tudo se descontrola. 

A Minha Opinião
Este é mais um filme que está longe de ser o meu género preferido, mas devido a tudo o que se tem falado sobre ele, resolvi dar uma oportunidade. 

Neste filme temos uma familia sul coreana, desempregada e pobre que vive numa espécie de beco em condições muito más. Até que Ki-woo, através de um bom amigo arranja um trabalho como professor de uma rapariga de boas famílias. A partir daí, e uma mestria fantástica toda a família acaba empregada na casa dos ricaços e finalmente parece tudo estar a correr bem. 

É um filme revoltante, por várias razões. No inicio a própria família me irritava, eram o que eu considerava autênticos parasitas, para mim estavam a aproveitar-se dos outros, mesmo que fosse para a sua própria sobrevivência, e até mesmo que lá no fundo fossem bons no que faziam, a forma como o tinham conseguido era duvidosa. Mais para o fim, passou-me a irritar a sequência dos acontecimentos... 

Não achei um filme espectacular, único e estrondoso. É um bom filme que passa uma mensagem, retrata a desigualdade social, e também nos faz ver que talvez não demos valor às coisas mais simples e banais. O final para mim ficou deveras a desejar, gostava de saber o que ia acontecer no futuro e não ficar apenas com sonhos. 

Uma coisa positiva de todo o hype deste filme, é que talvez os Estados Unidos da América comecem a olhar mais para o cinema estrangeiro e não acharem que eles são os melhores. Talvez um dia isso aconteça.

Em suma, recomendo que vejam, se gostarem deste género de filmes, dêem uma oportunidade. No inicio vão estranhar o idioma, mas depressa se entranham no coreano!

Classificação

Já viram algum destes filmes?
Até ao Próximo post!

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