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Na TV: Happy Together

Género: Comédia
Temporadas: 1
Número de Episódios: 13
Ano: 2018
Estado: Cancelada
Produtora: CBS
Com: Damon Wayans Jr., Amber Stevens West, Stephnie Weir 
País: Estados Unidos da América
Duração: 30 minutos


Trailer:

Sinopse:
A vida de casados de Claire e Jake está completamente envolvida na rotina, mas quando a megastar Cooper aparece na porta deles, eles são arrastados para sua vida de fama.

A Minha Opinião:
Eu ouvi falar desta série como sendo inspirada no Harry Styles da famosa boyband One Direction, e fiquei logo curiosa para ver!
A série basicamente segue a história de Cooper uma grande estrela internacional na música de quem Jake é contabilista, e que aparece numa noite em casa deles para pedir ajuda por estar a fugir dos media. Todavia ele acaba por ficar e ser uma nova adição da família, sendo que Jake e Claire são a sua ligação ao mundo real. Assim tanto seguimos a vida de Cooper influenciada pelo casal, como estes começam a perceber que são muito enfadonhos ao lado de uma super estrela.
Eu tinha grandes espectativas, a série parecia ser engraçada, e na realidade até é, só que não na prespetiva mais provavél à partida. O Cooper não é a personagem principal da série, ele está ali para receber conselhos e muitas vezes também os dar, mas não é o foco da história. O que tem graça e que para mim é o principal da história é a Claire e Jake, eles sim são super engraçados, têm uma química brutal e tornam toda a história realmente interessante. São quase sempre as embrulhadas em que se metem, ou simplesmente algo que o Cooper diz, que os faz pensar e que dá graça a tudo. 
Daí a minha desilusão, pensava que a história ia ter mais foco no Cooper, mas também se tivesse acho que não teria muita graça, porque a piada está no Jake. Depois há também os pais da Claire, médicos reformados que só andam na farra e na bebida e que também dão graça à história.
Em suma, a série não é má, na verdade é engraçada e tinha potencial, mas acho que a tentaram vender num mau prima, e por isso muita gente deve ter ficado desiludida. Mas se formos sem qualquer expectativa, vale muito a pena, e rimo-nos bastante.


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Opinião Literária: Vi Keeland - O Playboy

O Playboy
de Vi Keeland 
Título Original: Sex, Not Love
ISBN: 9789898917546
Edição ou reimpressão: 02-2019
Editor: TopSeller
Páginas: 320
Género: Romance, Romance Contemporâneo, Literatura Erótica
Compre na 
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Livro (aqui)
Bertrand
Livro (Aqui)
Goodreads: 4,23✯ (aqui)

Sinopse:
Se este homem delicioso pensa que me pode seduzir…
Conheci o Hunter Delucia no casamento dos nossos melhores amigos. Eu apanhei o bouquet da noiva, ele apanhou a liga, e, porque a tradição assim o dita, dançámos juntos… muito juntinhos. Desde o primeiro momento, achei-o presunçoso, mulherengo e (para mal dos meus pecados) incrivelmente sensual. Até que ele me sussurrou ao ouvido uma proposta indecente: explorar a nossa atração mútua com uma noite de sexo intenso e explosivo.
Mas que convencido! Rejeitei-o, claro está! Ele é de tirar o fôlego, mas a experiência diz-me que tenho azar com os homens que me fascinam.
Ah, mas o Hunter Delucia não desiste facilmente! Passado um ano, ele está de regresso a Nova Iorque e torna a pôr a proposta em cima da mesa, para acabarmos de vez com toda a tensão sexual que existe entre nós.
Oito semanas de sexo estupendo sem compromisso? 
O que é que eu tinha a perder?
… está muito enganado.
(Bem, mas há coisas que não se planeiam…)

Sobre a Autora:
Vi Keeland é autora bestseller do New York Times, com mais de um milhão de livros vendidos. 
Os seus livros estão atualmente traduzidos em 8 idiomas e apareceram em mais de 60 tops de vendas.
Mora em Nova Iorque com o seu marido, com quem é feliz desde os oito anos de idade, e os seus três filhos.

A Minha Opinião
Eu quando comecei a ler este livro nem sabia que ele estava publicado em Portugal, e acabei a pensar, deviam traduzir isto, e qual não foi o meu espanto quanto vi no goodreads que na realidade ele já estava publicado.
O livro é na sua maioria contado sob o ponto de vista de Natalia, ou Nat como é chamada. Começa no dia anterior ao casamento da sua melhor amiga, onde é apanhada por Hunter, a falar com ela sobre a ideia de levar o seu par do casamento para a cama, e ele acaba por entrar na conversa provocando-a o que a enerva, e a faz afastá-lo, mas ao mesmo tempo ele é atraente, e fica nervosa junto dele. No dia do casamento tem a triste infelicidade de apanhar o boquê e ele a liga, e as regras ditam que o homem que apanha a liga, tem que a meter na mulher que apanha o boquê, e pronto, as coisas não podiam ficar mais picantes entre eles. No dia seguinte acordam na mesma cama, e Nat dá o número errado a Hunter, e pensa que acabou o assunto, mas está longe de ser verdade, ele mesmo assim encontra-a, e sem a ajuda dos noivos.
O que eu mais gostei deste livro é o humor de ambos, mas principalmente do Hunter. Ele é extremamente perverso, mas ao mesmo tempo ele preocupa-se com ela, o que é uma dualidade que em parte é estranha. Ele não esconde o que quer dela desde início, e também foi algo que gostei nele, a honestidade.
Já na Nat, ela foi traída e não acredita no amor, não quer uma relação, algo que bate também com o que o Hunter quer, mesmo que por motivos diferentes. Ela é uma mulher cheia de coragem, principalmente porque tem a enteada ao seu cuidado, ou seja, tem sempre algo que relembra o que passou, e isso obviamente não é fácil.
Foi basicamente as personagens que me fizeram apaixonar pela história. A relação deles começa com base na famosa "amigos com benefícios", e todos nós sabemos como isso acaba, não é propriamente uma novidade, é cliché, por isso acho que o que faz este livro ser bom e interessante, além de o pessoal gostar de um bom cliché são as personagens, e o casal que elas formam.
Em suma, para quem gosta de um romance erótico e com umas boas partes fofas, recomendo este. É o primeiro que leio da autora e fiquei fã, basicamente li-o numa tarde!


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Opinião Literária: Kristian Hannah - A Grande Solidão

A Grande Solidão
de Kristin Hannah 
Título Original: The Great Alone
ISBN: 9789722535991
Edição ou reimpressão: 01-2019
Editor: Bertrand Editora
Idioma: Português
Páginas: 456
Género: Romance
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Bertrand
Livro (Aqui) Ebook(Aqui)
Goodreads: 4,33✮ (aqui)

Sinopse:
1974, Alasca. Indómito. Imprevisível. E para uma família em crise, a prova definitiva. Ernt Allbright regressa da Guerra do Vietname transformado num homem diferente e vulnerável. Incapaz de manter um emprego, toma uma decisão impulsiva: toda a família deverá encetar uma nova vida no selvagem Alasca, a última fronteira, onde viverão fora do sistema. Com apenas 13 anos, a filha Leni é apanhada na apaixonada e tumultuosa relação dos pais, mas tem esperança de que uma nova terra proporcione um futuro melhor à sua família. Está ansiosa por encontrar o seu lugar no mundo. A mãe, Cora, está disposta a tudo pelo homem que ama, mesmo que isso signifique segui-lo numa aventura no desconhecido. Inicialmente, o Alasca parece ser uma boa opção. Num recanto selvagem e remoto, encontram uma comunidade autónoma, constituída por homens fortes e mulheres ainda mais fortes. Os longos dias de verão e a generosidade dos habitantes locais compensam a inexperiência e os recursos cada vez mais limitados dos Allbright. 

À medida que o inverno se aproxima e que a escuridão cai sobre o Alasca, o frágil estado mental de Ernt deteriora-se e a família começa a quebrar. Os perigos exteriores rapidamente se desvanecem quando comparados com as ameaças internas. Na sua pequena cabana, coberta de neve, Leni e a mãe aprendem uma verdade terrível: estão sozinhas. Na natureza, não há ninguém que as possa salvar, a não ser elas mesmas. Neste retrato inesquecível da fragilidade e da resiliência humana, Kristin Hannah revela o carácter indomável do moderno pioneiro americano e o espírito de um Alasca que se dissipa - um lugar de beleza e perigo incomparáveis. A Grande Solidão é uma história ousada e magnífica sobre o amor e a perda, a luta pela sobrevivência e a rudeza que existe tanto no homem como na natureza.

Sobre a Autora:
Kristin Hannah nasceu em 1960 no sul da Califórnia. Aos 8 anos a família mudou-se para Western Washington. Trabalhou em publicidade, licenciou-se em Direito e trabalhou alguns anos em advocacia, em Seattle. Quando a gravidez a obrigou a ficar de cama durante vários meses, Kristin retomou uns textos antigos que tinha escrita em parceria com a falecida mãe, que sempre dissera que ela seria escritora. O marido encorajou-a e assim que o filho nasceu, Kristin abandonou a anterior atividade profissional e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. O primeiro êxito surgiu em 1990 e desde então que a sua profissão é escrever. A autora já publicou 19 romances. Ganhou prestigiados prémios como um "Rita Award" (Romance Writers of América) em 2004 com Between Sisters, e o National Reader's Choice. A sua obra está traduzida em várias línguas. Vive com o marido e filho na costa noroeste dos Estados Unidos.

A Minha Opinião:
Este é um dos livros do momento, estando a ser muito falado no mundo digital literário e eu inicialmente comecei a lê-lo para o projeto criado pela Dora Marques (do canal Books and Movies) e da Maria João Covas (do canal Livros? Gosto) para ler livros da Kristian Hannah, sendo que este foi o primeiro e referente ao mês de Abril, eu só o acabei de ler em Maio, e acabei por não conseguir acompanhar as leituras para o projeto.
Mas vamos então à história, a história segue Leni, uma rapariga de 13 anos, que não tem amigos na escola, que gosta de livros e que vive em casa uma relação complicada com o pai, que é muito volátil e de muita proximidade com a mãe. O pai andou na guerra do Vietname, e um dos seus companheiros faleceu e deixou-lhe uma casa, só que é no Alasca, e eles vivem em Seatle. O pai proclama a viagem como a oportunidade de começarem de novo, e pronto lá vão eles em direção ao Alasca para viverem o sonho americano, só que lá é basicamente o meio do nada, onde a vivência é selvagem. Leni odeia a ideia de estar lá, até conhecer Matt na escola, só que muita coisa se desenvolve, e Leni acaba por ter de crescer à força para sobreviver.
Não posso dizer que é uma história fácil, porque não é. É dura, principalmente para a Leni. Aborda temas que estão na ordem do dia, e que não mudam por se viver no meio do nada. Como os habitantes diziam o inverno trás ao de cima o pior de uma pessoa, muito pela falta de luz, e é o que acontece. O pai de Leni é violento em algumas situações, que a mãe dela justifica como traumas de guerra, mas a verdade é que é muito mais que isso. Ele é ciumento, e basicamente elas têm de andar em pézinhos de lã com ele, para que não haja problemas. Uma das coisas que mais gostei, foi a forma como a "aldeia" se apoia, é como se fosse uma grande família, porque viver no meio do nada é complicado, e não há telefones, e se acontecer alguma coisa não dá para avisar sem ser por rádio. E eles apoiam a Leni e a mãe e percebem o que se está a passar.
Temos também toda a amizade de Leni com o Matt, que desde logo vê-se que é muito mais que amizade, talvez por serem os únicos daquela idade, mas eles tornam-se muito amigos, até que Matt se vai embora e Leni tem que lidar com mais um desgosto.
Eu não dei as 5 estrelas porque o inicio é vagaroso, foi preciso coragem para continuar, mas admito que estava difícil, estava a sentir que seria um livro de apenas 3 estrelas, mas havia sempre a promessa de que o livro iria ser muito bom e ao mesmo tempo muito duro. E foi... a última parte da história é devastadora e foi impossivel conter as lágrimas, deixou-me de queixo caído, e acabou por ser 4 estrelas gordinhas, e consistentes.
Em suma, é um livro que vale a pena ler, nem que seja para darmos valor a tudo o que temos, até à coisa mais simples como uma casa de banho dentro de casa. Faz-nos olhar para tudo de outra perspectiva, e fazer fisgas para que tudo corra bem com aquela família que tem muito para sofrer.
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Na TV: Pretty Little Liars - The Perfectionists

Género: Crime, Drama, Mistério
Temporadas: 1
Número de Episódios: 10
Ano: 2019
Estado: Em Andamento
Produtora: FreeForm
Onde Ver em Portugal: HBO
Com:  Sasha Pieterse, Janel Parrish, Sofia Carson
País: Estados Unidos da América
Duração: 45 minutos

Trailer:

Sinopse:
Tudo sobre a cidade de Beacon Heights parece perfeito, mas no rescaldo do primeiro assassinato da cidade, atrás de cada perfeccionista esconde segredos, mentiras e, muito necessários, álibis .

A Minha Opinião:
Eu não vi a série principal, mas as minhas caras colegas/amigas viam e eu ia sendo atualizada constantemente com o que ia acontecendo e ainda ei de um dia ver a série completa, só não sei quando.
Este Spin-off passa-se em Beacon Hights, uma universidade onde só andam os melhores dos melhores e onde a pressão está no máximo. Alison vai para lá como professora adjunta, e a sua velha amiga Mona já lá trabalha como assistente, e logo nos primeiros dias em Beacon Highs há uma morte, ou melhor um assassinato, onde os três supostos melhores amigos do morto são os principais suspeitos do crime.
Alison com o seu sentido apurado para se meter em problemas, tenta ajudar os seus alunos a provar a sua inocência, mas muitos segredos e mentiras se metem ao barulho e alguém quer fazer de tudo para que eles sejam culpados.
Sinceramente a série surpreendeu-me, principalmente por me agarrar ao ecrã e ver religiosamente os episódios quase depois da sua estreia, salvo raras excepções. Todo o mistério envolvido, os plot twist constantes fazem com que uma pessoa crie teorias em cima de teorias, sabendo que não vão dar em nada, porque tendo em conta o o histórico, nunca se vai ter a certeza de nada.
Depois temos todos os segredos dos protagonistas, principalmente dos três que estão debaixo de olho, Ava, Caitlin e Dylan. Não sei até que ponto os segredos se vão esgotar, visto que já foram em parte desvendados nos 10 episódios da primeira temporada, mas acho que agora vai ser meterem-se em problemas juntos. Depois temos também as veteranas, a Alison e a Mona, que completam o quinteto principalmente com a sua experiência em lidar com mentiras.
A minha personagem preferida foi a Ava, por um lado sofre com a má reputação do pai, apesar de não ter nada a ver com os seus esquemas, mas o seu apelido não ajuda muito. Estou super curiosa para ver o que vai acontecer com ela na segunda temporada, tenho umas teorias que me estão a preocupar!
Em suma, para quem já viu a série dita "principal", recomendo que veja esta, porque muito provavelmente vai gostar.

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Mini-Opiniões Literárias: Iris Morland - War of the Roses e Danielle Steel - Hotel Hollywood

War of the Roses
(The Flower Shop Sisters 0.5)
de Iris Morland 
ASIN: B07PXHM113
Edição ou reimpressão: 03-2019
Editor: Blue Violet Press LLC
Páginas: 37
Género: Romance
Compre (aqui)
Goodreads: 3,68✮ (aqui)

Sinopse:
Confissão: Eu, Dandelion “ Dani” Wright, tenho vinte e seis anos e ainda estou para ser deflorada. Isso não tinha a menor importância, até Jacob West voltar para a minha vida.
No entanto, este Jacob não é mais um menino: ele agora é um homem confiante, charmoso e tão sexy que minhas flores metafóricas estão queimando.
Eu quase posso esquecer que deveria odiá-lo para sempre.
Quase.
War of the Roses é um prelúdio de 10.000 palavras para Petal Plucker: uma comédia romântica fumegante e não deve ser lido como um standalone.

Sobre a Autora:
Uma viciada em café e amante de gatos, Iris Morland escreve romances cintilantes e dignos de desmaio, incluindo a série Flower Shop Sisters e a série Love Everlasting.
Se ela não está a ler ou escrever, ela gosta de ver séries da Netflix e cozinhar algo delicioso.
A Minha Opinião:
Esta é uma short story que eu encontrei na amazon gratuita (não sei se ainda se encontra de graça). É uma espécie de "aperitivo" para o livro Petal Plucker, e sinceramente promete muito, mas mesmo muito!
No fundo temos uma espécie de Romeu e Julieta, ou seja, duas famílias rivais, mas neste caso na floricultura, ambas têm estão no negócio de floristas e são rivais. Sob o ponto de vista de Dani, vemos o aparecimento de Jacob, que vem ajudar no negócio dos pais, e que destruiu o coração de Dani antes de sair da cidade. 
Eu sei parece um pouco cliché, e provavelmente é, mas o interessante é que pelo estilo ele não sabe que o fez e talvez ele até tenha interesse na Dani, mesmo que ela não perceba. Dá a entender que o livro será muito divertido e fofo!
Para quem quer conhecer a premissa desta história recomendo a lerem, são só perto de 40 páginas, lê-se num instante!
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Hotel Hollywood
de Danielle Steel 
Título Original: Bungalow 2
ISBN: 9789722530378
Edição ou reimpressão: 06-2015
Editor: Bertrand Editora
Páginas: 384
Género: Romance
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Bertrand
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Livro Bolso (Aqui)
Goodreads: 3,67✯ (aqui)

Sinopse:
Tanya dedicou-se por completo à sua família e pôs sempre a carreira em segundo plano, mas agora surgiu-lhe uma oportunidade imperdível: escrever o guião para uma grande produção cinematográfica.
Hospedada num célebre hotel de Hollywood, vê-se rodeada de atores e modelos, de luxo e extravagância, de génio e criatividade. É um mundo novo, onde se sente renascer, e não tarda que esteja a trabalhar com uma lenda de Hollywood: o produtor Douglas Wayne, um homem que consegue tudo o que quer. E parece que agora se fixou nela…
Por outro lado, as suas idas a casa entre filmagens são complexas. A sua família parece precisar cada vez menos dela e é como se a vida que sempre conheceu lhe estivesse a fugir.
Dividida entre as suas «duas vidas», Tanya terá de fazer as escolhas mais difíceis de sempre.

Danielle Steel leva-nos ao mundo da fama e da fortuna, da criatividade e da extravagância, e revela-nos a verdadeira vida oculta sob o brilho de Hollywood.

A Minha Opinião:
A minha desilusão... 
Eu vi este livro na biblioteca e peguei nele, já li vários livros da Danielle Steel, e por norma são boas leituras, apesar de nem todos me agradarem assim tanto, mas nenhum como este. 
Aqui temos a história de Tanya, uma mãe extra-dedicada, que vive para o marido e os três filhos e que nos tempos livres escreve umas coisas, por norma contos e de vez enquanto uns episódios de telenovelas, mas para isso nunca teve de sair da sua casinha. Só que o seu agente arranja-lhe a oportunidade de escrever um argumento para um filme, só que tem que ir para Los Angeles, coisa que não lhe agrada nada, mas depois de muita insistência, acaba por aceitar a proposta, só que pensa que tudo se vai manter igual na sua ausência, o que está longe de acontecer. 
Então vamos lá, porque é que foi uma desilusão? Porque o achei previsível desde de inicio. Muito sinceramente estava-se mesmo a ver o que ia acontecer... nada de novo, porque é que não poderia ser um casal que resistisse à mudança? Tem tudo de acabar com a distância? Talvez fosse eu que estava sem paciência para este tipo histórias, ou não sei... 
Depois a uma das filhas dela, uma autêntica mimada, só se importava que a mãe não estava lá para lhe fazer as coisas, para a levar aos locais, mas na realidade quando a mãe estava "disponível" ela pouco lhe ligava, para mim só estava chateada por perder a empregada. E o mesmo para o marido e para o outros filhos, só que esses ao menos apoiaram a Tanya para aproveitar a oportunidade. 
Em suma, metade deste livro foi lido na diagonal e páginas foram saltadas porque numa rápida observação reparei que não ia acontecer nada de novo, e por isso não fiz uma opinião como deve ser do livro. O que salvou a história na minha opinião e que fez com que levasse 2 estrelas em vez de 1, foi as últimas 60 páginas mais ao menos, senão tinha sido uma desgraça ainda maior.
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Opinião Literária: Afonso Reis Cabral - O Meu Irmão

O Meu Irmão
de Afonso Reis Cabral 
ISBN: 9789896603441
Edição ou reimpressão: 11-2014
Editor: Leya
Género: Romance
Páginas: 368
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Bertrand
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Livro Bolso (Aqui)
Goodreads: 3,75✯ (aqui)

Sinopse:
Com a morte dos pais, é preciso decidir com quem fica Miguel, o filho de 40 anos que nasceu com síndrome de Down. É então que o irmão - um professor universitário divorciado e misantropo - surpreende (e até certo ponto alivia) a família, chamando a si a grande responsabilidade. Tem apenas mais um ano do que Miguel, e a recordação do afecto e da cumplicidade que ambos partilharam na infância leva-o a acreditar que a nova situação acabará por resgatá-lo da aridez em que se transformou a sua vida e redimi-lo da culpa por tantos anos de afastamento. Porém, a chegada de Miguel traz problemas inesperados - e o maior de todos chama-se Luciana.
Numa casa de família, situada numa aldeia isolada do interior de Portugal, o leitor assistirá à rememoração da vida em comum destes dois irmãos, incluindo o estranho episódio que ameaçou de forma dramática o seu relacionamento.

O Meu Irmão, vencedor do Prémio LeYa 2014 por unanimidade, é um romance notável e de grande maturidade literária que, tratando o tema sensível da deficiência, nunca cede ao sentimentalismo, oferecendo-nos um retrato social objectivo e muitas vezes até impiedoso.

A Minha Opinião:
Escrever aquilo que eu senti ao ler este livro, e mesmo depois é quase impossível. Esperei ver se conseguia por as ideias no sítio, mas não deu.
O livro conta na primeira pessoa a história de dois irmãos, o narrador e o seu irmão um ano mais novo, Miguel, que tem o sindrome de Down. A história começa a ser contada quanto eles vão a caminho do Tojal no interior de Portugal. Durante a estadia deles, vamos viajando até ao inicio das suas vidas e perceber como a existência de Miguel influenciou a vida do narrador.
Eu quando comecei a ler este livro não sabia bem o que ia ler, e sendo extremamente sincera acabei já à mais de um mês e não o sei bem o propósito do que li, e nem sei como o consegui acabar... ou melhor sei, para ver onde é que o livro ia chegar... conclusão? Pois, ainda não sei.
Este livro não é propriamente um livro que eu recomende aos mais sensíveis de espírito, ou a pessoas que se impressionem facilmente com as palavras. A forma como a doença é apresentada de forma crua, e muitas das vezes até cruel, mas é fácil julgar, principalmente se quem o tiver a fazer for alguém que nunca tenha lidado com a doença, mas neste caso o narrador viveu com tudo aquilo, sendo apenas 1 ano mais velho que o Miguel, e basicamente toda a sua infância foi condicionada, e viveu em segundo plano. Ele era "importante" até o Miguel chegar às 17 horas na carrinha da associação, depois disso era o Miguel que reinava, e ele vivia na sombra para toda a família. As irmãs dele (3 ou 4, todas mais velhas) não têm o mesmo pensamento porque viveram mais longe dele durante a maior parte do tempo. Ninguém pode julgar as palavras visto deste ponto de vista. Por isso, se tive mais pena do narrador do que do Miguel, por mais que isso me torne uma pessoa má (já estou habituada a ouvir isso).
Sinceramente não sei o que dizer mais, estava indecisa nas estrelas, pelo facto de ter conseguido terminar o livro e até com algum entusiasmo para ver onde chegava, que rapidamente se desvaneceu no final. Se me surpreendeu? Sem dúvida, fiquei pasmada a olhar para o telemóvel, mas se me soube a pouco? Sem dúvida também. E por isso foram 3 estrelas em vez de duas.
Se recomendo? Depende de para quem for. Não é um livro para massas, muito pelo contrário, mas eu nem consigo determinar bem que público pode gostar deste livro...
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Opinião Literária: Sofia Silva - Sorrisos Quebrados

Sorrisos Quebrados
(Quebrados #1)
de Sofia Silva 
ISBN: 9789722362306
Edição ou reimpressão: 05-2018
Editor: Editorial Presença
Páginas: 256
Coleção: Grandes Narrativas 
Género: Romance
Compre na 
Wook
Livro (aqui)
Bertrand
Livro (Aqui)
Goodreads: 4,25✮ (aqui)

Sinopse:
Mais de 1 milhão de leituras na plataforma online Wattpad em apenas 1 ano Paola está num momento chave da sua vida. Vai ter de decidir se quer continuar a viver ou se vai deixar-se morrer às mãos do homem por quem um dia se apaixonou e com quem veio a casar. Como foi possível que aquele homem bem parecido, poderoso e deslumbrante se tornasse no monstro que a está a destruir? Mas Paola decide viver. 

E, no mais improvável dos lugares, vai encontrar de novo a luz e descobrir que, afinal, é possível amar outra vez. Sorrisos Quebrados marca a estreia de Sofia Silva na escrita de ficção. Um romance sobre violência doméstica, abuso sexual e as segundas oportunidades que a vida por vezes reserva.

A Minha Opinião:
Depois de ter lido o Corações Quebrados, não resisti a ler este, e depois de ter visto que a wook vendia o ebook, mesmo que a versão brasileira, não hesitei, afinal não deveria ser assim tão diferente no final das contas.
Esta história começa com um ataque a Paola pelo seu marido, que ela quer deixar por ser abusivo, mas ele não deixa e ela acaba com metade do rosto desfeito. Vai viver passado uns anos para a clinica da Rafaela, onde acaba por socializar mas pouco, pois não quer que sintam nem pena nem medo dela. Até que um dia na festa de carnaval uma criança se aproxima dela e se encanta por ela, Sol. Sol, de 4 anos também tem os seus problemas, principalmente de socialização, mas ali ao lado de Paola todos os medos desaparecem, deixando todos estupefactos, principalmente o pai de Sol, André, que nunca viu a filha a agir assim, a não ser consigo. Todavia, Paola assusta-se com a figura de André, ele é tudo do que ela quer distância, o seu passado, mas o amor por Sol acaba por ser maior.
Eu gostei deste livro, apesar de na sua essência ser uma história triste, porque tudo o que tanto a Paola passou como o André é horrível. Os abusos físicos e psicológicos que a Paola sofreu, todo o medo que lhe foi incutido para que não saísse da linha, faz-nos pensar no que leva uma pessoa a manter-se debaixo de toda aquele abuso, e hoje em dia é um dos assuntos comentados em tudo o que é jornal e crónica criminal nos programas da manhã, a Violência Doméstica. Todavia ela não deixa de ter cor na sua vida, apesar de não conviver muito, ela não desiste de viver depois de tudo o que passou, e continua a sonhar que pode encontrar um homem que a faça feliz e que goste dela como ela é.
Já no caso do André, foi uma personagem que me surpreendeu. O que passou foi injusto e complicado, mas a verdade é que nunca desistiu, mesmo quando seria muito mais fácil virar as costas e continuar a sua vida. E depois o amor pela filha, por mais robusto que fosse, que a sua presença intimidasse, a verdade é que perante a filha ele era um urso fofinho, deixava que aquela criança fizesse tudo dele, desde que ela estivesse feliz, e foi algo que realmente me comoveu. Ele vive para a filha, mata-se a trabalhar para que ela, e todo o tempo que tem livre é para a Sol.
Foi realmente uma história que me comoveu, e que também me fez pensar. Todavia não é o mais inovador e acaba até por ser cliché, mas a verdade é que às vezes queremos ler histórias assim, e não a vida real, para isso vemos os jornais, o que me fez realmente gostar desta história foram as personagens, foram elas que me cativaram ao ponto de eu ler este livro em pouco mais de 24 horas. E não dou as 5 estrelas apenas por algumas questões que achei que podiam ser melhor explicadas, mas é sem sombra de dúvidas um livro que recomendo para os fãs de romance e de histórias que tocam no coração.
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15 Filmes que fazem 10 anos em 2019 #1

É quando faço este tipo de posts que sinto os anos a passar para mim, parece que foi ontem, e na realidade já se passaram 10 anos. Vou ser sincera não vi todos os filmes da lista, mas ouvi falar de todos, e alguns quero ver ainda este ano para comemorar os 10 anos deles!
1. Avatar
2. Sacanas sem Lei
3. Harry Potter e o Príncipe Misterioso
4. A Ressaca
5. Up-Altamente
6. A Proposta
7. Um Sonho Possível
8. Star Trek
9. A Princesa e o Sapo
10. Hachiko - Amigo para Sempre
11. Watchmen - Os Guardiões
12. Bem-vindo a Zombieland
13. Louca por Compras
14. O Segredo dos Seus Olhos
15. Sherlock Holmes

Já viram algum destes? Deixem tudo nos comentários e até ao próximo post!
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THE PANCAKE BOOK TAG| E eu nem sou grande fã de Panquecas!

Eu adoro tags, e apesar de ter bastantes em rascunho para responder, porque as vejo e guardo para responder mais tarde, muitas vezes acabo por me esquecer, mas quero começar a trazer mais tags que vejo nos blogues internacionais e que parecem muito giras!
Esta por exemplo vi no blogue Paperfury, e fiquei logo fã e pensei, vou responder! Que eu saiba ainda não vi ninguém a responder na comunidade portuguesa. Foi criada pela Blogs of a Bookaholic e fala de panquecas. Eu nem sou muito fã delas, mas a verdade é que fiquei com fome só de pensar e achei-a muito criativa e divertida e acho que vai ser muito divertida.
É em inglês, eu vou usar as imagens que a criadora da tag disponibilizou, e por isso não vou traduzir o nome de cada categoria directamente.


Regras:
- Mencionar o criador da tag, neste caso a Blogs of a Bookaholic
- Pode-se usar as imagens que ela criou para a tag ou criarmos as nossas (podem ser vistas no post original)
- Tagar 5 pessoas e dizer-lhes que as tagamos para responder.

Vamos Então à Tag!
Se carregarem nas fotos das capas dos livros são direccionados para as minhas opiniões sobre os mesmos!

Foi difícil arranjar um livro para estas panquecas porque eu não leio propriamente livros com grandes descrições, mas depois de uma longa busca pela minha memória escolhi o livro O Nascimento de Vénus da Sarah Dunant, devido às descrições fantásticas de Florença no século XV, no tempo dos grandes pintores que hoje são muito reconhecidos, das igrejas e frescos pintados por eles e também de todo o drama que a sociedade estava a passar na altura. A personagem principal é uma rapariga que pinta e desenha muito bem, é um livro com muita diversidade e que me surpreendeu quando o li. 
Eu estava muito indecisa quanto a este, não sabia bem que personagem escolher, mas acabei por escolher a Erika Foster criada pelo Robert Bryndza, eu ainda só li dois livros A Rapariga no Gelo e A Sombra da Noite, e podemos dizer que a Erika é daquelas pessoas que não desiste, que lhe custa, mas que consegue sempre fazer o quer e o que acha correto, conseguindo mostrar o seu ponto de vista, o pior é que nem sempre lhe é reconhecido o mérito, mas astuta ela é.


Um Casamento Conveniente da Tessa Dare, eu adorei este livro, vai certamente ser um dos meus favoritos este ano. Li-o numa tarde, e foi sem sombra de dúvidas surpreendente. Eu esperava gostar, só não esperava gostar tanto como gostei. O livro é divertido, tem partes mais sensuais, de drama, resumindo ele tem um pouco de tudo, com personagens com várias camadas e isso só torna o livro mais rico. Infelizmente eu não tenho o livro comigo porque li da biblioteca, mas é um que se um dia encontrar baratucho compro para ter na estante e para voltar a ler.
Eu não descansei enquanto não acabei, digamos que fiquei até às tantas da manhã a ler e ainda no dia seguinte fui reler as minhas partes favoritas, porque eu não deixava de pensar no livro, foi a melhor leitura de 2018, e é um livro que não vou esquecer, que é nem mais nem menos que A Noiva da Julie Garwood. É um romance fofo, com personagens que não andam como cão e gato, mas que não está muito longe disso, porque têm maneiras de pensar diferentes. 
Outra categoria que me deixou a pensar bastante, porque não estava a encontrar nenhum livro que se encaixasse, até que alarguei os meus horizontes e decidi incluir A Grande Solidão da Kristian Hannah. Ainda não publiquei a minha opinião aqui no blogue, mas foi um livro que inicialmente não me estava a cativar muito, mas isso mudando ao longo do livro, mas também que despertou muitos sentimentos... é um livro que ao mesmo tempo que é muito e demasiado realista. 
Colton Donavan, da série Driven da K. Bromberg, eu ainda só li o Dominada, mas já deu para perceber bem que apesar de o Colton se fazer garanhão, de acabar muitas vezes por ser antipático e ter dupla personalidade, há ali muita coisa mal resolvida no passado dele, e que infelizmente eu ainda não li os livros seguintes para descobrir o que é. Mas não dá para negar que ele não é o mal formado que parece, até porque conseguiu que uma pequena criança falasse, algo que nunca tinha acontecido, por isso ele tem um bom coração. 
Eu leio alguns livros de mistério, e por norma eu adivinho os culpados, tenho uma costela de detetive, mas no Perto de Casa da Cara Hunter eu fui completamente apanhada de surpresa. Tive várias teorias ao longo do livro, mas nem ligeiramente perto cheguei, foi um dos melhor policiais que já li, principalmente pela forma como o livro acabou. 
Eu por acaso costumo sempre gostar muito dos pares românticos e tive de fazer uma profunda busca na minha memória para encontrar um que não me tenha conquistado desde de inicio, e encontrei o Bill e Adrian do livro Uma Paixão da Danielle Steel. Eles no inicio eram apenas amigos, ela não mostrava muito interesse, e só lá para o meio é que a coisa começou a desenrolar a sério. Está longe de ser um dos livros que mais gostei da autora, mas no fim o casal até ficou bastante fofo, e só pelo Bill, vale a pena lembrar-me deles.
Esta foi simples, lembrei-me logo do ranhoso do Jack do livro Ao Fechar da Porta da B. A. Paris. É um thriller doméstico muito forte. Aos olhos de todos ele é um homem perfeito, mas quando se fecha a porta de casa ele é um monstro e com o passar do livro vai ficando cada vez pior, foi sem sombra de dúvidas um livro que me perturbou, apesar de eu ter gostado de o ler.
O Escândalo de uma Rebelde da Courtney Milan, para um livro que é um romance de época temos todo o tipo de personagens, a famosa sociedade inglesa e os que não se enquadram nela, nem o pretendem. A personagem feminina principal é bastante independente, jornalista de um jornal de mulheres para mulheres, a personagem masculina não é daqueles que menospreza o trabalho das mulheres, apaixonei-me por ele, e temos também, apesar de muito suavemente, um inicio de uma relação homossexual entre duas mulheres.  


Por fim falta as pessoas que eu vou taggar para responder. Relembro que é totalmente opcional! 
Fofocas Literárias
* Filipa Marques
* Barbara Ferreira
* Liliana Silva 
* Livros e Papel

Já leram algum destes livros? O que acharam da tag? Deixem tudo nos comentários e até ao próximo post!
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